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terça-feira, 2 de abril de 2013

MÃE QUE MATOU FILHA DISSE QUE ESTAVA POSSUÍDA


Uma mãe assassinou a própria filha de seis anos por estrangulamento no começo da tarde desta terça-feira (2), no bairro do Guamá, em Belém, no Pará. Ela afirmou à polícia que cometeu o crime por estar possuída pelo demônio.

O caso foi registrado pelo pai da vítima. Ele contou que estava trabalhando em uma obra quando a esposa, Aldenora Costa do Vale, de 36 anos, ligou, por volta das 12h, dizendo que a filha do casal havia morrido.

Ao chegar em casa, ele encontrou muitos vizinhos ao redor da residência afirmando que a própria Aldenora havia espancado e matado a criança. Ao questionar a mulher, ela se trancou em um quarto, pegou um terçado e afirmou que cometeria suicídio.

Uma equipe da polícia militar foi ao local e conseguiu imobilizar a mulher. Ela foi encaminhada até a Seccional Urbana do Guamá, onde afirmou aos policiais que cometeu o crime por estar possuída pelo demônio e que não conseguia lembrar de nada do ocorrido.

Os policiais atribuem o crime à um ataque psicótico. Aldenora foi autuada em flagrante por homicídio qualificado. O corpo da vítima possuía marcas de espancamento e estrangulamento e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passa por exame de perícia.

(DOL)

Em Uruará menores embriagam alunas da 5ª série e acabam presos



Três menores foram presos na madrugada desta terça-feira, 02 de abril, na cidade de Uruará, os adolescentes de 13, 14 e 16 anos são acusados de embriagarem duas estudantes na tarde desta segunda-feira.

Os menores foram apreendidos em suas residências por policiais da rotam sob o comando do sargento Miranda e pelos policiais civis Investigador Eládio e Investigador Tadeu sob o comando do delegado Godofredo Borges, após investigações realizadas durante a noite que apontam os três como autores do delito.

Por volta das 16 horas de ontem as alunas, estudantes da 5ª série, de 12 e 14 anos, foram encontradas por populares na ponte sobre o rio que corta o travessão 180 sul entre o Bairro Pimentolândia e o centro da cidade de Uruará. De acordo com a polícia elas haviam saído de casa para irem para a escola no início da tarde e teriam sido induzidas a ingerir uma mistura de várias bebidas alcoolicas que as deixou embriagadas. As duas foram levadas para o hospital municipal onde foram medicadas. As menores serão submetidas a exames para constatar se houve alguma agressão física as duas ou não. Já que há a suspeita de tenha acontecido uma tentativa de estupro das menores. Em caso do resultado dos exames das estudantes for positivo os menores irão responder pelo crime de estupro de vulnerável. O caso está sendo investigado.

Os menores estão apreendidos na delegacia de polícia de Uruará enquanto a definição do caso é aguardada e os mesmos poderão ficar a disposição da justiça caso forem autuados pelo delito cometido.

Por: Joabe Reis

Justiça suspende liminar que desobrigav​a investigad​ores de registrar B.O.'s


Justiça suspende liminar que desobrigav​a investigad​ores de registrar B.O.'s
O Tribunal de Justiça do Estado do Pará suspendeu a liminar judicial concedida ao Sindicado dos Servidores da Polícia Civil (Sindpol) que desobrigava os investigadores a registrar o boletim de ocorrência policial nas unidades policiais, como Seccionais Urbanas e Delegacias de Polícia, no Estado. A determinação do desembargador Roberto Gonçalves de Moura revoga a decisão da 3ª Vara da Fazenda da Comarca da Capital, que deferiu medida liminar para suspender a Resolução de número 003, de 2012, do Conselho Superior da Polícia Civil do Pará (Consup). Com a suspensão da liminar, a Resolução do Consup, que obriga o investigador de Polícia a registrar o boletim de ocorrência, na ausência ou impossibilidade de o escrivão fazê-lo, sem prejuízo das atividades profissionais, volta a vigorar.
A suspensão da liminar foi fundamentada na supremacia do interesse público. “A Resolução número 003/2012, do Consup, num juízo perfunctório, nada mais fez do que resguardar o interesse público, atendendo as demandas a população, em respeito ao princípio da eficiência da administração pública”, definiu o desembargador na decisão. Para ele, a liminar continuasse em vigor, ocorreria, na linguagem do Direito, o chamado “periculum in mora inverso”, que representa o perigo jurídico, que a manutenção da liminar representaria à preservação da ordem, da segurança e, por fim, à supremacia do interesse público. “Pelos motivos expostos, atribuo efeito suspensivo ao presente recurso tão somente para determinar a suspensão da decisão agravada até o pronunciamento definitivo do Tribunal”, decidiu.
O delegado-geral, Rilmar Firmino, explica que a liminar judicial que desobrigava os investigadores a registrar o boletim de ocorrência, em momento algum, afetou o atendimento nos plantões nas Delegacias e Seccionais, onde o funcionamento ocorreu sem interrupções. Firmino agradeceu ao empenho de investigadores da Polícia Civil que, em grande maioria, prestaram o atendimento à população nos horários de plantões, em períodos noturnos, finais de semana e feriados, inclusive, registrando boletins de ocorrência sempre que solicitado pelo cidadão, mesmo durante o vigor da liminar judicial.
Foi a segunda liminar judicial impetrada pelo Sindpol cassada, este ano, pelo Tribunal de Justiça do Pará. A primeira decisão, de 25 de janeiro, revogou a liminar que suspendia a operação da Polícia Civil denominada “Mão Amiga”. No despacho, a Justiça concluiu que “a atividade não se caracteriza como de policiamento ostensivo, pois está entre as atribuições da Polícia Civil, nos termos do artigo 5º, IX, e artigo 45, ambos da Lei Complementar Estadual nº 022/94”. A Justiça decidiu que a operação policial se trata de uma ação policial destinada à repressão da criminalidade de forma genérica com finalidade específica de fiscalizar a regularidade das atividades de bares, boates e similares, localizados na Região Metropolitana de Belém, de forma a atender os reclamos da sociedade quanto aos abusos cometidos em estabelecimentos que exploram essa atividade comercial, que vão desde ausência de alvará de funcionamento, presença de adolescentes ingerindo bebidas alcoólicas, poluição sonora (o mais comum), exploração sexual infanto-juvenil, dentre outros.

Polícia Civil desarticula quadrilha de assaltantes na região oeste do Pará


Presos
A Polícia Civil desarticulou, na manhã desta terça-feira (02), em Santarém, oeste do Pará, uma quadrilha especializada em diversas modalidades de crimes, como arrombamentos de cofres e de caixas eletrônicos; assaltos em via pública com uso de motocicletas; roubos de motocicletas; fornecimento de armas de fogo e veículos para assaltos, e ainda comércio ilegal de munições. Denominada de Operação “Caixa-Forte”, a ação policial resultou nas prisões de seis pessoas, entre elas um policial militar apontado como líder do bando e responsável pelo planejamento dos crimes.
As investigações apontaram que a quadrilha tinha como base de atuação a cidade de Santarém, onde mantinha parcerias com assaltantes do Estado do Amazonas, para praticar crimes na região oeste do Pará. Somente em Santarém, mais de 10 postos de combustível foram alvos de assaltos cometidos pela quadrilha. Os bandidos também são apontados como os autores do arrombamento no caixa eletrônico do Banco do Brasil, instalado na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), na cidade.
Presos
A Polícia Civil contabilizou na região do oeste paraense ações criminosas cometidas pelo bando nas cidades de Itaituba, Rurópolis, Alenquer, Monte Alegre, Terra Santa, Juruti e Placas. Todos os crimes foram registrados em boletim de ocorrência e estão sob investigação. O trabalho policial foi coordenado pela Superintendência Regional da Polícia Civil no Baixo e Médio Amazonas, com acompanhamento do Comando de Policiamento Regional I de Santarém, do Grupamento Tático Operacional e da Corregedoria Regional da Polícia Militar em Santarém. Os presos são o cabo da PM, Zoilo Cerdeira de Sousa, conhecido como "Cabo Cerdeira"; Jackson Douglas Mendes Mota, de apelido "Jeremias"; Josimar Rui Pinho da Silva, conhecido como "Jobinha" ou "Grugue"; Aldemir Júnior de Oliveira, de apelido "Júnior" ou "Bebezão"; Fábio Rodrigues de Sousa e Marcos Jonatas Araújo da Silva. Conforme a equipe de policiais civis de Santarém, "Jobinha" ou "Grugue" é um conhecido assaltante considerado perigoso com atuação em vários crimes já investigados e com registro de prisões anteriores. Já Aldemir de Oliveira, o "Júnior" ou "Bebezão", é assaltante que já foi preso em outras operações e tem envolvimento em diversos assaltos, tráfico de drogas, com passagem pela penitenciária por diversos crimes.
Objetos Apreendidos
O policial militar é apontado nas investigações como o mentor intelectual do grupo. A prisão do militar foi acompanhada pelo coronel Eraldo Sarmanho, titular do CPR-1, em Santarém. Em poder dos presos, foram apreendidos veículos, motocicletas, armas de fogo, computadores e ferramentas utilizadas nos arrombamentos, além de documentos de veículos, cartões de crédito, munições, cartões de contas de funcionários públicos usados na prática de agiotagem e outros documentos que passarão por análise. Na operação, esteve em atuação todo efetivo operacional da Polícia Civil em  Santarém, e das Unidades de Polícia em Mojuí dos Campos e de Alter-do-Chão, e da Delegacia da Mulher de Santarém, com participação dos delegados Jamil Casseb, Mardnes Tiago, Djalma Pereira e Luiz Paixão. A operação teve na condução das investigações a equipe da 16ª Seccional Urbana de Santarém, sob direção do delegado Nelson Nascimento e procedimentos lavrados pelo delegado Jardel Guimarães, com apoio do delegado Sílvio Birro, titular do NAI (Núcleo de Apoio à Investigação), ligado ao Núcleo de Inteligência Policial.
Segundo o delegado Gilberto Aguiar, superintendente da região do Baixo e Médio Amazonas, a operação resultou de investigações e esforço de equipe policial que acompanhava as atividades criminosas na região. Ele destacou, na operação, a apreensão de equipamentos utilizados nas práticas criminosas que, segundo o delegado, atende as diretrizes operacionais da Polícia Civil, com uso das mais modernas tecnologias de combate ao crime. Ele destaca também a integração entre as unidades da Polícia Civil na região, e o Núcleo de Inteligência Policial (NIP), para o êxito da operação, além da parceria com outros Estados da federação visando identificar os criminosos e desarticular quadrilhas que tentam se instalar nos municípios do oeste paraense, como forma de dar mais segurança à população.

Ministério da Saúde lança programa para diminuir falhas em procedimentos de hospitais


O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançaram ontem (1º) o Programa Nacional de Segurança do Paciente, que tem o objetivo de diminuir "eventos adversos" em pacientes internados, como quedas, administrações incorretas de medicamentos e erros em procedimentos cirúrgicos. Em coletiva à imprensa, a pasta divulgou estudo apontando que 7,6% dos paciente internados passam por esses incidentes e 66% deles são evitáveis.

O programa determina a obrigatoriedade da implantação de Núcleos de Segurança do Paciente em todos os hospitais, públicos ou particulares, para aplicar e fiscalizar regras sanitárias e protocolos de atendimento que previnam falhas. Segundo o Ministério da Saúde, os núcleos devem entrar em funcionamento em 120 dias.

O programa prevê ainda o estabelecimento de seis protocolos nacionais de prevenção de falhas no atendimento, que ainda vão passar por consulta pública. Eles vão trazer regras sobre higienização das mãos em hospitais, cirurgia segura, prevenção de úlcera por pressão, identificação de pacientes, prevenção de quedas e prescrição, uso e administração de medicamentos.

“É importante que os conceitos sejam consensos nacionais, até para que a cobrança sobre a responsabilidade dos profissionais sejam baseadas nesses consensos. [Os protocolos] vão desde coisas bastante simples como a forma e quantas vezes lavar a mão, a forma de identificar um medicamento”, explicou o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Os hospitais serão obrigados a notificar mensalmente a Anvisa sobre a ocorrência desses eventos adversos. Caso os hospitais não sigam as normas do programa, podem ser punidos até mesmo com a suspensão do alvará de funcionamento.

Para Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, o programa vem reposicionar e reafirmar o que deve ser prática no cotidiano dos hospitais. “ Achar que todo mundo faz é o primeiro passo para errar. Muitas vezes os protocolos falam o óbvio, mas ele vem chamar a atenção para essas coisas do dia a dia que permitem uma troca de medicamento, que permitem que um paciente seja tratado no lugar do outro, que um membro seja operado no lugar do outro” disse Barbano.

Fonte: Agência Brasil

EM QUEM CONFIAR: POLICIAL MILITAR DE SANTARÉM É PRESO ACUSADO DE CHEFIAR QUADRILHA PERIGOSA




A Superintendência de Polícia Civil do Baixo e Médio Amazonas deflagrou na madrugada desta terça-feira, 02, em vários bairros de Santarém, a operação denominada “Caixa Forte”, sob comando dos delegados Gilberto Aguiar, Jardel Guimarães, Nelson Silva e Silvio Birro, resultando na prisão de 06 homens.

Eles são acusados de participar de uma quadrilha interestadual, com integrantes de Santarém e Manaus, chefiada pelo cabo da Polícia Militar, Cerdeira.

Policiais civis informaram que a quadrilha é especializada em assaltos a bancos, postos de combustível e arrombamento a farmácias e caixas eletrônicos, onde os integrantes de Santarém formulavam as estratégias delituosas e passavam as coordenadas para os bandidos de Manaus, os quais executavam o crime.

Com a quadrilha foram apreendidas duas motocicletas, de marca Honda, de placas NSL – 3891 e NSQ – 9949; um veículo; equipamentos de arrombamento, como pé de cabra, marretas, alicate de pressão; cartões de bancos; um noot book; talão de cheque; celulares e dinheiro.

Além do cabo PM Cerdeira, também foram presos na ação policial os integrantes da quadrilha, Aldemir Júnior de Oliveira, Josimar Pinho da Silva (27 anos), Fábio Rodrigues de Sousa, Marcos Jonatas Araújo da Silva (41 anos) e Jackson Douglas Mendes Mota.

O delegado Jardel Guimarães destaca que os investigadores fizeram a operação que culminou no cumprimento de mandados de busca e apreensão, assim como prisão temporária contra a organização de vários integrantes de uma quadrilha interestadual. Ele explica que apenas o núcleo de Santarém foi desmembrado.

“Eles praticavam diversos furtos, bem como são especializados em arrombamentos de cofres, de onde subtraiam quantias elevadas. Juntamente com o restante da quadrilha que vinha do Estado do Amazonas, praticavam o delito e no mesmo dia deixavam Santarém em companhias aéreas”, detalha Dr. Jardel Guimarães.

Segundo ele, entre os diversos furtos e arrombamentos praticados pela quadrilha estão os postos de combustível Tambaú e Nacional, a farmácia Extrafarma, além de tentar explodir o caixa eletrônico localizado dentro da Ulbra, culminando na prisão dos integrantes da organização criminosa.

“A operação já vinha sendo monitorada há bastante tempo e contamos com o trabalho de inteligência policial, o Núcleo de Apoio a Investigação (NAI) deu apoio total, para que a Polícia Civil pudesse monitorar essas pessoas, prender e fazer o desmembramento do núcleo que faz parte de vários delitos na nossa cidade, sendo uma quadrilha bastante organizada”, afirmou o delegado Jardel Guimarães.

Fonte: RG 15/O Impacto

Altamira: Criança de 1 ano morre afogada depois de cair de uma palafita.

Na cidade de Altamira, Oeste do Pará, um caso lamentável chocou moradores de uma área baixa da cidade, conhecido como Olarias, o fato aconteceu neste domingo (31), durante uma operação policial, a imagem por um militar mostra o desespero de amigos e parentes em meio a água suja tentando encontrar uma menina que estava desaparecida.

Alguns policias estavam próximos atendendo uma ocorrência e foram ajudar. Segundo informações do Sargento Francinaldo Quaresma, a mãe teria saído para olhar a ação da polícia, quando a criança se desequilibrou e caiu na água, a garota ficou submersa por mais de dez minutos, o sargento ainda realizou os primeiros socorros enquanto aguardava a chegada da ambulância, mas infelizmente já era tarde, a criança já não apresentava mais os sinais vitais.

“Fizemos de tudo, paramos a operação para tentar salvar essa criança” Disse Sgtº Francinaldo ao site Altamira Hoje.

Na manhã desta segunda-feira familiares desconsolados com a situação, Rosangela Rodrigues denuncia a demora na retirada das famílias de áreas alagadas, a mãe da menina passou o dia tentando agilizar a retirada do corpo do bebe do Instituto Médico Legal, para onde ela foi levada para uma autopsia.

A fatalidade chocou moradores, e revoltou familiares como o Pai da garota que não quis se identificar, mas disse que não sabe como vai viver sem a filha.

Por: Felype Adms (com informações de Meire Dias).
Imagem: Leandro Silva.

FLAMENGO VAI PROCESSAR JORNAL DE MANAUS POR TERMO OFENSIVO


O Flamengo, através do seu departamento jurídico, vai processar o jornal "A Crítica", de Manaus, que na sua edição da última segunda-feira publicou uma tabela de classificação onde estava escrito ao invés de Flamengo o termo pejorativo “Flamerda”.

Isso ocorreu após a derrota do Rubro-Negro para o Audax, por 2 a 1, na tarde do último domingo, em partida realizada no estádio de Moça Bonita. Com o resultado, o time de Jorginho, praticamente, deu adeus ao Campeonato Carioca por causa da diferença de oito e seis pontos, respectivamente, para Resende e Fluminense, restando apenas nove em disputa.

Jornal que chamou o Flamengo de Flamerda

G1

Pará será declarado livre da febre aftosa em maio


O Pará vai ser declarado um estado livre da febre aftosa a partir de maio deste ano. O anúncio foi feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que prevê que no próximo mês, além do Pará, sete estados da região Nordeste concluam a erradicação da febre Essas áreas serão reconhecidas nacionalmente como livres da doença e a expectativa é de que haja também o reconhecimento desse status pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2014.
O Mapa pretende enviar um relatório à OIE até julho deste ano, mas solicitou às autoridades estaduais que seja finalizada a implementação das medidas estruturais e técnicas indicadas para fortalecimento dos serviços veterinários oficiais da região, que dependem dos governos estaduais.
De acordo com o Mapa, ao longo dos dois últimos anos foram feitos nestes estados um trabalho de estruturação que teve investimentos de R$ 34,8 milhões. A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério, juntamente com os serviços veterinários oficiais dos estados do Pará, Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte intensificaram as ações de estruturação e vigilância a partir de 2008. A Bahia e Sergipe são os únicos estados nordestinos reconhecidos como zonas livres da aftosa, até o momento.
Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Ênio Marques, uma das exigências para obter o certificado da OIE é que os estados brasileiros passem por uma metodologia de amostragem. "É feita inspeção clinica e colheita sorológica em uma grande parte dos animais dessa região para avaliar a ausência da circulação viral", disse. Desde o segundo semestre de 2012, foram monitoradas mais de 1,7 mil propriedades rurais e mais de 71 mil animais investigados por amostra, aleatoriamente, levando em consideração critérios científicos reconhecidos internacionalmente. O estudo está previsto para encerrar no início do mês de maio.
No Brasil, 89% do rebanho de bovinos e bubalinos, ou 185 milhões de cabeças, está em zona livre de febre aftosa, que representa 60% do território nacional. Com a possibilidade de inclusão de mais 22 milhões de animais nos oito estados em análise, o percentual passaria a ser de 99%. Após esse processo, faltarão os estados do Amapá e Roraima e parte do estado do Amazonas serem reconhecidos como livre de febre aftosa.
Em 1992, o Governo Federal lançou o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA). A primeira zona livre foi conquistada em 1998. A execução do programa é compartilhada entre os diferentes níveis de hierarquia do serviço veterinário oficial e tem a participação do setor privado.
(Diário do Pará)

Policiais civis falam sobre alerta de greve


O Sindicato dos Policiais Civis do Pará (Sindpol/PA) realiza na tarde desta segunda-feira (1ª) uma coletiva de imprensa para tratar sobre a ameaça de greve da categoria, após o adiamento da reunião entre os policiais e representantes da Secretaria de Estado de Administração (Sead) para fazer a negociação salarial dos servidores.
O Sindpol caracteriza como falta de respeito o adiamento da reunião pela Sead, que seria realizada nesta terça-feira (2), mas foi remarcada para o dia 12 de abril, afirmando que a secretaria muda a data apenas para ganhar tempo antes de realizar o reajuste salarial.
De acordo com o sindicato, a categoria se encontra Assembléia Geral permanente desde o dia 1ª de março, e que os policiais ainda não entraram em estado de greve apenas pelo compromisso com a segurança pública e a sociedade.
O Sindipol ainda afirma que os dados apresentados pela Sead sobre o salário da Polícia Civil do Pará ser o quarto melhor do Brasil tem como base a remuneração dos servidores com nível superior, e que mais de 90% dos policiais recebem remuneração de nível médio, com vencimento base de R$ 678,00, valor esse que, acrescido de vantagens, chega à R$2.962,86, ficando como o 12ª no ranking nacional.
(DOL com informações do sindipol)

Onze mulheres estão na lista de ameaçados de morte


Das 38 pessoas diretamente ameaçadas de serem assassinadas no sul e sudeste do Pará, onze são mulheres. Se antes elas carregavam a sina de serem viúvas de lideranças sindicais rurais que precisavam cuidar do que restara da família, nos últimos anos o próprio papel de líderes no campo colocou mais mulheres na rota das balas. A violência agrária já não escolhe sexo.
Um dos nomes que chama a atenção atualmente é o de Laísa Santos Sampaio. Irmã da extrativista Maria do Espírito Santo, assassinada em Nova Ipixuna em 2011, Laísa é o alvo da vez no município. Ela e o marido José Maria Gomes Sampaio, o Zé Rondon, estão sendo ameaçados de morte desde o assassinato de Maria e José Cláudio Ribeiro da Silva. Há exatamente um ano, no dia 30 de março de 2012, uma pessoa foi até a porta da casa de Laísa e matou a tiros o cachorro do casal. Um gesto intimidador. Nos dias seguintes, foram disparados tiros próximos à casa de Laísa e Zé Rondon.
Laísa já não dorme tranquilamente e não pode sair de casa sem acompanhamento. A rotina pessoal mudou, afetando diretamente a organização social da família, na relação com os filhos e no trato da lavoura e do extrativismo no lote do casal. A Comissão Pastoral da Terra acredita que as ameaças têm sido feitas por pessoas que provavelmente fizeram parte do consórcio dos proprietários de terras, madeireiros e carvoeiros que assassinou José e Maria. As ameaças de morte foram registradas na Delegacia de Conflitos Agrários do Sudeste do Pará (DECA).
A situação de Laísa chama a atenção. Nos próximos dias, com o julgamento do caso de Nova Ipixuna, os olhos do Brasil e do mundo estarão voltados para a situação agrária no município. Mas há outros casos similares nesse pedaço do Pará.
Em Rondon do Pará, Zuldemir Santos Jesus, a "Nicinha" e Maria Joel Dias Costa são nomes conhecidos pela intensa participação na organização de trabalhadores rurais. Zuldemir faz parte da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Pará. É um sindicato visado. Vários trabalhadores rurais e lideranças do STR já foram assassinadas nas últimas décadas. Entre eles, Alfim Alves, José Dutra da Costa e Ribamar Francisco.
Zuldemir recebeu proteção da Força Nacional entre outubro de 2011 a maio de 2012. Continua sendo monitorada, à distância, pela Sociedade de Defesa dos Direitos Humanos. Depois da retirada da segurança ostensiva da Força Nacional, 'Nicinha' deixou de acompanhar regularmente as atividades do Sindicato por se sentir insegura.
DIALETO DO MEDO
Insegurança passou a fazer parte do vocabulário de Maria Joel Dias Costa, coordenadora regional da Fetagri, desde a morte do marido, o sindicalista José Dutra da Costa, o Dezinho, assassinado em Rondon do Pará no dia 21 de novembro de 2000, a mando dos fazendeiros Décio José Barroso Nunes e Lourival de Sousa Costa.
Depois da morte de Dezinho, Maria Joel assumiu a direção sindical de Rondon em substituição ao marido. Assumiu também a luta pela apuração do assassinato de Dezinho e de outros trabalhadores assassinados no município em razão dos conflitos pela terra. Passou então a receber ameaças de morte. Por isso há seis anos foi inserida no Programa de Defensores de Direitos Humanos e passou a ter proteção ostensiva 24 horas.
"Não saio mais desacompanhada", diz Regina Maria Gonçalves Chaves, em Eldorado dos Carajás. Regina é presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município. No dia 15 de junho de 2012 um grupo de fazendeiros invadiu a sede do sindicato e a ameaçou diretamente. "Os fazendeiros deixaram um recado: estariam com grupos armados à espera de qualquer tentativa de ocupação por parte dos movimentos sociais", diz ela. Dias depois, pessoas estranhas foram vistas rondando a sede do sindicato e à procura de Regina na casa dos familiares dela.
BALA NA CARNE
Além do medo, Graciete Souza Machado convive com um indesejado inquilino no próprio corpo. Uma bala alojada a apenas dois centímetros da coluna vertebral. Resultado direto do envolvimento dela com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais no município de Breu Branco.
Em 2010, um grupo de 1.500 famílias de trabalhadores rurais, coordenado por Francisco Alves de Macedo ocupou a fazenda Castanheira, próxima a Breu Branco. Graciete Souza Machado, filha de Francisco Macedo, assumiu liderança do grupo junto ao pai. No dia 11 de outubro de 2010, pistoleiros tentaram assassinar pai e filha. Graciete foi baleada. Cinco meses depois Francisco Alves foi morto por pistoleiros. Num caso raro, os mandantes do crime estão presos, mas alguns pistoleiros continuam soltos e fazendo ameaças.
"Eu sou ameaçada de morte desde 2010. Não temos liberdade para sair de casa com nossas crianças. Vivemos totalmente inseguros e com muito medo, pois a qualquer momento, como aconteceu com o meu pai, pode acontecer comigo. Eu tenho muito medo. Se pudessem ajudar com o meu tratamento médico já seria muito bom", diz ela.
Em Santana do Araguaia, Elizabete Lima da Silva ficou frente a frente com o pistoleiro contratado para matá-la. "Não vou fazer o serviço", disse o pistoleiro de nome 'Amaral'. Isso não bastou para tranquilizar a integrante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santana do Araguaia e coordenadora da Associação 'Deus por nós'.
Elizabete atua num projeto de assentamento criado na década de 80. A maior fazenda dentro do projeto é uma terra de 400 alqueires, ocupada ilegalmente, segundo a Comissão Pastoral da Terra, pelo fazendeiro João Moreira. O grupo de acampados da Associação "Deus por nós" tomou conhecimento da situação irregular da fazenda e ocupou a área em 2009.
Logo depois da ocupação, um pistoleiro não identificado foi até a casa da mãe de Elizabete e disse para ela sair da fazenda, caso contrário seria morta. Pessoas desconhecidas voltaram à casa da mãe de Elizabete outras vezes, com ofertas que chegaram a R$ 100 mil, para que Elizabete desistisse. Em vão. Como retaliação, em agosto de 2010 um grupo de aproximadamente 20 homens armados e encapuzados expulsaram os acampados da fazenda. Uma pessoa foi baleada na perna.
A líder rural teve que se esconder em uma mata próxima, enquanto ouvia os pistoleiros dizendo, que "era para matar a Elizabete".
Os procuradores do Incra já ingressaram com uma ação de reintegração de posse da área perante a Justiça Federal, para retirar o fazendeiro João Moreira. O processo está parado em razão de um conflito negativo de competência. Elizabete Lima da Silva convive com o medo e a intranquilidade. Sabe que corre sérios riscos, por apoiar os trabalhadores rurais do Acampamento Pé da Serra.
(Diário do Pará)

CPI do Tráfico Humano ouve o diretor de Belo Monte


O diretor da área de qualidade, meio ambiente, segurança e saúde ocupacional do consórcio construtur da UHE de Belo Monte, Antônio Carlos de Oliveira, será ouvido nesta terça-feira (2) pelos deputados da comissão parlamentar que investiga o tráfico de pessoas no país. A reunião será realizada no Plenário, a partir das 10h.
Na quinta-feira (4), a comissão realiza audiência pública no Recife, na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, a partir das 15h. Na sexta-feira (5), os deputados da CPI vão à João Pessoa, na Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, a partir das 9h.
Na próxima semana, na terça-feira (9), às 10h está marcada uma audiência com o vereador de Rio Branco, Fernando Martins e com presidente da Federação de Agricultura do Acre, Assuero Doca Veronez. O local não foi definido.
Fernando Martins e Assuero Veronez foram convocados para falar sobre a operação 'Delivery', realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Acre que investigou uma rede de prostituição e exploração sexual, constituída em Rio Branco envolvendo mulheres com idade entre 14 e 18 anos.
Atuação no Pará - No mê de fevereiro, a Comissão esteve no município de Altamira, sudoeste paraense e constatou várias irregularidades. Os deputados estiveram na 'Boate Xingu', estabelecimento que funciona nas proximidades do canteiro de obras de Belo Monte. No local, 34 pessoas, entre mulheres, adolescentes e travestis, foram libertadas após operações da Polícia Civil e do Conselho Tutelar. As vítimas eram mantidas em cárcere privado e obrigadas a se prostituir.
De acordo com o presidente da CPI do Trabalho Escravo, deputado Cláudio Puty (PT-PA), o local se encontra em absoluta degradação. 'Já estive em áreas onde foram encontrados trabalhadores em condições análogas à escravidão, mas nunca tinha visto quartos com fechadura aberta apenas pelo lado de fora. As meninas eram traficadas e exploradas sexualmente. Eram escravizadas por dívidas e não tinham o direito de ir e vir. Um calor que se aproximava de 50 graus, quartos sem janelas. Chocante, absolutamente chocante'.
Com informações de Odacil Canepa (Sucursal em Brasília)

Menino de 10 anos brinca com arma e dispara contra a própria cabeça no PA


Um menino de 10 anos baleado na cabeça morreu após ser transferido nesta segunda-feira (1°) para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua. Ela veio da localidade de "Rio do Meio", em Tracuateua no nordeste do Pará. Segundo a polícia, o menino estaria brincando com uma arma caseira, na tarde do último domingo (31), quando houve o disparo.
O delegado do município e uma equipe do Instituto Médico Legal foram até o local para fazer perícia. A criança chegou a ser levada para o Hospital de Bragança, mas precisou de cuidados especializados e passa por avaliação no hospital metropolitano.
Fonte: G1 Pará

VIOLÊNCIA CONTINUA AUMENTANDO EM ALTAMIRA, ONDE VAMOS PARAR?



No Bairro Independente 1 em Altamira, na região Oeste do Estado, mais um caso lamentável da escalada da violência na cidade,  na Rua acesso 4 por volta de meia noite deste domingo um rapaz foi morto a tiros no momento em que quatro  pessoas trafegavam  em  uma motocicleta quando foram alvejadas com os disparados por dois homens que vinham em uma outra moto.

As 4 vitimas caíram da moto,  duas delas baleadas com ferimentos gravíssimos,  o rapaz identificado como Cleiton morreu na hora. A mulher que também estava na moto foi levada para o hospital regional onde morreu minutos depois. As outras duas pessoas também  levadas para o hospital tiveram ferimentos, mas passam bem.

As vítimas que sobreviveram, não souberam identificar os autores dos disparos. projeteis  foram encontrados no chão, peritos do iml estiveram no local , as policias civil e  militar foram  acionadas e ainda fizeram buscas. O veiculo foi recolhido para a delegacia por agentes do demutran.  Com depoimentos das duas testemunhas que sobreviveram, a polícia iniciou uma linha de investigação para prender os acusados.

Em duas semanas essa é a 3ª morte na mesma rua, o autônomo Francisco Pereira de 49 anos, também foi morto a tiros, ele entrava em casa em plena segunda-feira quando foi baleada, e faleceu durante a noite do mesmo dia, no Hospital Regional. Moradores estão assustados com a violência na cidade.

PERGUNTAS QUE POUCA GENTE FAZ:

Depois de Belo Monte, CCBM, e tantas grandes empresas na cidade, por que, o efetivo militar em Altamira continua praticamente o mesmo, por que não temos delegados o suficiente na cidade e na região, porque as viaturas vivem mais quebradas do que rodando.

Que tipo de policia paraense é essa, que se abriga dentro de canteiros de obras, de uma empresa privada, enquanto na cidade, o crime mede forças com a Lei?

Tá certo isso? Ou só eu (FELYPE ADMS) penso errado?

Se alguém tiver a resposta comente.

Por: Felype Adms.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

1º DE ABRIL: DIA QUE NEM TODA MENTIRA É PERMITIDA



Quem nunca mentiu na vida que atire a primeira pedra. Seja por medo, vergonha, ou até por brincadeira, o hábito de mentir faz parte do cotidiano social e muitas vezes é uma forma de evitar conflitos e magoar as pessoas. Para quem gosta de uma mentirinha do bem, o dia 1° de abril é a data para comemorar e se divertir com esse costume secular. Já para quem fez da mentira o pano de fundo da própria vida, hoje é um dia de reflexão de conduta.
De acordo com a psicóloga Niamey Grahen, o ato de mentir surge ainda na terceira infância, geralmente por motivos fantasiosos e infantis. “A mentira da terceira infância, entre os sete e dez anos de idade, é a mentira por fantasia, quando a criança conta coisas que queria ter feito ou vivido. A criança desta idade já tem a noção do que é certo e o que é errado, mas em geral são mentiras sem maldade, por fantasia ou por medo de ser punida”, explica. “Se uma criança percebe que o pai ou a mãe mente, seja por motivos pequenos, como ao receber uma ligação mandar dizer que não está em casa, embora esteja, a criança vai achar que esse tipo de atitude é normal, correto, e vão passar a dissimular e seduzir para alcançar os objetivos”.
Da mentira lúdica na infância até a idade adulta, o ato de mentir vai ganhando novos contornos, influenciados principalmente pela convivência em sociedade. A necessidade de aprovação, ou mesmo o desejo de evitar atrito com outras pessoas, motivam as chamadas ‘mentiras sociais’. “A mentira social é aquela dita para evitar um mal estar social, como quando alguém pergunta para você se está bonito e você diz que sim, embora a pessoa não esteja. Ou mesmo quando alguém lhe cumprimenta e pergunta se você está bem e a resposta é sim, não que seja verdade”, afirma a psicóloga. “Nem tudo que a gente acha que é sinceridade é para se falar. Existe hora, local, pessoa e momento certo para isso. É preciso ter bom senso e capacidade de percepção”.
“Já perdi as contas de quantas vezes menti, seja a mentira social quanto a anti social!”, brinca André Dias, 42. O autônomo acredita que uma mentirinha à toa não faz mal pra ninguém, mas que a coisa muda de figura quando se trata de coisas mais sérias. “Adoro contar potocas, pra mim é uma terapia. Gosto de brincar, mas com coisa séria eu não consigo, é algo da minha índole. Principalmente relacionado a questões profissionais. Nunca passei ninguém pra trás nem ganhei benefícios com mentiras”.

O DIA
O dia 1° de abril foi intitulado como o Dia da Mentira ainda na França, quando o Rei Carlos IX, instituiu o dia primeiro de janeiro como o início do ano. Muitas pessoas se confundiram com a nova data, já que antes era comemorada do dia 25 de março à 1° de abril, e continuaram comemorando o ano novo neste período. Isso virou motivo de gozação entre as pessoas que adotaram a nova data, e passaram a fazer brincadeiras e enviar presentes estranhos às pessoas.
Ainda hoje a data é lembrada na França por meio dos famosos trotes, como lembra o turistaCédric Polumar. “Uma vez eu resolvi fazer uma brincadeira de 1° de abril com a minha tia. Liguei pra ela fingindo ser um apresentador e disse que ela tinha ganhado um prêmio em dinheiro. Ela ficou muito feliz. Daí ‘enviei’ o prêmio, e quando ela abriu o pacote era um peixe!”, ri.

Fonte: DiarioOnline