Brasil Novo Notícias

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Cobra gigante é encontrada no interior do AM

Ribeirinhos da comunidade do Miriti, localizada no município de Barcelos (distante 405 quilômetros de Manaus), afirmam ter se deparado com uma cobra gigantesca da espécie sucuri esta semana. A foto do animal foi enviada à redação do Portal A Crítica via e-mail nesta terça-feira (19).

De acordo com populares, a cobra mede quase sete metros e é uma das maiores serpentes encontradas no Amazonas. Segundo o morador que registrou a imagem, Rafael Bastos, a cobra já havia feito cinco vítimas na região, e, por conta deste risco, os vizinhos resolveram matar o animal. “Ela foi morta a tiros e cacetadas, por isso que a boca dela está desse jeito”, conta.
Apesar da dúvida em torno da foto, Rafael confirmou a veracidade da imagem. “Quem tirou a foto fui eu, mas quem ta segurando a cobra é o meu tio. A foto é verdadeira, podem acreditar”, assegura. Bastante comum no interior do Amazonas, a pele e a gordura do animal serão usadas na fabricação de remédios caseiros, os quais serão produzidos pelos próprios moradores da região.
O Batalhão Ambiental da Polícia Militar e o Comando de Policiamento do Interior (CPI) não confirmaram a ocorrência. A reportagem tentou contato com Polícia Militar no município de Barcelos, mas as ligações não foram atendidas.

PREFEITO ERIVANDO AMARAL, O VANDO FICA ENTRE OS 30 MELHORES PREFEITOS DO BRASIL

Vando recebeu o prêmio nacional 
"O município de Vitória do Xingu, é destaque nacional através da administração do prefeito Erivando Amaral que em seu primeiro mandato à frente da gestão pública foi escolhido entre os melhores gestores do país com o Prêmio JK (Juscelino Kubitschek) de Excelência Administrativa, no 10º Congresso Nacional de Prefeitos que escolhe os 30 melhores prefeitos do Brasil. O evento aconteceu  Costa do Sauípe, Bahia"".
O Prefeito Erivando Amaral, o Vando de Vitória do Xingu(PSB), recebeu na noite desta Terça-feira (19) o Prêmio Juscelino Kubitschek, durante o 10º Encontro Nacional de Prefeitos, realizado na Costa do Sauípe, na Bahia. Essa é a décima edição da premiação, que é realizada pela Premium Brasil Congressos e Eventos Nacionais. 
O prefeito recebeu o prêmio JK por estar entre os 30 melhores Prefeitos do Brasil. O prêmio foi resultado das pesquisas, tais como a transparência dos recursos aplicados, cumprimento à lei de responsabilidade fiscal, avanços nas áreas de saúde e educação.
Vando foi indicado por fazer uma administração pública transparente, limpa e voltada aos interesses e desejos da comunidade, principal critério que elege os homenageados. 
O evento aconteceu do dia 18 a 20 de novembro em um dos maiores empreendimentos hoteleiros do país, Costa do Sauipe Resort.
Os prefeitos também participaram de palestras de ideias e jantares de negócios que proporcionou aos congressistas uma troca de informação e conhecimento na área da administração pública.
A 10º edição é uma realização da Premium Brasil Congressos e Eventos Nacionais.
A escolha dos 30 melhores prefeitos levou cerca de 6 meses de profunda, onde o desenvolvimento do município, projetos e investimentos foram analisados.
O Instituto avaliou a Gestão de Acácio no foco das ações da Secretária de Saúde, Educação e Assistência Social.

Por telefone, o prefeito Vando como é carinhosamente chamado por seus amigos disse que sentia honrado, e que o prêmio é compartilhado com toda sua equipe de trabalho, e que sua administração vai continua honrando o mérito lhe outorgado.

Fonte: Blog do Xape

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM OS JOVENS? MAIS UMA JOVEM É ACHADA MORTA APÓS TER IMAGENS ÍNTIMAS DIVULGADAS NA WEB

Garota morre após vídeo vazar na internet
Uma adolescente de 16 anos se matou após descobrir que o ex-namorado divulgou fotos íntimas dela na internet. A polícia de Veranópolis, no interior do Rio Grande do Sul, ainda investiga o caso.

Apesar do nome dele aparecer nas fotos, outras pessoas podem ter postado as imagens e também serão responsabilizadas.

O rapaz teria copiado as fotos a partir de um bate-papo pela câmera do computador. A família entregou o computador e o celular da jovem à polícia.

Outro caso

No Piauí, a adolescente Júlia Rebeca de 14 anos foi encontrada morta no dia 10 de novembro. A polícia investiga a hipótese da adolescente ter se matado após aparecer em um vídeo íntimo compartilhado pela internet.



Operação da PF no Pará combate crimes ambientais

Com o objetivo de desarticular um esquema de atividade ilícita que explorava ilegalmente madeiras na região oeste do Pará, a Polícia Federal do Pará deflagrou nesta quarta-feira (20) a operação 'Trairão' para combater crimes ambientais e fraudes na utilização de créditos florestais. Segundo a polícia, no esquema estão extrações ilegais de madeira que atingiam as regiões da Floresta Nacional de Trairão, em Rurópolis, e a Reserva Extrativista Riozinho do Anfrísio, em Altamira. As investigações tiveram início há pouco mais de um ano.

De acordo com as investigações, a atividade ilegal funcionava da seguinte forma: com a aprovação de um Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), o órgão ambiental concedia ao seu detentor a licença para a prática do manejo florestal, em forma de créditos no sistema Sisflora. Com a ajuda de engenheiros florestais contratados, eram lançados nos sistemas quantidades ou qualidades superiores de espécies florestais das que de fato existiam na propriedade autorizada, proporcionando aos infratores a retirada de espécies mais valiosas de áreas protegidas por lei. 

Os investigados serão indiciados pelas práticas de crimes ambientais, formação de quadrilha, furto de madeira, receptação e falsidade ideológica. Dentre os alvos da operação estão vários empresários do ramo madeireiro. Na operação, foram utilizados 42 policiais federais que deram cumprimento a 17 mandados de prisão, deferidos pela Vara Federal de Itaituba, sendo 1 de prisão preventiva, 14 de condução coercitiva e 2 de busca e apreensão em sedes de madeireiras e residências dos investigados nos municípios de Rurópolis, Placas, Trairão, Aveiro e Novo Progresso, todos no Pará, além de Caracaraí, no Pará, Aripuanã, no Mato Grosso, Santa Luzia, no Maranhão e Ji-Paraná, em Rondônia.

ORM

Justiça Federal suspende o licenciamento da mineradora canadense Belo Sun no Xingu

A Justiça Federal em Altamira suspendeu o licenciamento ambiental do projeto Volta Grande de Mineração, que a mineradora canadense Belo Sun pretendia instalar na mesma região onde está sendo construída a hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará. A decisão atende a pedido do Ministério Público Federal (MPF) e obriga a empresa a fazer os estudos de impacto sobre os indígenas da região, que são exigidos por lei e até agora não foram apresentados. 

“A condução do licenciamento ambiental sem a necessária e prévia análise do componente indígena demonstra grave violação à legislação ambiental e aos direitos indígenas”, diz a decisão judicial. A liminar determina a suspensão do licenciamento e a anulação, caso seja expedida, de licença prévia à Belo Sun, “condicionando o licenciamento à elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e respectivo Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente do Projeto Volta Grande de Mineração contemplando o componente indígena, devendo ainda seguir as orientações contidas no Termo de Referência elaborado pela Fundação Nacional do Índio (Funai)”.

Em caso de descumprimento da decisão, o juiz Sérgio Wolney Guedes determinou multa diária de R$ 20 mil. A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) do Pará já se pronunciou favorável a emitir a licença para o empreendimento sem exigir os estudos e chegou a colocar o assunto em votação na reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) do último dia 18 de novembro. A representante do Ministério Público do Estado do Pará (MP), Eliane Moreira, pediu vistas do processo e o assunto deveria voltar à pauta no próximo dia 2 de dezembro. Com a decisão judicial, a concessão de qualquer licença para a Belo Sun no Conselho está proibida. 

O projeto Volta Grande de mineração foi anunciado pelos empreendedores como o maior do Brasil. O plano é instalar a mina em Senador José Porfírio, a aproximadamente 10 km de distância da barragem de Belo Monte. A empresa Belo Sun, do grupo canadense Forbes&Manhattan, divulgou aos investidores que extrairá, em 12 anos, 50 toneladas de ouro com um faturamento de R$ 550 milhões por ano. Essa semana, após a reunião do Coema, a Belo Sun emitiu um comunicado em seu site informando aos acionistas que já obtivera votos de 11 dos 13 conselheiros (veja o comunicado aqui, em inglês)

Para o MPF, conceder licença para mais um empreendimento de grave impacto sem conhecer os impactos aos indígenas é inadmissível, já que as populações da Volta Grande do Xingu são justamente as que sofrerão o pior impacto da usina de Belo Monte, que é o desvio de 80% a 90% da água do Xingu para movimentar as turbinas. É um dano tão severo que o próprio Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) ao conceder a licença para a hidrelétrica estabeleceu um período de seis anos de testes para saber se a Volta Grande e as populações terão capacidade de sobreviver à construção da barragem e à seca permanente.

O juiz federal Sérgio Wolney Guedes concorda com a necessidade de precaução e afirma em sua decisão que, “em se tratando de direito ambiental, a tutela não se dirige apenas a casos de ocorrência efetiva do dano, pelo contrário, busca-se justamente proteger o meio ambiente da iminência ou probabilidade de dano, evitando-se que ele venha a ocorrer, pois o dano ambiental é, como regra, irreversível”

Para o MPF, ao ignorar todas as recomendações, advertências e preocupações, ao desconhecer os impactos de Belo Monte e permitir que os estudos indígenas sejam apresentados depois da concessão da licença prévia, a Sema estaria cometendo diversas ilegalidades e impondo “aos indígenas duplamente afetados (por Belo Monte e agora por Belo Sun) o ônus que deveria ser do empreendedor, de arcar com as externalidades negativas do empreendimento”.

MPF

Norte Energia suspende processo que pedia paralisação de Belo Monte

O consórcio Norte Energia, dono da hidrelétrica de Belo Monte, conseguiu suspender o processo do Tribunal Regional Federal (TRF) de Brasília, que julgaria hoje o pedido de paralisação das obras da usina.

Com o pedido de suspensão acatado, ainda não há data para que o processo volte a ser julgado, informa a assessoria de comunicação do tribunal.

O autor da liminar que pedia a paralisação de Belo Monte é o desembargador Antonio Souza Prudente. No fim de outubro, ele já tinha acatado ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que pedia a paralisação imediata das obras.

Sua decisão, no entanto, não teve nenhum efeito prático, porque o presidente do TRF de Brasília, desembargador Mário Cesar Ribeiro, acolheu pleito da Advocacia-Geral da União (AGU), derrubando a liminar que impedia a continuidade das obras da usina.

Em construção no município de Vitória do Xingu, vizinho de Altamira, Belo Monte é hoje o maior empreendimento de infraestrutura em construção no país. Suas obras foram iniciadas em junho de 2011. De lá para cá, a hidrelétrica já acumula um total de cinco meses de paralisações parciais ou totais de seus canteiros de obra. O início de operações da usina está previsto para fevereiro de 2015.

(André Borges | Valor)

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Policiais civis entram em greve dia 26

Policias civis do Estado entram em greve a partir de terça-feira (26). A decisão foi tomada em assembleia geral da categoria, realizada na noite de ontem, na Associação dos Policiais Militares da Reserva Remunerada do Pará (Aspomire). Convocada pelo Sindicato dos Policias Civis do Pará (Sindpol), a assembleia reuniu pouco mais de 80 policiais que deliberaram pela greve. “A assembleia é soberana”, defende o presidente do Sindpol, Rubens Teixeira.
Os policiais civis pedem progressão por escalonamento, que garante 5% de aumento ao servidor a cada promoção; incorporação do abono salarial de R$ 540; vinculação de 65% em relação aos delegados, conforme prevê o artigo 64 da Lei nº 22, que rege o policial civil de última classe; isonomia de nível médio e superior; melhorias das instalações; alojamentos e banheiros femininos, além de melhores condições de trabalho.

A gratificação por nível superior foi conquistada judicialmente. Ontem, o Sindpol ficou sabendo da decisão do juiz Cláudio Hernandes, da 3ª Vara da Fazenda da Justiça Comum, sobre ação impetrada em 2010, que garante a gratificação aos servidores da Polícia Civil que possuem ensino superior completo. “Ainda não fomos notificados e a decisão ainda não foi publicada. Ficamos sabendo pelo sistema, na internet”, explica o presidente do sindicato. 
“Há casos isolados que já haviam sido concedidos pelo Judiciário, mas agora será feito administrativamente, é só apresentar a documentação”, comemora Gibson Silveira, vice-presidente do Sindpol. Com a decisão, o servidor não precisa mais entrar com ação na Justiça para ter o direito garantido. 

Apoio ao Sindetran

Os policiais civis pretendem reforçar a ação do Sindicato dos Servidores do Detran (Sindetran), que está pressionando os deputados estaduais para garantia de orçamento para as demandas dos servidores na revisão do Plano Plurianual (PPA). Hoje eles devem ocupar as galerias da Assembleia Legislativa do Estado (AL) e não descartam a possibilidade de sair em caminhada pelas ruas de Belém.

30% VAI TRABALHAR

O Sindpol reúne 2.233 policiais civis. Destes, cerca de 80 compareceram à assembleia de ontem, que por maioria deliberou pela greve. De antemão, os policiais garantem que pelo menos 30% do efetivo vai trabalhar para garantia do serviço essencial. “Agora o trabalho é de mobilização. Cada um tem que chamar um colega policial e convidar a grevar”.
A greve será deflagrada na próxima terça-feira (26), respeitando os prazos legais de 72 horas de comunicação, para garantia da legalidade e não abusividade da greve. “Não adianta paralisação. Só assim (greve) o governo vai olhar pra gente com respeito e dignidade”, acredita Teixeira. Hoje o Pará tem cerca de 2.700 policiais civis, sendo 1.556 na área metropolitana e 1.144 no interior do Estado.
Os policiais questionam o número de efetivo nas ruas e delegacias e denunciam a sobrecarga de trabalho, principalmente em municípios do interior do Pará. “Chegamos a trabalhar até três vezes a mais do que o permitido, fazendo 380h/mês. Queremos trabalhar com condições para prestar o serviço. A progressão por escalonamento não é feita há 14 anos e os poucos que são beneficiados são ‘apadrinhados’”, relata Silveira. 

GREVE É ‘ÍNFIMA’

“A população paraense não será prejudicada em caso de paralisação de parte do efetivo de policiais civis paraenses. Quem garante é o delegado geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino”, conforme nota enviada na noite de ontem ao DIÁRIO. A nota reitera que o efetivo operacional da polícia é formado por 2.800 servidores “e que apenas uma ínfima parcela deste total participou da assembleia ocorrida na noite desta terça, 19, convocada pelo Sindipol”. “Delegados de polícia e papiloscopistas, por exemplo, não participaram da assembleia. Além disso, o número de policiais na ativa que estão alinhados com o Sindipol está muito distante do total de policiais”, destaca o delegado geral. “Caso ocorra paralisação de parte dos servidores, a população paraense não será prejudicada de forma alguma. As delegacias e seccionais continuarão abertas e o atendimento não será interrompido”, afirma Rilmar Firmino.

(Diário do Pará)


Pará suspende por dez dias decisão sobre mineração de ouro no Xingu

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) do Pará decidiu acatar o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) e suspendeu, por dez dias, a definição sobre o licenciamento ambiental do projeto Volta Grande, empreendimento da empresa canadense Belo Sun, que prevê a exploração de ouro nas margens do rio Xingu, ao lado da área onde é construída a usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

O MPE havia apresentado pedido de vistas do processo de licenciamento na semana passada. Com a decisão, diz a promotora do MPE, Eliane Moreira, autora do pedido de vistas, ficou marcada para o dia 2 de dezembro uma reunião deliberativa do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema) do Pará, que votará pela liberação ou não da licença prévia ambiental do empreendimento. A decisão do Coema é necessária para que o projeto da Belo Sun consiga sua licença prévia.

A Belo Sun havia pedido formalmente à Sema para que colhesse os votos dos 12 membros do Coema, independentemente do pedido de vistas apresentado pelo MPE. A Secretaria, no entanto, optou por abrir um prazo adicional de 10 dias para que os promotores fundamentem suas colocações contrárias ao empreendimento.

A Belo Sun tem planos de investir até US$ 1,1 bilhão na extração e beneficiamento de ouro em Senador José Porfírio, município vizinho a Altamira. A produção prevista é de 4.684 quilos de ouro por ano. Em sua página na internet, a Belo Sun afirma que está à frente do “maior projeto de exploração de ouro do Brasil”.

O MPE afirma que há uma série de irregularidades no processo de licenciamento da mina. A Belo Sun afirma que não há nenhum problema no projeto e que já cumpriu todas as etapas exigidas pela legislação ambiental.

Segundo o MPE, a empresa não realizou estudos que apontem impactos sobre povos indígenas. A Belo Sun afirma, no entanto, que i empreendimento vai operar a mais de 10 km em relação a qualquer terra indígena. “Portanto, segundo determina a legislação vigente, não há necessidade da realização desse tipo de estudo. E parecer técnico da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) do Pará afirma que não haverá impacto direto sobre terras indígenas”, alega a empresa.

Sobre a falta de estudos que apontem efeitos sinérgicos com a usina de Belo Monte, que está sendo construída há menos de 20 km de distância do local previsto para a mina, a empresa afirma que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) realizado pelo empreendimento “considera os possíveis impactos sinergéticos nos meios físico, biótico e antrópico” com o projeto da usina e que “foi avaliado, ainda, o hidrograma de consenso da UHE Belo Monte, e verificou-se que o impacto da mineração sobre a redução de vazão do Rio Xingu é nulo”.

Sobre a afirmação de que a competência para conferir a licença prévia deveria ser do Ibama, e não do órgão ambiental estadual (Sema), a empresa alega que, “como o empreendimento terá base distante de qualquer terra indígena, não está localizado em unidades de conservação de domínio da União e também não é desenvolvido em mais de um estado, o órgão estadual é, segundo a legislação ambiental vigente no país, a esfera competente para emitir a licença. O Ibama, inclusive, já se manifestou a esse respeito”.

A Belo Sun critica ainda a acusação sobre desrespeito à Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Esta convenção, que sequer foi regulamentada no país, aplica-se exclusivamente a empreendimentos localizados em terras indígenas ou que as afete diretamente, o que não é o caso do empreendimento da Belo Sun.”

Valor Econômico.

Festival de verão atrai turistas a Vitória do Xingu

Em Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará, a 10ª edição do “Vitsol”, festival de verão que acontece em uma das praias mais bonitas da região, tem atraído turistas ao município. O objetivo é incentivar o turismo através dos recursos naturais. O Festival vai até o próximo final de semana.

O local escolhido para receber os turistas foi a Praia do Meio, que surge do encontro das águas do rio Xingu e Tucuruí. Nessa época do ano, nesse ponto, surge um banco de areia de aproximadamente 2 km de extensão, que vira um local de encontro para os banhistas.

Para chegar à praia, é preciso pegar uma lancha por 5 minutos. Uma estrutura com barracas que vendem comida e bebida em uma arena fechada também foi montada para receber cerca de 5 mil pessoas a cada final de semana. 

“A maior importância do festival é incentivar o turismo e o comércio local. Tem gente do Paraná, tem gente de todo lugar. Vitória do Xingu vai ficar conhecida no Brasil inteiro por esse evento”, afirma Gil Yonesawa, da coordenação do evento.

As crianças aproveitam a praia para brincar na água. Entre as atrações do evento, a escolha do garoto e da garota Vitsol e shows de bandas locais nas areias da praia.

Fonte: Portal O Xingu

Com informações do G1 PA

Hospital da Transamazônica alerta sobre o câncer de próstata


Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil, atrás do câncer de pele. Cerca de 60 mil novos casos foram identificados em 2012. Com o objetivo de alertar, orientar e prevenir a população, o Hospital Regional da Transamazônica apresentou na terça-feira (19) a palestra “Prevenção ao câncer de próstata”, com o urologista Eduardo Capatti.

Durante a palestra, o médico falou sobre o câncer de próstata, como se desenvolve, diagnóstico, tratamento e dicas de prevenção. “Hábitos saudáveis podem sim prevenir. Não fumar, controlar o peso, praticar atividade física regular, ingerir, pelo menos, três porções de tomate por semana, consumir mais peixe e reduzir o consumo de carne vermelha são algumas das medidas que podem prevenir a doença”, explicou.

O médico falou ainda sobre o preconceito que existe em fazer o exame que pode diagnosticar a doença. “Não podemos ter preconceito sobre um exame que pode salvar nossa vida e que é necessário a partir dos 40 anos. Deve ser feito anualmente”, disse.

Funcionário do hospital, Michael Kleber destacou a importância da palestra. “Consegui tirar muitas dúvidas, e mesmo sem idade para fazer o exame, sei que é importante para minha saúde. Com certeza vou fazer quando for necessário”, afirmou. A programação alusiva ao Novembro Azul, mês da campanha de conscientização dos homens sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, é parte das ações da sexta Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat), que ocorre até sexta-feira (22).

AP

Ministério dos transportes quer saber quem dirige pelas rodovias federais

Há uma semana pesquisadores contratados pelo Ministério dos Transportes estão em pontos estratégicos das rodovias federais ouvindo motoristas. A pesquisa "Origem e Destino" quer saber quem são, o que fazem, o que pensam, como dirigem e principalmente, para onde vão os motoristas que circulam pelas rodovias federais.

Os dados coletados durante as entrevistas com os motoristas serão utilizados para criar um perfil nacional do motorista, a ideia é entender o novo fluxo migratório ocorrido nas rodovias, e de que forma esse fluxo migratório está influenciando a rotina dessas cidades. Em Altamira os pesquisadores têm o apoio da Polícia Rodoviária Federal, em frente ao posto de fiscalização da PRF, eles abordam os motoristas e realizam a pesquisa.

http://karinapinto.blogspot.com.br

MAIS UM ACIDENTE ENVOLVENDO MOTO E UM CAMINHÃO É REGISTRADO NA RODOVIA TRANSAMAZÔNICA PRÓXIMO À BRASIL NOVO

O acidente aconteceu na manhã desta quarta-feira (20), por volta das 10h:00min envolvendo uma moto Yamaha modelo YBR Factor e um caminhão da empresa Sanches Tripoloni, que é a empresa responsável pela pavimentação da BR-230 Rodovia Transamazônica no trecho entre Brasil Novo e Medicilândia.

Segundo informações repassadas à redação do Blog Brasil Novo Notícias.Com, o jovem de identidade na revelada e com aproximadamente 25 anos de idade, vinha de Altamira com destino à Medicilândia quando se chocou com o caminhão da empresa próximo à usina de asfalto, que está instalada às margens da Rodovia próximo ao centro urbano da Cidade. A informação é de que o caminhão iria buscar uma patrol quando o condutor da motocicleta bateu de frente com o veículo lesionando uma perna e o pé.  A equipe do SAMU fez os primeiros atendimentos à vítima ainda no local e depois o encaminhou ao Hospital Natália Arraes onde recebe atendimento. A polícia Rodoviária Federal também esteve no local realizando os procedimentos e organizando o trânsito. 
O motociclista estava sem capacete e a motocicleta foi recolhida pela polícia.

Este é o segundo acidente envolvendo veículos da empresa Sanches Tripoloni em menos de um mês, o acidente ocorrido no dia 02 de novembro envolvendo uma caçamba da empresa ceifou a vida de Valdir Viana da costa de 30 anos de idade no mesmo trecho em obra.





Por: Valdemídio Silva
Fotos: Rósio Mattos

terça-feira, 19 de novembro de 2013

PARABÉNS PORTO DE MOZ 123 ANOS - PORTO DE MOZ, PA - VAMOS CONHECER O XINGU?

Porto de Moz  é um município do Estado do Pará, no Norte do Brasil, com uma população de, aproximadamente, vinte e oito mil habitantes. De origem indígena era chamada Porto de Mo pelos indios Muturús. No ano de 1635 os jesuítas fundaram a Vila do Porto de Mós e a aldeia indígena ficou conhecida como o bairro de Maturu. As origens da sede do atual Município encontram-se no Aldeamento de Muturu, fundado pelos Capuchos de São José, possivelmente em 1639. Com o desenvolvimento do aldeamento, advieram as grandes explorações na parte baixa do Xingú.Na parte cultural do município destaca-se a Festa de São Brás, com a realização de círios terrestre e fluvial, as quadrilhas juninas, os Bois.Bumbás e os Cordões de  Pássaros. Em sua culinária destacam-se os pratos típicos da região,  como o Tucunaré na brasa com açai, acari na brasa, cascudo no leite de castanha-do-pará, entre outros. No artesanato, o destaque fica com a fabricação de bolsas e chapéus a partir do aproveitamento do couro.A Igreja Matriz, construída pelos Capuchos de São José, no Século XVIII é uma de suas atrações turísticas e a Praça em frente a igreja  é um local privilegiado onde pode-se assistir um magnífico por-do-sol a beira do Rio Xingú.Outras atrações turísticas são a Praia da Chácara, a dois quilômetros da cidade, com suas areias finas e águas límpidas, que proporcionam um delicioso banho no Xingú, sendo ainda o local onde se realizam os festivais de verão. Tem ainda a Praia de Tauerã distante, três quilômetros e meio do município, que é uma área arqueológica, com sitios contendo material de referência científica, além da Praia de Maruá, a quinze quilômetros da sede do Município. Esta é uma praia magnífica, com vasta arborização e várias espécies de peixes que, com suas águas quentes permite o banho o ano inteiro.E, a quarenta quilômetros da cidade, encontra-se complexo de Cuparí, local de flora e fauna de grande beleza, um complexo de pequenos lagos onde é feita a pesca esportiva.Os acidentes geográficos ecologicamente mais importantes da região são os Rios Xingú e Amazonas, seguidos do Acaraí, Jarauçú e Pacanã do Aquiqui, as cachoeiras de Itapaiúna, Juruacá e Itamaracá e a Serra do Tapará.Com todos esses atrativos, como deixar de visitar Porto de Moz? Vamos conhecer?
(Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Porto de Moz)


Por:http://em-prosa-e-verso-cidades.blogspot.com.br

Conselho Estadual de Meio Ambiente do Pará vota projeto de mineração da Belo Sun

Nesta segunda-feira (18/11), 14 membros do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema) do Pará estão votando a liberação ou não da licença prévia ambiental do empreendimento. Vizinho às obras da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu

O projeto Volta Grande, da mineradora Belo Sun, fica no Rio Xingu, em um trecho logo abaixo da barragem de Belo Monte. A Belo Sun pertence ao grupo canadense Forbes e Manhattan e aguarda o parecer da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará (Sema-PA) para iniciar a execução da obra. A decisão do Coema é etapa necessária para que o projeto da Belo Sun consiga autorização ambiental.
A reunião começa às 10h da manhã, horário de Brasília, na sede da Secretaria do Meio Ambiente do Pará, SEMA-PA.
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação no último dia 13 pedindo a suspensão imediata do licenciamento ambiental da mina de ouro. O MPF afirma que o licenciamento é irregular porque está sendo conduzido sem exigência dos estudos de impacto sobre os indígenas que moram na área.
A Fundação Nacional do Índio (Funai) já tinha encaminhado termo de referência para a contratação dos estudos específicos desde janeiro deste ano, mas a empresa responsável pelo empreendimento ignorou a solicitação do órgão.
Veja a localização do projeto no mapa abaixo.

Em agosto último, indígenas da etnia Juruna encaminharam para a Sema uma solicitação de consulta livre, prévia e informada sobre o empreendimento, antes da autorização ambiental. O governo do Pará não respondeu a solicitação. Uma representante da TI Paquiçamba participa da reunião de hoje com o objetivo de reiterar a solicitação de consulta por parte dos indígenas. .
O projeto tem cifras grandes. A página da internet da Belo Sun informa que em 12 anos a empresa pretende produzir 50 toneladas de ouro e faturar mais de R$500 milhões por ano.
O projeto terá que utilizar imensa quantidade de cianeto, material altamente tóxico, e formar uma montanha de materiais quimicamente ativos com um volume equivalente a duas vezes o tamanho do morro do Pão-de-Açúcar, que deverá ficar às margens do Xingu.
Em janeiro, o ISA já havia enviado um parecer técnico a Sema pedindo a inviabilidade da obra.

Fonte: ISA – Instituto Socioambiental

RURÓPOLIS: PROFESSORA É ASSASSINADA COM 5 TIROS PELO PRÓPRIO MARIDO

O bárbaro crime aconteceu na madrugada desta segunda-feira, 18, na cidade de Rurópolis, região Oeste do Pará.
A vítima foi a professora Ana Cláudia Ferreira, de 34 anos, que foi assassinada com 5 tiros no tórax, desferidos pelo próprio esposo, Franklin de Oliveira Imbiriba, de 43 anos. O crime passional aconteceu no interior da residência do casal na Avenida Getúlio Vargas, no centro da cidade.
Segundo informações da Polícia, o acusado teria praticado o crime por ciúmes de sua esposa. Após cometer o crime Franklin tentou tirar a própria vida, efetuando um disparo de revólver na cabeça. A Polícia de Rurópolis entrou em ação e conseguiu deter ainda no local do homicídio o acusado que foi levado para o Pronto Socorro Municipal de Rurópolis. Com o agravamento do estado de saúde ele foi transferido para o Hospital Municipal de Santarém, onde está internado.
A PM acompanhou a transferência do assassino bárbaro feita em uma ambulância do Pronto Socorro de Rurópolis para o Pronto Socorro de Santarém o criminoso ficou em uma maca até ser transferido para o setor de emergência.
A Polícia Civil de Rurópolis informou ainda que tão logo Franklin de Oliveira Imbiriba receba alta do Hospital será levado para a delegacia de Rurópolis, onde prestará depoimento e vai responder pelo crime que cometeu. Franklin exerce a função de vigilante e presta serviço no prédio do INCRA naquele em Rurópolis.

As informações são do http://www.oimpacto.com.br 
Fonte: RG 15/O Impacto e Elias Junior