quarta-feira, 16 de abril de 2014

Terra Indígena Cachoeira Seca foi alvo de ação do Ibama contra o desmatamento ilegal

Denúncias da Funai e da comunidade indígena Arara sobre a exploração ilegal de madeira na Terra Indígena Cachoeira Seca, nos municípios de Uruará e Placas, no Pará, levou o Ibama a realizar uma operação de fiscalização que resultou em multas no valor de R$ 7,5 milhões e 700 hectares de área embargada no interior da terra indígena.
Foram apreendidos três tratores, um caminhão adaptado para carregar toras, uma serraria portátil, quatro motosserras, três espingardas e 57 metros cúbicos de madeira em tora. A ação aconteceu entre os dias 05 e 10 de abril com o apoio de servidores da Funai e de agentes da Polícia Federal.
Ainda foram destruidas duas serrarias portáteis e um trator encontrados abandonados no interior da terra indígena juntamente com madeira extraída da área. O maquinário foi destruído com o objetivo de cessar o dano ambiental que os equipamentos continuariam causando na área.


Fonte: Sistema regional deComunicação Com informações Ascom/Ibama

Começa a corrida para licitar a usina de Tapajós


Com uma audiência pública marcada para o próximo dia 29, o governo inicia oficialmente a corrida para licitar, ainda este ano, as primeiras hidrelétricas da Bacia do Rio Tapajós, no Pará, considerada a nova fronteira hidrelétrica brasileira. A audiência discutirá a Avaliação Ambiental Integrada (AAI) da bacia, divulgada na última sexta-feira, que aponta impactos cumulativos dos sete aproveitamentos hidrelétricos identificados na região, que somam uma potência de 14,2 mil megawatts (MW). O objetivo é tentar evitar a repetição dos conflitos que retardaram as obras de Belo Monte, no Rio Xingu, maior usina em construção no país.

A primeira licitação da bacia do Rio Tapajós está prevista para ocorrer ainda este ano. Será a usina de São Luiz do Tapajós, com potência instalada de 6.133 mil MW. O planejamento do setor elétrico prevê ainda outra usina na região com início de operações até 2020, Jatobá, com potência instalada de 2.338 MW. Juntas, as duas têm capacidade para gerar o mesmo volume de Belo Monte - que, embora tenha potência de 11.233 MW, garante a entrega de 4.571 MW médios durante o ano, 80 MW médios a menos do que a energia firme das primeiras hidrelétricas da bacia hidrográfica do Tapajós.

O porte dos novos projetos e os impactos sobre a floresta amazônica e comunidades indígenas leva a crer que a batalha pela sua aprovação será semelhante à de Belo Monte, que envolveu até celebridades internacionais, como o cineasta James Cameron, diretor do filme Avatar - que esteve em Altamira, no Pará, para protestar contra a obra. "Obviamente, o governo terá que travar uma batalha jurídica e contra ONGs internacionais", diz Nivalde de Castro, do Grupo de Estudos de Energia Elétrica do Instituto de Economia da UFRJ(Gesel).

A própria Avaliação Ambiental Integrada é um passo no sentido de tentar vencer resistências ao projeto. O trabalho não é previsto em lei, mas sua ausência tem sido usada como argumento para ações do Ministério Público para embargar projetos hidrelétricos no país. O documento divulgado na última sexta-feira aponta, como principais impactos, alterações ecológicas, bióticas e pesqueiras, fragilidade na conservação florestal pelo incremente da atividade econômica, remoção de residências em áreas que serão alagadas e indução a conflitos étnicos em territórios indígenas Munduruku - este último, um dos pontos mais sensíveis na discussão sobre as obras na Amazônia.

Anteontem, representantes do Grupo de Estudos Tapajós formado por Eletrobras, Eletronorte, GDF SUEZ, Cemig, Copei, Neoenergia, EDF, Endesa Brasil e Camargo Corrêa -, da Secretaria Geral da Presidência da República e da Fundação Nacional do índio (Funai) estiveram na aldeia Praia do Mangue, em Jacareacanga, para negociar cronogramas. "Eles queriam saber como queremos que sejam feitas as consultas prévias aos povos indígenas, que são exigidas pela convenção 169 (da Organização Internacional do Trabalho)", conta Waldelírio Manhuary, uma das lideranças da etnia munduruku, que tem uma população de cerca de 12 mil pessoas na região do Tapajós.

No ano passado, os mundukuru da região do Tapajós foram a Altamira protestar contra o aproveitamento hidrelétrico dos rios da Amazônia. O grupo passou oito dias ocupando o canteiro de obras de Belo Monte. Agora, Manhuary diz que vai consultar o Ministério Público para definir uma estratégia de ação nas discussões sobre as hidrelétricas da Bacia do Tapajós. "Com certeza a construção das usinas vai afetar aldeias", diz.

"A questão indígena é o principal desafio para a construção das usinas", comenta Adriana Coli Pedreira, advogada especialista em energia do escritório Siqueira Castro e membro do Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico. "E percebemos que o governo quer fazer diferente de Belo Monte, com o estabelecimento de um diálogo prévio com as partes afetadas, para que se sintam parte do processo", completa. O consórcio responsável pelos estudos trabalha agora para finalizar o Estudo de Impacto Ambiental, que vai nortear o processo de licenciamento. Pelo modelo do setor elétrico, uma usina só pode ir a leilão se tiver a licença prévia.

A Bacia do Tapajós é considerada fundamental, por especialistas, para garantir o crescimento do parque gerador brasileiro. A maior parte dos projetos, porém, está em áreas virgens, ainda sem presença do homem. Para vencer resistências, a Eletrobras chegou a desenvolver um projeto de usina plataforma, sem ligação rodoviária com cidades para evitar o desmatamento das margens das estradas. Segundo a proposta, os trabalhadores seguiriam o esquema de rodízio utilizado nas plataformas de petróleo em alto mar, com turnos de duas semanas contínuas de trabalho. Mesmo assim, organizações ambientais se preocupam com o potencial impacto durante as obras.

"O setor elétrico vive um dilema: ou aproveitamos o potencial da Amazônia ou geramos termelétricas mais poluentes", afirma Castro, reforçando avaliação repetida pela área energética do governo. "Vemos com bastante preocupação as ações de grupos contrários a hidrelétricas, que têm levado o Brasil a bater recordes de emissões para gerar energia" .conclui. A última fronteira já licitada foi a Bacia do Teles Pires, entre o Mato Grosso e o Pará, que é um dos afluentes do Tapajós.

A nova fronteira da Bacia do Tapajós inclui outro afluente, o Rio Jamanxim, e tem impactos mais presentes nos municípios de Itaituba, Trairão e Jacareacanga, segundo a Avaliação Ambiental Integrada. Na região, há sete terras indígenas delimitadas e quatro em estudo, além de 24 unidades de conservação. O estudo identificou ainda uma série de questões fundiárias, relativas a atividades econômicas em terras não regularizadas, e extração mineral. Apenas para as duas primeiras usinas, está prevista uma área alagada de 552 quilômetros quadrados, o equivalente à área alagada de Belo Monte.

Brasil Econômico

PLACARÁ 2014 TEM A PARTICIPAÇÃO DE 75 COMPETIDORES E CENTENAS DE EXPECTADORES

O piloto Vítor Sperotto se destacou na categoria iniciante e garantiu o título para Brasil Novo

Realizado neste fim de semana (12 e 13 de abril) o PLACARÁ 2014, um dos maiores eventos esportivos da região. 75 pilotos de vários municípios participaram da competição, dividida em três categorias: máster, sênior e iniciantes.
O governo Uruará Pode Mais através da SELCTUR apoiou o evento. O prefeito Everton Banha explicou que o PLACARÁ merece total atenção e apoio do governo municipal. “Nosso governo apoia o esporte. O Placará é motivo de alegria, pois além de incentivar o esporte, a presença de vários turistas, gera uma movimentação financeira para ambos os municípios”, disse. 
O organizador do evento, Paulo Gordo, explicou que o Placará nasceu de uma brincadeira entre nove amigos, quando Uruará não tinha opção de lazer. O sonho desses pilotos era correr de moto no Piocerá, em um enduro de Moto Cross que é realizado do Piauí para o Ceará. “Mas, como faltavam recursos para o deslocamento foi que resolvemos fazer o enduro de Placas a Uruará, onde batizamos de Placará”, explica.
O placará é o maior enduro de motocross com obstáculos do Estado do Pará. A média de participantes é entre 50 a 75 pilotos todos os anos. A largada acontece em Placas, há quatro quilômetros no sentido à Rurópolis, onde os pilotos entram no primeiro travessão, retornam para Placas, de onde seguem no sentido a Uruará entrando em diversas trilhas.
O Placará é um evento devidamente registrado na CBM (Confederação Brasileira de MotoCross) e a FEPAM (Federação Paraense de Motociclistas) e faz parte do calendário esportivo do Estado. A premiação depende muito da pontuação do piloto, aqueles que mais pontuarem esses são os vencedores, a pontuação é feita pelos fiscais que ficam nos pontos estratégicos marcando o horário que cada piloto passa naquele local.
A largada oficial aconteceu às 09h00min da manhã, onde todos os 75 competidores se deslocaram de Placas em destino ao Município de Uruará. “O tempo não é o maior desafio, mas sim a regularidade do tempo em cada trecho percorrido durante a prova”, explica Paulo Gordo.
Durante a noite do domingo, o prefeito Everton Banha, a equipe organizadora e autoridades municipais, realizaram a entrega dos troféus aos vencedores do PLACARÁ 2014, nas três categorias: máster, sênior e iniciante.
Veja os cinco primeiros colocados e a premiação de cada categoria do Placará 2014.

Categoria Master:
1º Modelo – Uruará
2º Evandro - Medicilândia
3º Sidney Cabru – Santarém
4º Edgar – Uruará
5º Carlos Cabru – Santarém 

Categoria Sênior:
1º Cezar Rest – Uruará
2º Dudu – Uruará
3º Devair – Uruará
4º Ayke – Uruará
5º Vicente Neto – Uruará

Categoria Iniciantes:
1º Vitor – Brasil Novo
2º Leandro – Uruará
3º Macuxi – Uruará
4º Diego Cross - Placas
5º Yuri – Uruará

Placará 2014
Organização: Paulo Gordo
Apoio: Prefeitura Municipal de Uruará e Prefeitura de Placas 

POR: ASCOM/PMU

Justiça ordena que Norte Energia cumpra condicionante de Belo Monte para proteger Terras Indígenas


A Justiça Federal obrigou a Norte Energia S.A a cumprir uma das condicionantes indígenas da usina de Belo Monte, que trata da proteção territorial das Terras Indígenas impactadas pelo intenso fluxo de migrantes que a obra atraiu para a região. Essa condicionante está com várias pendências e, de acordo com o juiz Frederico de Barros Viana, a falta de proteção territorial pode “ocasionar prejuízos irreversíveis às comunidades indígenas afetadas pelo empreendimento hidrelétrico”. Ele impôs multa de R$ 50 mil por dia à empresa em caso de descumprimento da decisão.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) ficou responsável por apresentar um novo cronograma para implantação da proteção territorial, no prazo de 20 dias. Em caso de descumprimento, o juiz determinou multa de R$ 10 mil por dia à Funai. Depois da apresentação do cronograma pela Funai, a Norte Energia deve iniciar imediatamente o atendimento da condicionante, que está atrasada em pelo menos 2 anos.

“Decorridos mais de 2 anos da celebração do Termo de Compromisso com a Funai e da elaboração do Plano Emergencial de socorro às comunidades indígenas afetadas pelo empreendimento, a própria Nesa informa em sua manifestação acerca do pedido liminar que não cumpriu integralmente estas obrigações, tendo construído apenas 6 unidades de proteção”, diz a decisão judicial. Mesmo as poucas guaritas – eram previstas pelo menos 21 bases – que foram construídas pela Nesa, foram feitas em desacordo com o projeto original aprovado pela Funai e terão que ser readequadas.

“Em 2009 a Funai afirmou que apenas atestaria a viabilidade da hidrelétrica se restasse efetivamente garantido que as Terras Indígenas estariam protegidas. Impôs a pactuação de um Plano de Proteção imediatamente após a assinatura do contrato de concessão. Em 2011, a Licença de Instalação foi emitida sem que esse Plano tivesse iniciado, e a anuência da Funai para a segunda licença ficou condicionada à sua implementação imediata, no prazo de 40 dias. Hoje, em 2014, esse Plano ainda não saiu do papel. É realmente difícil compreender como Belo Monte se sustenta juridicamente sem que condicionantes indispensáveis tenham sido implementadas", relata a procuradora da República Thais Santi, que acompanha em Altamira as condicionantes indígenas da usina.

A empresa também está obrigada pela decisão a contratar 112 agentes para atuar
nas unidades de proteção territorial e aviventar as picadas que marcam os limites das 11 áreas indígenas afetadas por Belo Monte, bem como instalar placas de identificação a cada 3 quilômetros no perímetro dessas terras, conforme estabelecido pela Licença de Instalação.

Processo nº 655-78.2013.4.01.3903

Fonte: O Xingu

terça-feira, 15 de abril de 2014

Agência do banco do Brasil assaltada em Uruará no mês de março será reaberta na próxima semana

Agência do banco do Brasil assaltada em Uruará no mês de março será reaberta na próxima semana
Desde o dia 31 de março, quando houve o assalto realizado por um bando fortemente armado, a agência do Banco do Brasil em Uruará permanece fechada. Durante esses 16 dias os clientes têm passado por grandes transtornos sem poder utilizar dos serviços oferecidos pelo banco. Nos últimos dias as filas de pessoas tentando acessar suas contas tem sido enormes no setor dos caixas eletrônicos onde apenas um caixa funciona e dispõe o limite de saque de apenas R$ 500,00.
A Assessoria de Comunicação Banco do Brasil Superintendência Estadual do Pará informou em nota via e-mail a redação de jornalismo da rádio Regional Fm 91.3 de Uruará que o atendimento na agência do Banco do Brasil em Uruará será normalizado na próxima semana.
“Informamos que na próxima semana a Agência do Banco do Brasil em Uruará será reaberta para atendimento ao público”, informa a nota.

Por telefone a assessoria de comunicação do banco, através da assessora Larissa Ribeiro Pinto, negou que haja a possibilidade de a agência ser fechada permanentemente como diz os rumores que tem circulado na cidade, ao dizer que desconhece qualquer informação que trate sobre o referido assunto. Ainda por telefone a assessoria informou que devido às normas de segurança do banco não é possível divulgar o valor levado pelos assaltantes no assalto ocorrido no dia 31 de março de 2014 na agência.

Por: Joabe Reis

Polícia apreende cerca de 2 mil munições em Castelo dos Sonhos


Aproximadamente duas mil munições foram apreendidas ontem (14) no distrito de Castelo dos Sonhos, em Altamira, no sudoeste do Pará. Segundo as polícias Civil e Militar, responsáveis pela operação, pólvora e uma espingarda foram encontradas no mesmo local do flagrante, um ponto comercial.

De acordo com o delegado Caio Carmello, o flagrante ocorreu enquanto a equipe policial investigava uma denúncia de que pessoas armadas teriam tentado assaltar um mecânico e teriam atirado na vítima. Um dos envolvidos, um adolescente, foi localizado, e teria confessado aos policiais civis sua participação no crime.

Ele teria informado ainda que havia comprado, recentemente, munições de calibre 38, que repassou aos assaltantes. Segundo o adolescente, a munição foi adquirida na Mercearia Tropical, de propriedade do suspeito preso nesta segunda.

A equipe de policiais civis, com apoio de policiais militares, foi até o local, onde encontrou as mais de duas mil munições e os demais objetos. Todo o material foi apreendido. O dono do ponto comercial foi preso e conduzido para a delegacia local para responder pela posse do arsenal.

As investigações prosseguem para apurar o envolvimento do comerciante na venda ou fornecimento do material para práticas de crimes na região.

G1 PA

BANDIDOS ARROMBAM COMÉRCIO EM BRASIL NOVO, MAS NÃO LEVAM NADA




Reportagem: Gleyson Araújo

CANTO PRODUÇÕES ANUNCIA QUE A BANDA DA ARENA ESTÁ DE VOLTA FAZENDO A DIFERENÇA

Smith Gomez
A Banda da Arena surgiu em 2008, mais precisamente no dia 19 de março daquele ano em Juriti – Pa e alcançou grande parte das regiões do Brasil por adotar um estilo ousado e próprio e no dia 20 de janeiro o Empresário  anunciou que a Banda da Arena chegaria ao fim no 31 de março 2013. O último show de contrato da banda aconteceu dia 12 de fevereiro em Belterra - PA. 

Depois de um ano longe dos palcos a Banda volta com uma nova formação e com o mesmo carinho com seus fãs. Estará nos vacais da Banda da Arena a vocalista Bubbaloo Pimentinha, que já passou pela Banda da Loirinha, Forró Mel com Terra, Taradões do Forró de Caruaru e ultimamente integrava mais a linha de frente da banda pernambucana Forrozão na Hora H. Também estará compondo a Banda os cantores Hugo Santos que estava em carreira Solo em Belém como cantor de Arrocha e sertanejo e Smith Gomez que atuava também em carreira solo na região de Macapá como cantor de sertanejo e arrocha.

Em um site, a cantora Bubbaloo Pimentinha disse que se surpreendeu com a estrutura oferecida pela banda –“Recebi o convite do pessoal da Banda da Arena e de cara me surpreendi com a estrutura que elas oferecem, vou ter a oportunidade de ficar mais perto de casa e já estaremos entrando em estúdio no final desse mês de abril para gravarmos nosso novo Cd, estou muito feliz”. -  contou Bubbaloo que aproveitou para agradecer os diversos convites recebidos, dentre eles da banda Forró Zanzibar e afirma que o fato de estar mais perto de casa e da família, no Pará, pesou na hora da escolha da Banda da Arena.
O produtor Musical Patrick Jati também deverá voltar ao seu posto de produtor da Banda da Arena que já começa gravar seu novo CD no final deste mês e os fãs podem aguardar que vem aí Banda da Arena Fazendo a Diferença!
Por: Valdemídio Silva

SCIENTIA CONSULTORIA E PANAMÉRICA FILMES REALIZAM A 1ª OFICINA DE REGISTRO E PROMOÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL EM BRASIL NOVO

A Empresa Scientia Consultoria Cientifica em parceria com a Panamérica Filmes, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Brasil Novo e com o apoio da Norte Energia, realizou em Brasil Novo oeste do Pará entre os dias 08 e 09 de abril, a 1ª Oficina de Registro e Promoção do Patrimônio Cultural (Módula Fotografia) ministrada pela Panamérica Filmes. Oficina é uma proposta do Projeto de Educação Patrimonial e a ideia central proporcionarem uma capacitação técnica e, principalmente, provocar o olhar crítico e preservacionista do Patrimônio Cultural Local.

O Projeto de Educação Patrimonial da UHE Belo Monte tem por objetivo sensibilizar as comunidades situadas no entorno do empreendimento e os profissionais ligados à sua implantação sobre a importância de preservar os bens culturais regionais, provocar a discussão a respeito e estimular atitudes de proteção ao patrimônio arqueológico e cultural.
A oficina acontecerá nos cinco municípios diretamente atingidos pela construção da UHE de belo Monte - Altamira, Anapú, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu.

Por: Valdemídio Silva com informações de Oficina de Registro do Patrimônio Cultural
Fotos: ASCOM/PMBN

VASCO DA GAMA DIVULGA PROVIDÊNCIAS CONTRA O GOL FLAMENGUISTA QUE IMPEDIU O 23º TÍTULO DO CLUBE


Família vascaína,

Diante de todos os fatos ocorridos neste Estadual, o Club de Regatas Vasco da Gama sente-se na obrigação de ressaltar alguns pontos importantes desta trajetória.

Vasco da Gama
Primeiro queremos parabenizar nossa torcida que ao longo do campeonato deu mostras de sua grandeza. Fomos o time com melhor média de público da competição. Nos jogos finais demos show na arquibancada. A torcida sempre esteve cantando e apoiando o time de maneira inabalável. 

Devemos congratular os jogadores e comissão técnica, que rapidamente entenderam o que é o Vasco, suas particularidades e seu gigantismo. Este grupo soube compreender o difícil momento financeiro pelo qual estamos passando e demonstrou um comprometimento extraordinário. A eles os parabéns pelo resgate da confiança e do orgulho dos torcedores, que novamente se veem representados pelo time que luta até o fim de cada partida pelos mesmos objetivos de simplesmente vencer.

O que falarmos dos nossos funcionários? Mães e pais de família que saem de suas casas e enfrentam as dificuldades do dia a dia, sempre com muita gana e força de vontade, fazendo do ambiente de trabalho a extensão de suas famílias e de São Januário sua segunda casa.

É inevitável e imprescindível expressar novamente o total repúdio ao desprezo que toma conta da FFERJ em relação ao Vasco e a sua maneira de condução, composta por uma comissão de arbitragem e árbitros muito aquém às expectativas do futebol brasileiro.

Em função disso e também por outras razões ligadas à sua administração, disputamos o Estadual mais empobrecido de todos os tempos, sob qualquer aspecto que se queira enfocar. 

Estádios sem a menor condição de receber partidas profissionais, custos vultosos para se jogar, principalmente os percentuais e taxas cobradas pela Federação, times concorrentes desprestigiando a competição, como consequência públicos inexpressivos. 

Temos realmente que repensar sobre nossa participação no próximo campeonato, sobretudo se for mantido os moldes de interesses políticos que desatende, sob todos os ângulos, as expectativas dos clubes.

A forma atual de disputa, somente atende aos interesses da Federação do Estado do Rio de Janeiro, sem qualquer retorno técnico e financeiro para os clubes, o que vem aniquilando, gradativamente, o até então mais concorrido Estadual do País. Ele, infelizmente, se encontra na iminência de ser definitivamente sepultado.

Embora a participação nas futuras edições ainda dependa de avaliações, no presente, de imediato, o Vasco da Gama adotará todas medidas necessárias à preservação de seus direitos, iniciando com a propositura de ação judicial de cunho reparatório em face da Federação do Estado do Rio de Janeiro, da Comissão de Arbitragem e também dos árbitros do jogo.

Ademais, não se resignara ao discutir o resultado da partida, principalmente quando a sumula comete um equívoco, aparentemente pueril, mas de efeitos sonoros e catastróficos, ao consignar o gol para o atleta NIXON do Flamengo, quando todos viram, inclusive a própria arbitragem, que o gol foi feito por Marcio Araujo, atleta que se encontrava em posição de impedimento, conforme por ela reconhecido.

No entanto, na súmula consta o atleta NIXON como autor do gol, o que não se pode atribuir ao acaso, pois este suposto equívoco, aparentemente sem consequências, altera substancialmente a condução de uma defesa sobre o erro de direito, passível de justificar a anulação, enquanto do modo lançado, de caso pensado, conduz para um erro de fato que reduz o campo de discussão.

O erro crasso de não observar o impedimento ganha proporções de conspiração quando a verdade dos fatos e distorcida na sumula, tudo muito bem planejado. 

Tudo isso não passara em branco e vamos às ultimas consequências para apurar todas as responsabilidades administrativas, cíveis e criminais.

Providencias que serão adotadas de imediata em sua totalidade:

- Notificação judicial.

- Anulação do jogo.

- Processo perdas e danos a FERJ, Rubens Lopes, Jorge Rabello, Árbitro (Marcelo de Lima Henrique) e Árbitro assistente 2 ( Luiz Antonio Muniz de Oliveira).

- Encaminhamento ao STJD das declarações goleiro Felipe.

- Representação CBF e FIFA com exclusão árbitros que prejudicaram o Vasco. Entrega de dossiê erros desde 2009.

- Desfiliação FERJ – Em estudo pelos 4 grandes Clubes.

- Carioca 2015 – Avaliação uso sub-23 ou mudanças imediatas na gestão FERJ.

- Uso tecnologia jogos para impedir má fé e desequilíbrio técnico.

- Declaração do Conselho Deliberativo em relação a pessoas Non Gratas.

- Divulgação na mídia de cartas de representação enviadas para FERJ com erros de arbitragem referente a 2014, ato continuo a realização das partidas em que ocorreram irregularidades, assim como reivindicação da utilização de árbitros de fora do Estado.

À Família Vascaína, fica meu agradecimento em nome do clube e a certeza de que o trabalho está sendo feito e que alegrias virão.

Carlos Roberto Dinamite de Oliveira

Presidente do Club de Regatas Vasco da Gama

EMPRESA ETE FAZ LEVANTAMENTO DE DEMANDA ENERGÉTICA NO ACAMPAMETO NOVO HORIZONTE E NO LOTEAMENTO ESPERANÇA

Os moradores do acampamento Novo Horizonte, do Loteamento Esperança, agrovila e chácaras do km 40 e Moradores do entorno da rodovia Transamazônica receberam no último dia 20, o visita de técnicos da Empresa ETE e do Sr. Sandro dos Santos, Secretário Municipal de Administração e Finanças do Município de Brasil Novo. O objetivo destas visitas foi de realizar um levantamento das famílias que ainda não dispõe de energia elétrica em sua residência.

De acordo com o Sec. Sandro dos Santos, que acompanhou a empresa ETE durante o levantamento das o objetivo esse é um trabalho necessário para e que dará mais dignidade às famílias e fará com que Brasil Novo seja um dos primeiros municípios 100% energizado.  


O objetivo do Governo Compromisso Com o Povo é levar energia elétrica de qualidade e com segurança para todas as famílias do município, e a próxima Comunidade a receber essa visita será a comunidade Bom Fim na vicinal 20.


Por: Valdemídio Silva
Fotos e Informações: ASCOM/PMBN

NOVOS MUNICÍPIOS, MORADORES DE CASTELO DOS SONHOS FECHAM A BR - 163 CUIABÁ-SANTARÉM


Faltando poucos dias para encerrar o prazo previsto pelo governo, para votação da lei que autoriza a criação de novos municípios no País, moradores de Castelo de Sonhos decidem fechar a BR-163, que liga Cuiabá à Santarém. A manifestação é contra o veto do projeto ocorrido no mês passado.

Hoje, (15) o Congresso Nacional volta a analisar não só esse, como outros projetos de Lei e requerimentos para a criação de comissões parlamentares mistas de inquérito (CPMI).


Moradores de Castelo dos Sonhos aguardam ansiosos pela votação e esperam que o quadro seja revertido.

O projeto de Lei que regulamenta a criação de quase 200 municípios no País, sendo pelo menos 32 deles no Pará, foi defendida por unanimidade pelos deputados estaduais no Pará. Castelo dos Sonhos foi citado no debate, pois será de extrema importância para a população de cerca de 14 mil habitantes e que precisam se locomover em média 1100 km para chegar à Altamira, sede do município. A via interditada irá impedir o trafego de veículo, acesso principal por onde acontece o escoamento de soja para o Porto de Santarém.

O deputado Airton Faleiro (PT), em companhia dos parlamentares Valdir Ganzer (PT), Pio X (PDT), Antonio Rocha (PMDB) e Hilton Aguiar (PSC), foi à Brasília para acompanhar a última votação.

No ultimo dia 18, em sessão ordinária na Assembléia Legislativa do Pará – ALEPA, o deputado Airton Faleiro (PT) se manifestou explicando sobre o veto da Presidente Dilma Roussef. “Ela está ciente da importância da emancipação de vários municípios do Pará, porém foi mal orientada pela Fazenda, que alega a criação de centenas de municípios, número que não é verdade, além de ser informada que isso teria impacto no orçamento da União”, disse Airton.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Eclipse lunar poderá ser visto no Brasil na madrugada de hoje para amanhã

Para os amantes da astronomia, a madrugada de amanhã (15) é esperada com ansiedade, pois acontece um eclipse total da Lua. O fenômeno poderá ser visto em todo Brasil, mas será melhor percebido na fase final, nas localidades mais a Oeste do país. A Lua, a Terra e o Sol estarão em perfeito alinhamento, cobrindo a Lua na sombra da Terra.
O astrônomo Jair Barroso, pesquisador do Observatório Nacional, explica que o evento vai começar às 3h, horário de Brasília, quando a Lua já está no lado poente. “O pico do eclipse total acontece por volta das 4h45 e o final [do fenômenos] não vai ser visto em algumas regiões a Leste, porque o dia vai clarear, como no Rio de Janeiro”, diz Barroso.
A duração do eclipse total, enquanto a Lua ficar totalmente imersa na sombra da Terra, será de 78 minutos.
O nosso satélite natural estará entre a estrela Espiga, a mais brilhante da Constelação de Virgem, e o planeta Marte e apresentará uma tonalidade avermelhada. “Os raios do Sol que atingem a atmosfera da Terra serão refratados e atingirão a Lua. A atmosfera, então, retém o azul violeta no nosso espectro e passa a iluminar a Lua com uma coloração alaranjada escura”, explica o astrônomo do Observatório Nacional. O fenômeno é chamado de Lua Vermelha ou Lua Sangrenta.
As pessoas nas localidades mais a Oeste do continente, como os estados de Mato Grosso e Amazonas e o Chile poderão acompanhar o eclipse até o final, antes de clarear o dia. As ilhas do Pacífico e a Austrália também terão uma visão privilegiada do fenômeno.
Para Barroso, o desconhecimento sobre o universo é o que desperta essa fascinação pelos eventos astronômicos. “Apesar de toda tecnologia, de termos conseguido mandar naves para o espaço, conhecemos apenas um pedacinho do que nos cerca. Somos muito pequenos e a astronomia nos permite, a cada dia, uma descoberta nova”, conclui o astrônomo.

Por: Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil

PRF encontra motocicleta com motor roubado na Transamazônica

Moto foi encontrada com motor de outro veículo, roubado em 2010
 (Foto: Divulgação / PRF)
Uma equipe da Policia Rodoviária Federal do Pará apreendeu uma motocicleta que foi encontrada circulando com o motor de outra moto, que havia sido roubada no ano de 2010 em Marabá. O flagrante aconteceu na noite desta segunda-feira (7), na altura do km 121 da rodovia Transamazônica, a BR-230.
Segundo a polícia, os agentes faziam ronda da rodovia quando perceberam um condutor trafegando sem capacete. Por conta da infração, o veículo foi abordado e, durante o procedimento de identificação, os policiais perceberam através da numeração do motor que a peça pertencia a outra moto, que havia sido dada como furtada quatro anos atrás.
A moto com o motor roubado foi apreendida e o condutor, um homem de 27 anos, foi detido e encaminhado para a delegacia de Marabá.
G1 pará

Professores fazem passeata pelas ruas de Medicilândia contra redução de salário

Professores fazem passeata pelas ruas de Medicilândia contra redução de salário
Os trabalhadores da educação de Medicilândia deflagraram um ato de repúdio a intenção do prefeito do município, Nilson Daniel, que quer a todo custo cortar o salário dos professores em até 50% tornando assim impossível do professor ficar em sala de aula. Os professores fizeram uma passeata pelas ruas do centro da cidade nessa segunda-feira, 14, fizeram manifestação na Câmara de Vereadores e ocuparam a prefeitura do município.
As reivindicações da categoria são: reposição salarial do que foi tirado, a diferença salarial; pagamento do adicional de férias que era para ter sido pago em janeiro; resposta para 32 pedidos de progressões que se encontram engavetados na prefeitura que os professores encaminharam através de requerimentos há mais de 8 meses; e 36% de perca salarial dos demais trabalhadores da educação.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará - Sintepp Medicilândia - professor Valtair Fiafilo Deucher, afirmou que após assembléia realizada nesta segunda-feira, ficou decidido que os profissionais da educação estarão em greve a partir de hoje até que o governo municipal atenda as reivindicações da categoria. “Desde quarta-feira (9) passada nós estamos realizando várias manifestações depois que os professores na sexta-feira (4) anterior foram surpreendidos com um ato covarde por parte da administração municipal em reduzir os salários dos professores, teve professor que chegou a perder até R$ 1.800,00 no seu salário, ou seja, retiraram esse valor do salário do professor, o que nós em momento nenhum aceitamos. Nós estamos na luta exatamente para cobrar da administração municipal a transparência e pra cobrar do prefeito que ele devolva aquilo que foi tirado dos contra-cheques dos professores. Não foi tirado do salário de todos os profissionais da educação, mas foi tirado de grande parte, principalmente daqueles trabalhadores que tem mais tempo de serviço, daqueles trabalhadores que tem mais graduações, quer dizer, os que estudaram mais, esses são os que foram penalizados pelo ato covarde do prefeito. Agora a pauta nossa não é mais só a devolução desse valor. Nós estamos com a nossa pauta de reivindicações aguardando o prefeito nos atender, que é a reposição salarial do que foi tirado, a diferença salarial; o pagamento do adicional de férias que era para ter sido pago em janeiro e que até agora ele não pagou; resposta para 32 pedidos de progressões que se encontram engavetados na prefeitura que os professores encaminharam através de requerimentos há mais de 8 meses e até agora não tiveram resposta e eles estão perdendo no salário; também 36% de perca salarial dos demais trabalhadores da educação. O pessoal de apoio, os demais trabalhadores da educação do município, que estão com uma perca salarial de 36% no município e que as reivindicações dessa categoria não tem resposta nenhuma do poder executivo. Hoje pela manhã foi aprovado o indicativo de greve, até hoje nós estávamos paralisados, foi aprovada na quarta-feira passada a paralisação, mas hoje a assembléia aprovou a greve por tempo indeterminado e aguardamos que o poder executivo, que as autoridades do município venham sentar com a categoria e trazer respostas para nossas reivindicações”.
O professor segue falando sobre a revolta dos educadores. “Nós temos um Plano de Carreira que precisa ser respeitado Eles fizeram esse ato covarde porque deveria passado pela Câmara, fazer todo um estudo desse plano, ser aprovado pelas comissões na Câmara de Vereadores pra depois mexer no plano e eles não fizeram isso, simplesmente meteram a mão no bolso do trabalhador, é preciso que respeitem as leis educacionais que existem no nosso município, que existem no nosso estado e no nosso país e eles não fizeram isso, quer dizer, eles estão infringindo a lei, arriscaram o nosso PCCR e jogaram no lixo e isto nós não admitimos. Esses são os motivos por que se encontram paralisadas as aulas em Medicilândia. Protocolamos hoje no Ministério Público representações pedindo que o prefeito devolva o nosso dinheiro. A gente espera que o prefeito resolva logo tudo isso para que a gente volte ao trabalho, pra que  gente possa voltar a dar nossas aulas e fazer o que a gente gosta que é atender os nossos alunos, transmitir e construir conhecimento”.
Valtair ainda diz mais. “Desde a semana passada estão acontecendo passeatas nas ruas da cidade. Nesta segunda-feira nós fizemos uma grande passeata no centro da cidade, nos reunimos com muitos agricultores, produtores rurais, o pessoal do Sindsaúde e os demais trabalhadores da prefeitura, fizemos um protesto em frente a Câmara de Vereadores, ocupamos a prefeitura e fomos pra rua também divulgar a nossa manifestação, o nosso protesto pelo abandono que se encontra hoje o nosso município e os nossos trabalhadores da educação”, finalizou.
Estamos tentando contato com a administração municipal de Medicilândia para falar sobre o assunto.

Por: Joabe Reis