Taxa poderá entrar em vigor a partir de 15 de julho.
![]() |
| Lula e Trump em encontro na Casa Branca — Foto: Ricardo Stuckert |
Ficaram de fora da lista:
• materiais informativos,
• doações,
• carnes,
• legumes,
• frutas,
• castanhas,
• café, e
• metais de terras raras.
A investigação começou em 15 julho do ano passado, por determinação do presidente Donald Trump. Segundo os americanos, atos, políticas e práticas brasileiras são irrazoáveis e oneram ou restringem o comércio norte-americano.
O Escritório crítica medidas relacionadas ao comércio digital e às redes sociais, como o bloqueio de plataformas e a aplicação de multas, incluindo serviços de pagamento eletrônico, como o pix.
Também aponta tarifas consideradas desleais em acordos do Brasil com o México e a Índia, além de falhas em medidas de combate à corrupção, à pirataria e na proteção da propriedade intelectual.
O texto aponta restrições ao mercado de etanol e afirma que o desmatamento ilegal representa um entrave ao comércio norte-americano.
O embaixador Jamieson Greer afirma que a investigação aborda preocupações antigas e generalizadas dos Estados Unidos. Ao longo do último ano, Greer e Trump realizaram várias reuniões com o presidente Lula. Mas continuam existindo divergências substanciais quanto à resolução das questões identificadas na investigação.
O embaixador disse aguardar com expectativa a continuidade do diálogo com o governo brasileiro antes do prazo legal de 15 de julho para a adoção das medidas.
Antes de uma decisão definitiva sobre qualquer sanção, o governo dos Estados Unidos realizará consultas e uma audiência pública em 6 de julho.
O anúncio norte-americano ocorre após a visita do senador Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos na semana passada, quando se reuniu com o presidente Donald Trump na Casa Branca.
Por: Renato Ribeiro/Rádio Nacional
Fonte: Radioagência Nacional





.jpg)









