A
Polícia Civil do Pará deu cumprimento nesta terça-feira, 13, a mandados de
prisão e de busca e apreensão domiciliar, na capital paulista, em decorrência
de inquérito instaurado pela Divisão de Prevenção e Repressão a Crimes
Tecnológicos (DPRCT), para investigar e desarticular uma organização criminosa
que já fez vítimas por todo país. Nove pessoas foram presas em São Paulo e uma
em Minas Gerais. Quatro delas apontadas como líderes do grupo serão conduzidas
para Belém, para responder pelos crimes. Entre elas está o principal líder da
organização, o cantor Clenivaldo Dantas de Oliveira, conhecido como Leone, vocalista
da banda Modelos do Forró, de São Paulo. Nesta quarta-feira, a Delegacia-Geral
da Polícia Civil concederá entrevista coletiva para apresentar detalhes da
operação.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Repórter é atingido com tiro durante protestos em Belo Monte
O repórter e apresentador Felype Adms, fazia cobertura jornalística em Belo Monte na Madrugada desta terça, 13, durante protestos de pescadores da região, quando foi alvejado com um tiro de bala de borracha, apesar do efeito de dispersão as marcas ficaram na região do peito do apresentador, o colete protegeu Felype Adms de danos maiores.
Felype e Arlito Ramos estava entre os pescadores e policiais da força nacional e tropa de choque da PM registrando o conflito que foi intenso e durou cerca de duas horas. Segundo o apresentador, tudo não passou de um susto, mas não escondeu o medo de ser alvejado de verdade.
"Sabemos que se fosse um tiro com material em chumbo a situação seria bem complicada, mas graças a Deus foi um susto, o importante é que nosso trabalho continua e nossos telespectadores vão poder acompanhar com exclusividade os momentos de tensão" disse Felype Adms.
PLACAS - BICAMPEÃ DA COPA RURÓPOLIS DE FUTSAL EM 2014
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| PLACAS - BICAMPEÃ DA COPA RURÓPOLIS DE FUTSAL EM 2014 |
| DDC Vice Campeão |
Sábado, dia 10 de maio de 2014, dando prosseguimento as homenagens alusivas às comemorações do vigésimo sexto ano de emancipação do município, a partir das quatorze horas, foi realizado os jogos finais da COPA RURÓPOLIS DE FUTSAL 2014. Cinco partidas foram disputadas, para se saber quem seria os campeões das categorias: Sub 14, sub 17, Feminino, Máster e da categoria principal. Na categoria sub 14, equipe do Sporting foi a campeã; na categoria sub 17, campeã foi a equipe dos Juntos e Misturados;
| Prefeito Pablo Genuíno, entregando o troféu de campeão e de melhor goleiro ao atleta Sidney da equipe de Placas |
Sporting Club Rurópolis - Campeão Máster
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No feminino, sagrou-se campeã a equipe do Radar; na categoria Máster, novamente a equipe do Sporting Club Rurópolis e na categoria principal a equipe campeã, mais uma vez foi a equipe de Placas, tornando-se bicampeã da Copa Rurópolis de Futsal (2012/2014). Na categoria sub 14, o melhor goleiro foi o atleta Felipe do 100% artes e Wesley Reis do Mundiarts foi o artilheiro do dezessete gols; Na categoria sub 17, o melhor goleiro foi o atleta Diogo da equipe Juntos e Misturados e o artilheiro, foi Suelmo também da equipe Juntos e misturados, com doze gols; Na categoria feminino, a melhor goleira foi a atleta Edvania da equipe de Seca Boteco; Na categoria Máster, o melhor goleiro foi Bené Tempero da equipe do Sporting e o Artilheiro foi o Eroney da equipe da MA Móveis com quatorze gols; Na categoria principal, o melhor goleiro foi Sidney da equipe de Placas e o artilheiro, foi Fábio com treze gols. Devemos parabenizar a equipe de Placas, pelo desempenho realizado, na disposição de seus atletas e a vontade de vencer de todos. Vieram para jogar e fizeram bonito. Parabéns a todos os atletas em particular ao goleiro Sidney que é um ótimo goleiro e em uma percentagem bem alta, é o responsável pelas vitórias de sua equipe.
VEJA MAIS INFORMAÇÃO E FOTOS DA COPA, CLICANDO ABAIXO.
POLÍCIA CIVIL DE RURÓPOLIS INVESTIGA CAUSAS DE INCÊNDIO
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| O que restou da casa |
Proprietários de uma residência, localizada na Rodovia Santarém/Cuiabá – Ramal Norte, Lote 03, zona rural de Rurópolis, comunicaram na delegacia de polícia civil que na manhã de hoje (12/05/2014) por volta das 08hs, foram surpreendidos no centro da cidade por populares, os quais lhe avisaram que sua residência construída em madeira estaria pegando fogo.
O casal foi até o local, mas, nada poderia mais ser feito, pois, a casa já havia sido consumida pelo fogo, levando a destruição total com todos seus pertences, dentre eles: bens móveis, eletrodomésticos, roupas, documentos pessoais e de veículos automotores.
De acordo com as investigações preliminares realizadas pelo investigador de polícia civil, Hércules dos Santos Araújo, à priori, nenhum indício de crime foi encontrado, bem como, não há relatos de desavenças dos proprietários com a vizinhança e nem com qualquer outro munícipe. Também, constatou-se que a residência guarnecia uma série de eletrodomésticos dentre eles televisores, ar-condicionado, aparelho de DVD, freezer, geladeira, micro-ondas, etc., podendo, possivelmente, ter ocorrido uma queda de energia e um curto-circuito. O fato ainda encontra-se sob investigação policial.
FONTE: POLICIA CIVIL
RIBEIRINHOS E TRABALHADORES RURAIS DO ENTORNO DE BELO MONTE BLOQUEIAM ACESSO AO CANTEIRO DE OBRAS DE NELO MONTE
Cerca de mil
trabalhadores rurais e ribeirinhos, moradores das áreas que margeiam as obras
de Belo Monte, no sudoeste paraense, bloqueiam desde 22 horas da noite de ontem
(12), a via de acesso a um dos canteiros de obras da Usina de Belo Monte na
altura do Km 18 na agrovila Leonardo da Vinci. De acordo com as informações
repassadas por manifestantes, o protesto seria uma retaliação dos moradores
pela morte de um ribeirinho ocorrido na semana passada. Em protesto, os
moradores atearam fogo em madeiras para Bloquear o as vias de acessos aos
canteiros de Obras.
Informações dão conta de que pelo
menos um ônibus teria sido incendiado pelos manifestantes e que alojamentos
também teriam sido saqueados. O clima teria ficado mais tenso no local com a
chegada da Força Nacional, que fazem a segurança da obra, que teriam disparado
balas de borracha contra os manifestantes.
Moradores contaram que a população
reclama do aumento da violência, o que segundo eles se deve ao aumento
populacional e do tráfego de veículos ocasionado pela instalação do
empreendimento na região e que o fato tem se agravado nos últimos tempos. Os
manifestantes, moradores de Altamira, Vitória do Xingu, Souzel e Porto de Moz,
reivindicam o recebimento das compensações financeiras prometidas em acordo com
a Norte Energia. As negociações estão acontecendo sem muitos avanços.
A manifestação já prejudica os
trabalhos em Belo Monte, Canais e Dique e Pimental, principais frente de
trabalho do empreendimento.
Por: Valdemídio Silva
Através de nota motorista fala pela primeira vez sobre acidente na Transiriri que feriu 15 pessoas
O motorista Nelson Abelardo da
Silva, o Nelsinho, de 39 anos, falou pela primeira vez a imprensa através de
nota sobre o acidente com o caminhão de linha que ele dirigia no dia quando 15
pessoas ficaram feridas na Transiriri, quilômetro 1852 sul, zona rural de
Uruará.
Na nota o motorista Nelson da
Silva diz que quando descia a ladeira onde o acidente aconteceu a caixa de
marchas quebrou e o freio não suportou a pressão, ele tentou fazer uma curva
que existe na ladeira mesmo sem freio quando o caminhão rodou no ar e caiu de
bico no chão. Ele afirmou ainda que é habilitado e dirige há 12 anos
transportando pessoas e disse ainda que está muito abalado com o ocorrido. Na
nota ele ainda diz “agradeço aos amigos que foram ajudar: Ronaldo, Genilson,
Aldair, Vanderlei e todos os voluntários que foram até o local do acidente para
ajudar na remoção dos feridos”.
Para a nossa reportagem
Nelsinho informou ainda que a vários meses vem pedindo para a administração
municipal recuperar a estrada vicinal no trecho da ladeira, eliminando a curva
que é bastante perigosa, onde já ocorreram outros 7 acidentes e de acordo com o
que ele informou, a continuar da maneira que está outros acidentes poderão
acontecer.
Por: Joabe Reis
Fonte: Sistema regional de
Comunicação
Tentativa de Homicídio em Altamira
segunda-feira, 12 de maio de 2014
BRASIL NOVO: SEMUTS REALIZA EVENTO EM HOMENAGEM AO DIA DAS MÃES DO SCFV
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| O público lotou o espaço de festas do CCI |
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| Sec. Maria José Biancardi Agradeceu ao apoio dado pelo Governo de Marina Sperotto |
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| Prefeita Marina Sperotto entrega Brinde à Servidora |
Por: Valdemídio Silva
Fotos: ASCOM/PMBN
Funai não tem definição sobre retirada de não índios de Apyterewa
A Fundação Nacional do Índio (Funai) informou que não há definição quanto à desocupação da Terra Indígena Apyterewa, em São Félix do Xingu (PA). Segundo a assessoria do órgão indigenista, a recusa do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) aos argumentos dos 27 não índios que ocupam imóveis rurais instalados no interior da reserva e que pretendiam evitar ser retirados do local é uma vitória, mas não resultará na imediata desintrusão da área. Isso porque há mais de 100 processos tramitando na Justiça questionando a demarcação de Apyterewa.
Notícias de que os não índios teriam que desocupar a reserva foram divulgadas após a Advocacia-Geral da União (AGU) informar, esta semana, que procuradores da Procuradoria Regional Federal da 1ª Região (PRF1) e da Procuradoria Federal Especializada da Funai convenceram a Justiça de que a comunidade indígena detém a posse permanente das terras. Isso asseguraria a retirada dos não índios da reserva indígena, sancionada em abril de 2007, por meio de um decreto presidencial. A extensão da área demarcada é de 773 mil hectares (um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial).
De fato, a juíza federal substituta da 17ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, Maria Cândida Carvalho Monteiro de Almeida, indeferiu o mandado de segurança coletivo em que os 27 ocupantes não índios de Apyterewa tentavam reverter o processo de desocupação. A decisão da juíza, no entanto, é de 19 de dezembro de 2013, e não trata dos procedimentos necessários à desintrusão. Também não estabelece qualquer prazo para que os não índios comecem a deixar o local.
No Mandado de Segurança nº 53625-46.2012.4.01.3400, os não índios afirmam que a Funai não observou o devido processo legal ao promover os estudos antropológicos que identificaram a área como terra tradicional indígena. E que, já em abril de 2012, antes mesmo que a Justiça tivesse julgado as várias ações que visam a impugnar o processo de desocupação da área, a Funai publicara no Diário Oficial da União o resultado do processo de licitação para contratação da empresa de transporte que fará a remoção dos não índios.
A juíza, no entanto, concordou com os argumentos de defesa apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Funai, concluindo não haver qualquer evidência de ilegalidade ou de abuso de autoridade, autorizando, assim, que o processo de desintrusão fosse retomado. A remoção dos não índios e o pagamento de indenizações aos ocupantes de boa-fé que permanecem na área, conforme explicou a assessoria da Funai, só não ocorreu por conta da existência dos outros processos judiciais.
AB
Comissão Agrária Nacional reunirá em Altamira
Objetivo é discutir questões fundiária na região do Xingu
A Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo, presidida pelo Ouvidor Agrário Nacional, desembargador Gercino da Silva Filho, promove nos dias 14 e 15 de maio, na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Altamira, reuniões de trabalho para discutir conflitos e reforma agrária na região sudoeste do Estado, área do Xingu. Participarão das reuniões o desembargador Otávio Marcelino Maciel, ouvidor agrário do TJPA, e o juiz Horácio Lobato Neto, da Vara Agrária Regional de Altamira, além de representantes de instituições que atuam na questão fundiária no Pará.
Conforme a pauta das reuniões, no dia 14, às 9h, os participantes vão debater e buscar soluções para os conflitos agrários no projeto de assentamento do Incra denominado Pilão Poente III, localizado no município de Anapu, envolvendo trabalhadores rurais vinculados à Associação Agrícola do Rio Água Preta, presidida por Josildo de Freitas, e trabalhadores assentados recentemente pelo Incra no local intitulado Vicinal Água Preta. A discussão do referido conflito atende solicitação da Direção de Programas do Incra.
No dia 15, às 9h, a pauta de discussão será em torno do conflito agrário no lote 97 da Gleba Bacajá, no município de Anapu, de pretensa propriedade de Antônio Borges Peixoto. Segundo reclamação da chefia do escritório do Incra em Anapu, o gado de Antônio Peixoto, destrói as roças dos parceleiros do projeto do Incra denominado Pilão Poente II. Também na pauta, o conflito agrário nos lotes 69, 69-A, 71, 71-A, 73 e 73-A, que compreendem a fazenda Santa Helena/Bom Destino, situada na Gleba Bacajá. O conflito envolve trabalhadores rurais liderados por Didácio de Souza, e o fazendeiro Carlos Fleck.
Na parte da tarde, no dia 15, a partir das 15h, a pauta será reservada para o repasse de informações por parte do Incra, sobre o andamento de possível processo de indenização de benfeitorias edificadas no lote 01, da Gleba 06, nos municípios de Altamira e Itaituba, referentes ao período de julho de 1966 a janeiro de 1972, em nome de Clemilda da Silva. O Incra deverá informar ainda sobre o andamento de processo referente a Fazenda Santa Fé (Projeto Vemag), em Uruará, e sobre o processo que diz respeito à Fazenda Nova Invernada, também em Uruará.
A Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo, presidida pelo Ouvidor Agrário Nacional, desembargador Gercino da Silva Filho, promove nos dias 14 e 15 de maio, na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Altamira, reuniões de trabalho para discutir conflitos e reforma agrária na região sudoeste do Estado, área do Xingu. Participarão das reuniões o desembargador Otávio Marcelino Maciel, ouvidor agrário do TJPA, e o juiz Horácio Lobato Neto, da Vara Agrária Regional de Altamira, além de representantes de instituições que atuam na questão fundiária no Pará.
Conforme a pauta das reuniões, no dia 14, às 9h, os participantes vão debater e buscar soluções para os conflitos agrários no projeto de assentamento do Incra denominado Pilão Poente III, localizado no município de Anapu, envolvendo trabalhadores rurais vinculados à Associação Agrícola do Rio Água Preta, presidida por Josildo de Freitas, e trabalhadores assentados recentemente pelo Incra no local intitulado Vicinal Água Preta. A discussão do referido conflito atende solicitação da Direção de Programas do Incra.
No dia 15, às 9h, a pauta de discussão será em torno do conflito agrário no lote 97 da Gleba Bacajá, no município de Anapu, de pretensa propriedade de Antônio Borges Peixoto. Segundo reclamação da chefia do escritório do Incra em Anapu, o gado de Antônio Peixoto, destrói as roças dos parceleiros do projeto do Incra denominado Pilão Poente II. Também na pauta, o conflito agrário nos lotes 69, 69-A, 71, 71-A, 73 e 73-A, que compreendem a fazenda Santa Helena/Bom Destino, situada na Gleba Bacajá. O conflito envolve trabalhadores rurais liderados por Didácio de Souza, e o fazendeiro Carlos Fleck.
Na parte da tarde, no dia 15, a partir das 15h, a pauta será reservada para o repasse de informações por parte do Incra, sobre o andamento de possível processo de indenização de benfeitorias edificadas no lote 01, da Gleba 06, nos municípios de Altamira e Itaituba, referentes ao período de julho de 1966 a janeiro de 1972, em nome de Clemilda da Silva. O Incra deverá informar ainda sobre o andamento de processo referente a Fazenda Santa Fé (Projeto Vemag), em Uruará, e sobre o processo que diz respeito à Fazenda Nova Invernada, também em Uruará.
Fonte: O Xingu
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Uruará: Criança é atingida por madeira desprendida de prédio em construção e é encaminhada em estado grave para o Hospital Regional da Trasamazônnia em Altamira
A aluna do ensino fundamental da escola
Melvin Jones, Amanda Moreira Batistelo, 12 anos, retornava para casa na tarde
desta quinta-feira, 08, depois de fazer um trabalho escolar, quando por volta
das 15 horas e 30 minutos ao passar próximo a um prédio em construção na
Travessa Espírito Santo foi atingida por uma tábua que caiu de um prédio em
construção de uma altura de 4 metros.
De acordo com o pai da criança, Amanda foi
atingida na cabeça, no ombro e no braço. A menor foi socorrida pelo avô e
levada para o Hospital Municipal de Uruará de onde foi encaminhada para o
Hospital Regional da Transamazônica em Altamira em estado grave.
No local onde ocorreu o acidente não há
sinalização que indique a existência de obra e impeça o trânsito de pessoas
próximas do prédio. A reportagem não conseguiu contato com o responsável pela
obra. O caso foi registrado na delegacia de polícia civil de Uruará e será
investigado.
Por: Joabe Reis
DEPUTADO AIRTON FALEIRO, ENTREGA PROJETO DE LEI DE SUA AUTORIA A REPRESENTANTES DO MOVIMENTO GRITOS DA TERRA
O OBJETIVO É QUE PROJETO DE LEI QUE CRIA O
PROGRAMA ESTADUAL DE APOIO A TRAFEGABILIDADE RURAL SEJA SUGERIDO NAS MESAS DE NEGOCIAÇÃO COM O
GOVERNO DO ESTADO
“POR UM PARÁ DE DIREITOS E SEM VIOLÊNCIA”. É com esse
objetivo que a Ação de Massa da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na
Agricultura do Pará – FETAGRI/PA, seus sindicatos, associações e cooperativas
trabalham para a implementação de políticas públicas. Juntamente com a CUT
(Central Única dos Trabalhadores), MMNEPA, MMCC, Grupo de articulação de
Mulheres Pescadoras, Malungu, FVPP (Fundação Viver Produzir e Preservar e FATA
(Fundação Agrária do Tocantins Araguaia_, lutam para que as demandas da
produção familiar campesina , dentro do Projeto Alternativo de Desenvolvimento
Rural e Solitário, se realizem.
Para
isso, o primeiro passo foi dado. Representantes da FETAGRI e das outras
entidades envolvidas, entregaram a pauta de reivindicações a representantes do
INCRA. Em seguida, o grupo se reuniu com parlamentares na Assembléia
Legislativa do Pará – ALEPA, para além de apresentar as propostas, solicitar
uma reunião com o Governo do Estado.
O
deputado Airton Faleiro, que é conhecedor do assunto, pois foi Presidente da
FETAGRI no ano de 1999, apresentou aos integrantes do movimento, um Projeto de
Lei de sua autoria que cria o Programa Estadual de apoio a Trafegabilidade
Rural, para ser sugerido ao Governo durante as mesas de negociação.
“Quando começou o Grito da Terra eu era sindicalista e
estive a frente desse movimento e sei muito bem das demandas e da metodologia.
Naquela época as coisas eram bem mais difíceis, pois não tinha programa de
governo para atender nossas pautas. Hoje em dia, a maioria das reivindicações
se tornam Políticas Públicas e Programa de Governo. No entanto, tem algumas
questões que não ainda não foram contempladas como é o caso da trafegabilidade
Rural”, disse Faleiro.
Durante a reunião, foi unânime o apoio dos
parlamentares, que ao final decidiram convocar o Governo do Estado para
participar da mesa de negociação e diante disso, acompanhar todo
Por: ASCOM do Dep. Airton Faleiro
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