Segundo a Sespa, até maio deste ano foram notificados 35 casos no estado. Previsão é que sistema entre em funcionamento a partir de 10 de agosto.
O estado do Pará passará a adotar o Sistema de Registro de Atendimento
às Crianças com Microcefalia (Siram), que desde janeiro de 2015 permite ao
Sistema Único de Saúde (SUS) mapear e monitorar os atendimentos feitos às
crianças com casos suspeitos ou confirmados da doença, com ou sem relação ao
vírus zika, em todo o país.
Dados da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) apontam que até
maio deste ano foram notificados 35 casos de microcefalia no Pará, e em apenas
um foi confirmada a relação com a zika. Os outros casos estão sendo
investigados para que haja a confirmação ou descarte da relação com o vírus.
Na Santa Casa de Misericórdia do Pará, hospital localizado em Belém que
é referência na atenção à gestante de alto risco e ao recém-nascido, a previsão
é que o sistema seja implantado a partir do próximo dia 10 de agosto.
Sistema
Com a ajuda do recurso, os profissionais de saúde terão acesso às consultas e históricos de atendimentos clínicos, dados do responsável da criança, registro de exames, além de diagnóstico de microcefalia e triagens neonatais.
Com a ajuda do recurso, os profissionais de saúde terão acesso às consultas e históricos de atendimentos clínicos, dados do responsável da criança, registro de exames, além de diagnóstico de microcefalia e triagens neonatais.

















