São
R$ 9 bilhões a mais em relação à safra anterior.
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| © VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL |
Do
total de recursos, R$ 385 bilhões são para custeio e comercialização em
insumos, lavouras e rebanhos. Outros R$ 140 bilhões serão para modernização,
inovação tecnológica, irrigação, armazenagem, além da compra de máquinas e
equipamentos.
Em
Brasília, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou, que mesmo num cenário
de alta de juros, houve redução geral das taxas do agronegócio.
“Nós
saímos de um patamar de 14% indo para 12% ao ano em grande parte das linhas e
de 10% para 9% em outro componente das linhas do agronegócio. Nós ampliamos o
limite de crédito de investimento equalizado de R$ 1 milhão para R$ 1,5 milhão,
também para o limite de comercialização para cooperativas, quando a gente fala
do repasse para os cooperados também de R$ 1 milhão para R$ 1,5 milhão”.
O
ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, falou sobre o número
recorde do plano safra.
"O
volume total dos recursos passa de R$ 516 bilhões para R$ 525,1 bilhões. Os
recursos destinados ao investimento avançam de R$ 101,5 bilhões para R$ 140,2
bilhões. Uma expansão superior a 38%, fortalecendo a modernização da
agricultura brasileira. Ampliamos o apoio aos médio produtores. O Pronamp
alcança R$ 72,6 bilhões."
Nos
próximos dias, o governo vai apresentar uma proposta para ao Congresso Nacional
sobre renegociações de dívidas rurais.
Por:
Renato Ribeiro/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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