Para ele, PCC e CV não têm motivação de terrorismo internacional
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| © FABIO RODRIGUES-POZZEBOM/ AGÊNCIA BRASIL |
"Essa tal de Comando Vermelho, esse tal de PCC, são terroristas para as comunidades brasileiras, para a sociedade brasileira. E nós vamos combater eles aqui dentro. Eles não são um terrorista que o Trump quer. Trump quer um Osama Bin Laden, quer não sei das quantas. Eu entreguei um documento para o Trump. O Brasil tá disposto a trabalhar para combater o crime organizado. E vamos começar pelo seu estado de Delaware, que tem lavagem de dinheiro de brasileiro. Por entregar o Ramagem que tá condenado a 16 anos e tá escondido lá. Vamos começar entregando o maior contrabandista de combustível desse país, o Ricardo Magro, e ele tá morando em Miami".
Pouco antes da declaração do presidente, o governo divulgou uma nota criticando a mudança de nomenclatura e afirmou que “o terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime” e “não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional”.
Lula criticou, também, ações de integrantes da família Bolsonaro em busca de intervenção dos Estados Unidos sobre o Brasil.
"Eu tive três horas com o presidente Trump. Entreguei quatro documentos para eles. Um deles era o combate ao crime organizado. Seu Marco Rubio não estava lá. Possivelmente porque ele tivesse preparado para ajudar um filho de um bolsonarista que não tem vergonha na cara de trair a nossa pátria, de ir nos Estados Unidos pedir intervenção americana no Brasil".
A decisão dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas ocorre depois que o senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump, no país. Ele mesmo admitiu ter pedido a Trump que as facções criminosas sejam classificadas como organizações terroristas.
Por: Sayonara Moreno/Rádio Nacional
Fonte: Radioagência Nacional

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