piauienses Antonio Bernardo dos Santos Pereira, conhecido como "Tonho", e Genival dos Santos Pereira, conhecido como "Jhone", acusados de serem os executores da chacina no Assentamento da Fazenda Estiva, zona rural de Conceição do Araguaia, sudeste paraense, em 16 de fevereiro deste ano. O casal de agricultores Leidiane Souza Soares, 30 anos, e Washington Miranda Muniz, 42, e seus filhos Júlio César Souza Muniz, 11; Wesley Washington Souza Muniz, 15, e Samylla Letícia Souza Muniz, 12, e do sobrinho do casal Matheus Sousa Barros, 14, foram mortos a golpes de facão e tiros. O crime foi motivado por disputa por lote de terra entre ocupantes. A apresentação dos presos foi realizada durante entrevista coletiva a jornalistas, presidida pelo delegado-geral, Rilmar Firmino, com as presenças do secretário adjunto de gestão operacional da Secretaria de Segurança Pública, coronel Hilton Benigno; do diretor de Polícia do Interior, delegado João Bosco Rodrigues; dos delegados Antonio Miranda, superintendente da Região do Araguaia Paraense, e Valdivino Miranda, diretor da Delegacia de Conflitos Agrários de Redenção, e do coronel Simão Salim, subcomandante do Comando de Operações Especiais da PM do Pará. A família vivia em um lote disputado por dois irmãos, conhecidos como "Oziel" e "Oliveira", que teriam abandonado a área, mas estariam querendo o terreno de volta. As investigações colocaram os irmãos como suspeitos inicialmente de terem contratado pistoleiros para matar a família, mas, no decorrer da apuração do caso, o envolvimento dos dois no crime foi descartado.











