Especialistas orientam os pais de crianças e adolescentes sobre o acesso à internet e explicam que a rede deve ser usada de forma pedagógica. Na rede pública de ensino, os educadores têm a mesma preocupação e ficam atentos as redes sociais.
“Eles tentam, mas a gente vai e bloqueia porque não pode”, diz uma professora. “[meus pais] têm medo de alguém conversar comigo e eu não conhecer essa pessoa”, conta a aluna Tamara Catarina.
Os dois filhos do empresário Eduardo Costa passam pelo menos três horas na frente do computador, mas só com a supervisão dos pais, que impõem limites. “Você tem que ter um horário para terminar o uso da internet e fazer outra coisa, conviver, passear e ver a qualidade do que ele está fazendo, que jogo está jogando e que ambiente virtual que ele está acessando”, explica o empresário.
Em um escola particular de Belém, mais de 50% dos estudantes já vão para a aula conectados à internet, através de smartphones ou tablets. “Nós precisamos sim utilizar alguns sites e programas desde que tenha a ver com o objetivo da sala de aula e que vá contribuir pedagogicamente para a formação deles”, explica a psicóloga Solange Frazão.
Cuidados na internet
As pessoas que utilizam a internet não devem conversar com estranhos, precisam ter atenção com fotos e vídeos, pois conteúdos digitais podem ser espalhados sem nenhum controle e com informações falsas.
As pessoas que utilizam a internet não devem conversar com estranhos, precisam ter atenção com fotos e vídeos, pois conteúdos digitais podem ser espalhados sem nenhum controle e com informações falsas.
“Os criminosos procuram utilizar ferramentas que atraiam a criança ou o adolescente, causando a falsa sensação de amizade para depois conseguir usar meios criminosos”, explica a delegada Vanessa Lee.









