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segunda-feira, 24 de abril de 2017

QUEM NÃO VOTOU NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES DEVE REGULARIZAR SITUAÇÃO ATÉ 2 DE MAIO

Segundo o TSE, mais de 1,8 milhão de eleitores estão com
seus títulos irregulares por ausência nas três últimas eleições
Arquivo/Agência Brasil
Até o dia 2 de maio, o eleitor que não votou e não justificou a ausência nas três últimas eleições ou não pagou as multas correspondentes deve regularizar sua situação perante a Justiça Eleitoral. Após esse prazo, essas pessoas correm o risco de ter o título cancelado, lembrando que a legislação considera cada turno de votação um pleito diferente para efeito de cancelamento. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em todo o país, mais de 1,8 milhão de eleitores estão com seus títulos irregulares por ausência nas três últimas eleições. Em São Paulo (SP), esse número chega a 118.837 eleitores; no Rio de Janeiro (RJ) o total é de 119.734; em Belo Horizonte (MG) são 26.570; em Salvador (BA) esse número é de 31.263; e em Porto Alegre (RS), 18.782.
O cancelamento automático dos títulos de eleitores ocorrerá entre 17 a 19 de maio de 2017.
Os eleitores com voto facultativo (analfabetos, eleitores de 16 a 18 anos incompletos e maiores de 70 anos) ou com deficiência previamente informada à Justiça Eleitoral não necessitam comparecer ao cartório para regularizar a sua situação.
Para fazer a regularização, no cartório eleitoral, o eleitor deverá apresentar documento oficial com foto, comprovante de residência e, se possuir, título eleitoral e os comprovantes de votação, de justificativa ou de quitação de multa.
O cidadão pode consultar sua situação perante a Justiça Eleitoral nos cartórios eleitorais, no sitedo TSE ou no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado. Pode ainda ir ao cartório eleitoral e solicitar essa informação.

Fonte: Agência Brasil

MARCO CIVIL DA INTERNET PODE PERDER FORÇA COM NOVAS LEIS, DIZEM PESQUISADORES

No ultimo dia 23 completam-se três anos da sanção da Lei 12.965/14, o Marco Civil da Internet, apontado como referência mundial para as legislações que tratam da rede mundial de computadores. Os princípios da lei – especialmente a garantia da neutralidade da rede, da liberdade de expressão e da privacidade dos usuários – foram estabelecidos para manter o caráter aberto da internet.
A pesquisa O Brasil e o Marco Civil da Internet: o estado da governança digital, do Instituto Igarapé, organização dedicada a temas de segurança, justiça e desenvolvimento, indica que projetos de lei no Congresso Nacional que alegam a necessidade de facilitar investigações criminais põem em risco direitos como o da privacidade e o da liberdade de expressão.
Entre as propostas apontadas pela publicação como ameaça ao Marco Civil está o Projeto de Lei 215/2015, que exigiria, se aprovado, que todas as empresas de internet armazenassem informações do usuário como nome, CPF e endereço residencial. Também exigiria que essas empresas fornecessem as informações à polícia em investigações criminais sem ordem judicial, o que teria um efeito prejudicial para normas de privacidade online.
Segundo o autor do estudo, o pesquisador do Instituto de Política Internacional da Universidade de Washington Daniel Arnaudo, em maio de 2016, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre Crimes Cibernéticos aprovou seu relatório final recomendando projetos que contestam o Marco Civil.
O relatório inclui uma iniciativa que permitiria a expansão da retenção de dados de usuários por aplicativos e provedores de internet (PL 3.237/2015) e outra que autorizaria o acesso a endereços de IP [protocolo de internet, código usado na transmissão de dados entre as máquinas em rede] em investigações criminais sem ordem judicial (PLS 730/2015)”, diz o autor, na pesquisa.
Para o cientista político e professor do curso de relações internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Maurício Santoro, o Marco Civil da Internet é uma lei com relevância global, que trouxe avanço considerável ao que se tinha, tendo sido amplamente debatido pela sociedade. Ele também avaliou que há uma série de ações no Congresso que podem enfraquecer o Marco Civil. “O que mais me assustou foi a CPI sobre crimes cibernéticos com um discurso contra o marco civil”.

Fonte: Agência Brasil

SEGUNDO EDITAL DO IBGE OFERTA QUASE 25 MIL VAGAS

Nesta segunda-feira (24) foi publicado o segundo edital do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que contará com 24.939 oportunidades temporárias, sendo 1.256 para agente censitário municipal, 4.854 para agente censitário supervisor e 18.829 para recenseador. Desta forma, o número de vagas chegará a 25.978.
Para ensino fundamental, serão oferecidos 18.829 postos de recenseador, com salário inicial de R$ 3.000. Já para ensino médio, as opções serão para as carreiras de agente censitário regional (350), agente censitário administrativo (344), agente censitário municipal (1.256), agente censitário supervisor (4.854) e agente censitário de informática (174). Os vencimentos oscilam entre R$ 1.500 e R$ 3.458. A oferta para nível superior será de 171 postos de analista censitário, com salário de R$ 4.000.
PRIMEIRO EDITAL
O primeiro edital, já divulgado, segue com inscrições abertas para provimento de 1.039 vagas em todo o país. Das vagas divulgadas nesse primeiro edital, 868 são reservadas às funções de ensino médio e 171 para nível superior. O contrato de trabalho será temporário, para atuação no Censo Agropecuário 2017.
A participação no concurso deverá ser garantida até o dia 9 de maio. A ficha de cadastro está disponível no endereço eletrônico da banca organizadora, a Fundação Getúlio Vargas (www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/ibge-pss). O candidato deverá optar por uma função e indicar o município onde deseja concorrer. 
Será cobrada uma taxa de inscrição, nos valores de R$ 27 para a função de agente censitário administrativo, R$ 41 para agente censitário regional, R$ 42,50 para agente censitário de informática e R$ 78 para todos os postos de nível superior.

GOVERNO VAI CONVOCAR 11 MILHÕES DE FAMÍLIAS PARA ATUALIZAR AS INFORMAÇÕES DECLARADAS AO CADASTRO ÚNICO

Cerca de 11 milhões de famílias serão chamadas ao longo de 2017 para atualizar as informações declaradas ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. A ferramenta funciona como porta de entrada para mais de 20 programas do governo federal, entre eles, o Bolsa Família. Com início em abril, a ação de atualização é a maior do tipo já realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA). A atualização ocorrerá em etapas e será executada pelos municípios. Passarão por Revisão Cadastral as famílias que estão há mais de 2 anos sem atualizar as informações. Já as que apresentaram diferença entre a renda declarada ao Cadastro Único e o que consta em outras bases de dados do governo federal farão parte do processo de Averiguação Cadastral. 
Realizada todos os anos, a atualização cadastral é um dos mecanismos de controle da qualidade do Cadastro Único, que reúne informações de mais de 27 milhões de famílias. “É o principal instrumento do governo federal na identificação das famílias mais vulneráveis do país. Por isso, é fundamental manter a ferramenta com informações corretas”, ressalta o secretário Nacional de Renda de Cidadania, Tiago Falcão. 
Do total de convocados, cerca de 4,2 milhões de pessoas são beneficiárias do Programa Bolsa Família, das quais 1,7 milhão passarão pela Revisão Cadastral e 2,5 milhões pelo processo de Averiguação. As famílias serão comunicadas sobre o prazo para atualizar as informações por meio de mensagem no extrato de pagamento.
Qualquer alteração, como mudança de endereço, renda, escola dos filhos ou composição familiar deve ser comunicada à gestão municipal do Cadastro Único e do Bolsa Família. Mesmo que não tenha ocorrido nenhuma mudança, as famílias precisam atualizar ou confirmar os dados a cada dois anos.

Fonte: Diário do Pará

domingo, 23 de abril de 2017

LULA DESAFIOU E PERDEU: LÉO PINHEIRO APRESENTOU TODAS AS PROVAS

Neste sábado, o jornalista Fausto Macedo, do Estadão, trouxe farta documentação fornecida pelo delator Léo Pinheiro.

O pacotão de evidências comprova todas as informações prestadas pelo empreiteiro à Sérgio Moro.

As provas ajudam a evidenciar a relação pornográfica entre Lula e a empreiteira OAS. Também comprovam que Lula e e Léo Pinheiro, bem como o fato de que a destruição de provas era requisitada pelo ex-presidente há um bom tempo.

Como diz a matéria, "os documentos mapeiam as ligações entre o empreiteiro e pessoas ligadas a Lula, as viagens de veículos do Instituto Lula para o Guarujá e registros de reuniões entre Lula e Léo Pinheiro, que agora o acusa de ser o real dono do triplex".


Mais um trecho da matéria:

Do material anexado pelo MPF. a cópia de um e-mail, no qual um funcionário do Instituto Lula envia a agenda do ex-presidente do dia três de junho de 2014, revela um encontro entre os dois. Ao juiz Moro, o empreiteiro citou uma conversa no mesmo mês entre os dois em que Lula teria pedido a destruição de provas de possíveis repasses da OAS para Vaccari – ex-tesoureiro do PT. ‘Você tem algum registro de algum encontro de contas feitas com João Vaccari com vocês? Se tiver, destrua’”, teria dito Lula, segundo Léo Pinheiro.

A investigação sofisticada feito pelo MPF fez com que os promotores checassem o sistema de pagamentos de pedágio “Sem Parar” para verificar as idas e vindas de carros do Instituto Lula para o Condomínio Solaris, no Guarujá.

Abaixo estão os links para as provas apresentadas por Pinheiro:









Agora, fica a constatação mais divertida de todas: desde quinta (20), quando o empreiteiro fez a delação, Lula, seu advogado e os demais petistas ficam batendo na tecla de que "Pinheiro mentiu". Isso muito provavelmente motivou o empreiteiro a entregar as provas com rapidez.

Creio que devemos transformar isso em um método: como os petistas não conseguem passar um segundo sem atacar qualquer um que esteja em seu caminho (incluindo os delatores), as ofensas e os desafios lançados por eles podem ser utilizadas para que os delatores entreguem tudo com mais motivação.

É quase como fazíamos na época das tretas desde o Jardim de Infância: "Ei, você viu o que ele falou de você? Ah, eu não deixava!".

Esse é o pedido: Lula e petistas, por favor, façam mais desafios e xinguem mais os delatores. Com Léo Pinheiro, deu certo!

Fonte: Reu-Uniao

sexta-feira, 21 de abril de 2017

STF MANDA APURAR DEMORA EM AÇÃO CONTRA TEMER NA CÂMARA

© Foto: Agência Brasil
O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira, 20, que o Ministério Público Federal (MPF) apure a demora na instalação da Comissão do Impeachment do presidente Michel Temer na Câmara. O colegiado foi criado há mais de um ano, mas não tem o número suficiente de membros para funcionar. Os deputados que ainda não fizeram as indicações poderão ser investigados por crime de desobediência e prevaricação.
No mandado de segurança do advogado mineiro Mariel Marley Marra ao Supremo, acatado por Marco Aurélio, ele pede que o MPF noticie os parlamentares. Os líderes partidários que fazem parte da lista são: Baleia Rossi (PMDB), Arthur Lira (PP), Eros Biondini (PROS), Efraim Filho (DEM), Cleber Verde (PRB), Aureo (Solidariedade), Professor Victório Galli (PSC), Marcos Montes (PSD), Aelton Freitas (PR), Ricardo Tripoli (PSDB), Tereza Cristina (PSB), Arnaldo Jordy (PPS) e Evandro Gussi (PV).
A Comissão foi criada em 5 de maio do ano passado por ordem de Marco Aurélio. Apenas nove partidos indicaram 16 membros do órgão. A comissão deve ter 66 integrantes e, para funcionar, precisa de metade mais um.

Marco Aurélio determina que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seja notificado de sua decisão e receba uma cópia do documento. Se o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, identificar a prática de crime pode pedir abertura de inquérito no STF. As penas para desobediência ou prevaricação podem resultar na perda de mandato. Procurada, a assessoria da Câmara informou que a presidência da Casa ainda não havia sido notificada.

Por: Julia Lindner 
Fonte: MSN/Estadão

GOVERNO ADMITE ADIAR VOTAÇÃO DA PREVIDÊNCIA

© Reuters Segundo os aliados de Temer, as mudanças na
proposta atenderam à maioria dos pedidos de
 flexibilização feitos pela base aliada
Diante da resistência de parlamentares aliados, o governo passou a admitir que pode adiar a votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara, inicialmente prevista para a segunda semana de maio.
Líderes e articuladores da base de Michel Temer no Congresso reconhecem que precisarão de mais tempo para convencer a população e os deputados a apoiar o novo texto do projeto, apresentado na última quarta-feira (19) na comissão especial da reforma.
Segundo os aliados de Temer, as mudanças na proposta atenderam à maioria dos pedidos de flexibilização feitos pela base aliada, mas a discussão sobre o tema foi "contaminada" pelo projeto original, elaborado pelo Palácio do Planalto, que continha regras mais duras que o texto atual.
O governo avalia que precisa de tempo para vencer as resistências, o que não deve ser possível até a data marcada para início da votação no plenário da Câmara, em 8 de maio.
Articuladores de Temer defendem o adiamento do cronograma em ao menos uma semana, mas alguns aliados do presidente admitem que pode ser necessário empurrar a data ainda mais. No limite, o texto passaria pela Câmara em junho e só teria sua votação no Senado no segundo semestre.
"O debate está contaminado pela proposta original, e é preciso deixar claro que aquele texto ficou para trás. Confio que isso possa ocorrer até o dia 8, mas é preciso ter certeza de que o tema está descontaminado", afirmou à reportagem o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
O adiamento seria uma maneira de ampliar os efeitos da ofensiva publicitária deflagrada pelo governo nos últimos dias, em defesa da reforma. O Planalto espera que campanhas de TV e rádio ajudem a vencer resistências dos deputados em suas bases eleitorais.
"Não é possível fixar uma data [para a votação], porque esse é um processo de discussão amplo, num país com 200 milhões de habitantes em um território continental. A comunicação às vezes demora para chegar. Tem que esperar um pouco", disse à reportagem o ministro Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo).

POLÍTICA

Imbassahy e Maia participaram na noite de quinta-feira (20) da cerimônia do prêmio Lide Empresarial, concedido pelo grupo que era, até 2016, comandado pelo prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), e hoje é liderado pelo ex-ministro Luiz Fernando Furlan.

PETROBRAS REAJUSTA PREÇOS DO DIESEL E DA GASOLINA NAS REFINARIAS

A estatal aumentou o valor do diesel em 4,3% e da gasolina em 2,2%, em média. Os novos valores já valem a partir desta sexta-feira (21).

De acordo com a estatal, se o reajuste for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode subir 2,9%, ou cerca de R$ 0,09 por litro, em média, e a gasolina, 1,2%, ou R$ 0,04 por litro, em média, nas bombas.
O aumento, segundo a Petrobras, se deve à elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais desde a última decisão de preço, que mais que compensou a valorização do real frente ao dólar, e por ajustes na competitividade da estatal no mercado interno.
É preciso destacar ainda que o comportamento dos preços de derivados foi marcado por volatilidade nos mercados internacionais em resposta a evento geopolítico, como o ocorrido na Síria”, destacou a companhia em nota.

Fonte: Agência Brasil

ELEITOR TEM ATÉ O DIA 2 PARA JUSTIFICAR AUSÊNCIA

Eleitores que não votaram ou justificaram a ausência de voto nas últimas 3 eleições têm menos de duas semanas para regularizarem suas pendências eleitorais. O prazo final é o dia 2 de maio e quem não tiver sua situação normalizada até lá pode ter o título de eleitor cancelado.
Zilomar Pereira, supervisor da Central de Atendimento ao Eleitor (CAE) lembra que a regularização é importante, principalmente para quem não vai conseguir fazer o recadastramento biométrico antes do dia 2.  Ele alerta, no entanto, que as vagas de agendamento disponíveis mais próximas são apenas do dia 20de maio em diante.
Regularização
Para se regularizar é preciso comparecer ao cartório eleitoral, com o título de eleitor, se tiver; e um documento oficial com foto. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira.
Precisa regularizar todos os eleitores que deixaram de votar e justificar nas últimas 3 eleições. Além de solicitar a informação em um cartório eleitoral, é possível verificar sua situação perante a Justiça Eleitoral por meio do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Acesse o site e clique na opção “Consulta por nome”, localizada na aba “Eleitor”. Basta inserir seu nome completo e data de nascimento nos espaços em branco para fazer a consulta.
Fonte: Diário do Para

EX DETENTO É MORTO AO DEIXAR FORÚM


Edielson Carvalho dos Santos, de 26 anos, foi assassinado na tarde desta terça-feira (18). O crime aconteceu na estrada do Maguari, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém.
Edielson tinha sido preso em janeiro deste ano, acusado de roubar um depósito de bebidas. Ele tinha conseguido a liberdade provisória. O crime aconteceu logo após a vítima sair do Fórum Criminal de Ananindeua, onde tinha assinado o Termo de Compromisso.
De acordo com informações de testemunhas, Edielson estava na parada de ônibus, quando dois homens chegaram em uma motocicleta e pediram para as outras pessoas se afastarem. Em seguida, efetuaram seis disparos que atingiu a cabeça, tórax e costas da vítima. Os criminosos estavam de capacete e não foi possível identificá-los.
O caso foi registrado na delegacia de Ananindeua.

Fonte: DOL

PESCADORES REALIZAM PROTESTO EM AGÊNCIA DO INSS

Manifestantes protestam contra atraso do pagamento do seguro defeso
Pescadores estão realizando um protesto nesta quarta-feira (19) dentro da agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Tucuruí, sudeste do Estado.
Aproximadamente 600 pescadores estão no local reivindicando o pagamento do seguro defeso que está em atraso desde o ano passado.
Os manifestantes afirmam que o pagamento da contribuição dos pescadores não consta no sistema da Previdência e esse seria um dos motivos para o não recebimento do benefício. O atendimento na agência está suspeito diante da ocupação feita pelos pescadores.
Portal ORM entrou em contato com o INSS e ainda não obteve retorno.


Fonte: PortalORM

quinta-feira, 20 de abril de 2017

INSTAGRAM OFFLINE: REDE SOCIAL PERMITE CRIAR POSTS SEM INTERNET NO ANDROID

O Instagram ganhou na terça-feira (18) um recurso que promete ajudar usuários com conexão lenta: a função offline. Anunciada no primeiro dia da F8, conferência anual do Facebook para desenvolvedores na Califórnia, Estados Unidos, a novidade chega ao Android e vai permitir criar posts na rede social mesmo quando estiver sem Internet. Será possível também curtir, comentar e salvar fotos e vídeos no aplicativo. Quando o Wi-Fi ou o 3G/4G for ativado todas as atualizações serão feitas automaticamente.
Segundo o Facebook, 80% da comunidade do Instagram está fora dos EUA, o que faz com que o aplicativo seja adaptado para que todos possam estar conectados em qualquer lugar do mundo, incluindo em países em desenvolvimento, onde a Internet ainda tem um custo alto ou não funciona em determinadas regiões. Assim, o Instagram offline deve proporcionar uma experiência constante mesmo quando o usuário estiver sem conexão.
Como funciona

Ao ficar com a Internet lenta ou totalmente sem conexão, no Android, o aplicativo do Instagram a partir de agora irá permitir visualizar todos os conteúdos previamente carregados no feed quando o smartphone estava conectado. Além de ver as imagens, os usuários poderão comentar, curtir, salvar posts e até mesmo editar fotos ou vídeos para deixar no rascunho do app.
Quando o celular for conectado à uma rede novamente todas as ações feitas enquanto estava offline serão atualizadas de forma automática. De acordo com o Instagram, perfis já visitados antes, incluindo a sua própria conta, também ficarão disponíveis quando estiver sem Internet. Além disso, versões antigas do guia “Explorar”, com sugestões de fotos e vídeos, ficarão visíveis assim como o feed pré-carregado.
E para iPhone?
Segundo o Instagram em declaração ao site TechCrunch, a equipe de software do aplicativo já está trabalhando em uma versão do recurso para o iOS, sistema operacional dos smartphones da Apple.
Além disso, a função no Android ainda deve receber atualizações, o que abre a possibilidade do Stories também ganhar um modo offline. Vale lembrar que a função superou o número de usuários do Snapchat e agora conta com 200 milhões de pessoas, metade dos usuários diários da plataforma.
Por: Techtudo

NAVEGADORES DA VOLTA GRANDE DO XINGU CONCLUEM CURSO DE FORMAÇÃO DE AQUAVIÁRIOS

Cento e vinte alunos participaram do Curso de Formação de Aquaviários, promovido pela Norte Energia em parceria com a Capitania dos Portos do Amapá. A formatura de 88 condutores civis e 32 militares, entre Polícia Militar, Exército e Força Nacional, ocorreu na sexta-feira (14/04), no Centro de Convenções e Cursos de Altamira, na sede do município.
A ação é a consolidação de mais um compromisso assumido com os ribeirinhos, no âmbito do Plano de Gerenciamento Integrado da Volta Grande do Xingu, executado pela Norte Energia. Veteranos como o piloto Bernardo Cardoso, de 67 anos, aproveitaram para atualizar os conhecimentos sobre a navegação. “Tenho mais de 40 anos de profissão e aprendi coisas novas, principalmente, sobre segurança”, comentou ele, que pilota barcos entre Altamira e a região da Volta Grande.
O tenente-coronel da Polícia Militar, José Eduardo Pimentel, elogiou a parceria entre a Capitania dos Portos e a Norte Energia: “quando há integração das instituições quem ganha sempre é a população”. O representante da Capitania dos Portos do Amapá, o tenente da Marinha Fabiano Crespo, explica que a parceria tem efeito multiplicador. “Cada condutor agora também poderá multiplicar esse conhecimento em suas comunidades”, afirmou.
A coordenadora do Meio Socioeconômico da Norte Energia, Marísia Barros, explica que o curso de capacitação atende um pedido direto da comunidade. “É um dos muitos projetos que a Norte Energia desenvolve na região da Volta Grande e, neste caso, abrange também outras áreas, como Altamira. A ideia é realizar nova capacitação no segundo semestre”, comentou.
A Revalidação de Carteiras e também a regularização de embarcações também trabalhos realizados pela Capitania dos Portos do Amapá.

As informações são da Norte Energia.

PF REALIZA OPERAÇÃO PARA INVESTIGAR DESVIO DE RECURSOS DA MERENDA ESCOLAR NO PARÁ

Polícia Federal, em parceria om a Polícia Civil do Estado do Pará, deflagrou na manhã desta quinta-feira (20) a Operação Chicken, para investigar desvio de recursos da merenda escolar no estado. No total, foram expedidos oito mandados de busca e apreensão e sete de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para depor.
A investigação teve início em 2016, quando a Secretária de Educação do Estado acionou a Polícia Civil após verificar que os recursos desviados eram repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da educação (FNDE), dentro do Programa Nacional de Alimentação Escolar.
De acordo com a PF, os criminosos recebiam pagamento pelo dobro do que era efetivamente entregue, por meio da duplicação de “Nota de Entrega”, assim como entregar produto diverso ou de qualidade inferior, como entrega de coxa e sobrecoxa, quando se pagou por filé de frango.
A polícia verificou que de um total de 1.383 guias de entrega de gêneros alimentícios submetidas à análise, havia 909 guias suspeitas de duplicidade. Dentre as guias suspeitas, 798 guias apresentam indícios de duplicação (58% do total) e 111 guias apresentam indícios de triplicação.
Como exemplo de “Nota de Entrega” duplicada, a Polícia Federal cita a Escola Estadual Deuzuita Pereira Queiroz, localizada no município de Redenção. A nota registra o recebimento de 1.764 kg de frango, contudo, em fiscalização efetuada no local, a PF constatou que a escola recebeu apenas 882 kg do alimento.


Fonte: G1 Pará

quarta-feira, 19 de abril de 2017

POVOS INDÍGENAS: CONHEÇA OS DIREITOS PREVISTOS NA CONSTITUIÇÃO

A Constituição de 1988 pode ser considerada um marco na conquista e garantia de direitos pelos indígenas no Brasil. A afirmação é do professor de direito Gustavo Proença, pesquisador da área de direitos humanos. Para ele, a Carta Magna modificou um paradigma e estabeleceu novos marcos para as relações entre o Estado, a sociedade brasileira e os povos indígenas.
Enquanto o Estatuto do Índio (Lei 6.001), promulgado em 1973, previa prioritariamente que as populações deveriam ser “integradas” ao restante da sociedade, a Constituição passou a garantir o respeito e a proteção à cultura das populações originárias. “O constituinte de 1988 entende que a população indígena deve ser protegida e ter reconhecidos sua cultura, seu modo de vida, de produção, de reprodução da vida social e sua maneira de ver o mundo”, destaca Proença.
Na Constituição de 1988, os direitos dos índios estão expressos em capítulo específico (Título VIII, Da Ordem Social, Capítulo VIII, Dos Índios) com preceitos que asseguram o respeito à organização social, aos costumes, às línguas, crenças e tradições. “A população indígena hoje no Brasil tem o direito de buscar maior integração, bem como de se manter intacta em sua cultura, aldeada, se assim entender que é a melhor forma de preservação”, explica Proença.
Ainda no texto constitucional, os direitos dos índios sobre suas terras são definidos como “direitos originários”, isto é, anteriores à criação do próprio Estado e que levam em conta o histórico de dominação da época da colonização. “O direito indígena se insere dentro dessa problemática de como lidar com os resquícios da desigualdade derivada de uma colonização que continua criando um panorama de genocídio, de negação da humanidade, da dignidade, das coisas mais básicas”, avalia a estudante de mestrado em direito pela Universidade de Brasília e especialista em direitos indígenas Daiara Tukano.
De acordo com o texto constitucional, a obrigação de proteger as terras indígenas cabe à União. Nas Disposições Constitucionais Transitórias, fixou-se em cinco anos o prazo para que todas as terras indígenas no Brasil fossem demarcadas. Porém, o prazo não se cumpriu. Para a professora Daiara Tukano, atualmente, a lesão mais grave aos direitos indígenas se refere, justamente, à demarcação de terras. “Os povos que estão fora da Amazônia Legal – os tupinambás, os pataxós – são os mais massacrados por conta dessa dificuldade. Trazer a ideia de que o indígena só tenha direito dentro do seu território é uma grande ofensa. Os direitos são válidos em todo o território nacional.”
Também há garantias aos povos indígenas em outros dispositivos ao longo da Constituição. No Artigo 232, é garantida aos povos indígenas a capacidade processual, ao trazer expresso que “os índios, suas comunidades e organizações, são partes legítimas para ingressar em juízo, em defesa dos seus direitos e interesses”.
Apesar de o texto magno ter estabelecido um novo panorama sobre os direitos dos povos originários do Brasil, a concretização dessa ruptura ainda está em curso, segundo os especialistas entrevistados. “A quebra que existe entre a formulação e a execução desses direitos é de política de governo. Nós temos boas leis. Mas para executá-las, precisamos combater o racismo que é histórico, estrutural, institucional”, considera a especialista em direitos indígenas Daiara Tukano. “Até esses direitos serem respeitados e de o cidadão brasileiro comum vir, de fato, a respeitar e até a se orgulhar dos indígenas são, quem sabe, outros quinhentos anos”, acrescenta.
Outros dispositivos
A Constituição prevê que a responsabilidade de defender judicialmente os direitos indígenas é atribuição do Ministério Público Federal (Art. 129, V). Já a competência de legislar sobre populações indígenas é exclusiva da União (Art. 22. XIV). Processar e julgar a disputa sobre direitos indígenas, por sua vez, é competência dos juízes federais (Art. 109. XI).
O texto constitucional também diz que o Estado deve “proteger as manifestações das culturas populares, inclusive indígenas” (Art. 215) e garantir “o respeito a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem” (Art. 210).
Veja alguns dos direitos dos povos indígenas divididos por setor:
Direito à educação
Os povos indígenas têm direito a uma educação escolar diferenciada e intercultural (Decreto 6.861) , bem como multilíngue e comunitária. Seguindo o que diz a Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a coordenação nacional das políticas de Educação Escolar Indígena é de competência do Ministério da Educação (Decreto nº26, de 1991), cabendo aos estados e municípios a execução para a garantia desse direito dos povos indígenas. “Hoje há também o papel preservacionista, a população indígena tem direito a uma escola dentro de sua aldeia, onde são ensinados, além do português, a sua língua originária, a sua forma de reprodução cultural tradicional”, detalha o professor Proença.
Direito à terra
A Constituição de 1988 estabeleceu que os direitos dos índios sobre as terras que tradicionalmente ocupam são de natureza originária. Os índios têm a posse das terras, que são bens da União. “A necessidade de demarcação da terra indígena é a espinha dorsal de toda a luta ancestral da população indígena no Brasil. Recentemente, tivemos alguns avanços nos direitos na demarcação da terra, o maior exemplo foi a demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol”, avalia Proença.
O advogado chama a atenção para ameaças e “possibilidades de retrocesso” nesse quesito. “Qualquer exploração econômica da terra dentro da comunidade indígena deve ficar a cargo exclusivamente da população indígena. Deve ser respeitada a sua autonomia, e os lucros, os ganhos dali provenientes devem ser geridos autonomamente pela população indígena.”
Direitos sociais
Os indígenas são cidadãos plenos e têm direito aos benefícios sociais e previdenciários do Estado brasileiro. Como resultado da Constituição de 1988, e o reconhecimento dos novos direitos indígenas, houve um avanço no reconhecimento dos direitos previdenciários. Segundo o advogado Gustavo Proença, “os índios têm direito a todos os benefícios sociais que qualquer trabalhador tem, a partir da sua economia familiar”.
Direito à saúde
O Subsistema de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, criado em 1999 (Lei nº 9.836/99, conhecida como Lei Arouca), é formado pelos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis) que se configuram em uma rede de serviços implantada nas terras indígenas para atender essa população, a partir de critérios geográficos, demográfi cos e culturais.
Seguindo os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), esse subsistema considerou a participação indígena como uma premissa para aumentar o controle e o planejamento dos serviços, bem como uma forma de reforçar a autodeterminação desses povos.


 Fonte: Agência Brasil