Brasil Novo Notícias

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Anistia Internacional critica ação policial no Brasil



Segundo ONG, autoridades usam 'força excessiva' no combate ao crime 

 Relatório da Anistia Internacional divulgado ontem quarta-feira (22) condena a 'força excessiva' das autoridades brasileiras em resposta a crimes violentos. A ONG, que monitora violações contra os direitos humanos no mundo, também citou o avanço do Brasil no combate à pobreza e a criação da Comissão da Verdade, para investigar violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988 no país.

A análise faz parte do relatório anual 'O Estado dos Direitos Humanos no Mundo', que avaliou a situação dos direitos humanos em 159 países no ano de 2012.

 No documento, a organização afirma que, no Brasil, 'a situação socioeconômica continuou a melhorar, com mais pessoas saindo da pobreza extrema'.
Segundo o relatório, no entanto, 'estados continuaram a adotar práticas policiais repressivas e discriminatórias para enfrentar a violência criminal armada, que matou dezenas de milhares de pessoas'.'Jovens negros do sexo masculino constituíam um número desproporcional dessas vítimas, sobretudo no Norte e Nordeste do país', diz o documento.

Além disso, segundo o relatório, 'a incidência de crimes violentos permaneceu alta', apesar de ações como as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio de Janeiro, que contribuíram para diminuir o número de mortes.Em São Paulo, diz a ONG, 'o número de homicídios aumentou de forma significativa, revertendo a redução alcançada nos oito anos anteriores'. Entre janeiro e setembro de 2012, foram registrados 3.539 homicídios – um aumento de 9,7% com relação ao mesmo período do ano anterior.

A anistia diz também que o número de homicídios cometidos por policiais aumentou de forma acentuada em São Paulo, com mais de 90 pessoas mortas apenas no mês de novembro de 2012, estatística atribuída a confrontos entre policiais e a principal organização criminosa que atua no Estado.

Os crimes cometidos por policiais, diz a ONG, continuaram a ser registrados como 'autos de resistência' ou 'resistência seguida de morte'. 'Apesar das evidências de que esses casos envolviam o uso de força excessiva e de que, possivelmente, seriam execuções extrajudiciais, poucos foram efetivamente investigados', diz o documento.

Ainda conforme a Anistia Internacional, 'membros da polícia continuaram envolvidos com atividades corruptas e criminosas'.'No Rio de Janeiro, apesar de alguns avanços no provimento da segurança pública, as milícias (grupos criminosos formados, em parte, por agentes da lei ainda ativos ou que já deixaram a função) continuaram a dominar muitas favelas da cidade', avalia.'O relatório mostra que o Brasil vive um déficit de justiça. 

Temos leis e instituições suficientes para assegurar a efetivação dos direitos humanos', afirma Atila Roque, diretor executivo da Anistia Internacional Brasil.'No entanto, a realidade tem se mostrado bem diferente, com a contínua violação de direitos constitucionais assegurados às populações indígenas, a presença de abusos e violência policial nas operações nas favelas e periferias, as frequentes ameaças àqueles que lutam pelos direitos de comunidades ameaçadas no campo e o risco constante de remoções forçadas de populações urbanas', complementa.

O relatório também avalia o respeito aos direitos humanos no mundo. O destaque são os conflitos na Síria, que já deixaram 60 mil mortos. Segundo a anistia, a 'soberania' tem impedido a interferência externa como da Organização das Nações Unidas (ONU). 'Apesar do número crescente de mortes – e da abundância de provas dos crimes cometidos – o Conselho de Segurança da ONU mais uma vez se absteve de proteger os civis.'
  
Tortura e superpopulação carcerária - Sobre o Brasil, a anistia cita também a criação da Comissão Nacional da Verdade para investigar violações dos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, o que levou à criação de diversas comissões da verdade em âmbito estadual, como nos estados de Pernambuco, do Rio Grande do Sul e de São Paulo.

Terra e moradia - Ainda conforme a anistia, 'centenas de comunidades foram condenadas a viver em condições deploráveis porque as autoridades não garantiram seu direito a terra' e 'grandes obras de infraestrutura continuaram provocando impactos danosos sobre os povos indígenas'. Um exemplo citado pelo relatório é o da construção da hidrelétrica de Belo Monte, 'que foi levada adiante, apesar de uma série de protestos e contestações judiciais'.

Estupro - Por fim, a anistia diz que os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres continuaram ameaçados. 'Em março, o Superior Tribunal de Justiça absolveu um homem acusado de estuprar três meninas de 12 anos, argumentando que elas seriam 'trabalhadoras do sexo'. A decisão, que suscitou condenação nacional e internacional, foi anulada, em agosto, pelo mesmo tribunal.'

Fonte: G1

Forbes: Dilma Rousseff é a 2° mulher mais poderosa do mundo.


Ratificando a cada vez maior importância do Brasil no cenário internacional, a presidente Dilma Rousseff ocupa o 2° lugar no ranking das mulheres mais poderosas do mundo.
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A lista é publicada anualmente pela revista “Forbes”, onde a chanceler alemã, Angela Merkel, pela terceira vez consecutiva, ocupa a primeira posição.
A presidente do Brasil, em 2011 e 2012 já aparecia bem colocada na lista, na terceira posição, atrás da então secretaria de Estado dos EUA, Hillary Clinton. Como a senhora Clinton deixou o cargo de secretária de Estado americano, a presidente Dilma subiu para a segunda colocação.
Na terceira colocação está Melinda Gates, esposa de Bill Gates. Melinda é co-presidente da Fundação Bill e Melinda Gates, que administra o maior fundo filantrópico do mundo, com um caixa de US$ 100 bilhões.
Ao listar Dilma Rousseff como a segunda mulher mais poderosa do mundo, a "Forbes" reporta que a presidente deu "ênfase no empresariado" e inspirou "uma nova geração de empreendimentos”. Observa, todavia, que “na metade de seu mandato, Dilma Rousseff tem a tarefa de levar o país adiante após dois anos com as taxas de crescimento mais lentas em mais de uma década".

Para ver a lista completa clique aqui.

MAIS DE 3 MILHÕES DE EMBALAGENS DE TYLENOL SERÃO RECOLHIDAS POR DEFEITO NO GOTEJADOR


Da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Justiça fez alerta para a necessidade de recolhimento de mais de 3 milhões de embalagens do medicamento Tylenol líquido, cujo princípio ativo é a substância paracetamol. As embalagens apresentam problemas no gotejador. A campanha de recall começa na segunda-feira (27) e abrange as embalagens de 200 mg/ml de Tylenol fabricado entre dezembro de 2011 e novembro de 2012.

O risco é o gotejador se desprender total ou parcialmente do frasco e provocar superdosagem do medicamento. As embalagens a serem recolhidas são as com numeração de lote não sequencial compreendida entre os intervalos PPL055 a RJL123.

O Código de Defesa do Consumidor determina que o fornecedor substitua o produto defeituoso. Em caso de dificuldade, o Ministério da Justiça recomenda que os consumidor procure os órgãos de proteção e defesa do consumidor.

A fabricante do produto, Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda, informou que a superdosagem traz riscos de danos ao fígado, náusea, outros sintomas gastrointestinais e elevação das enzimas hepáticas.
Os contatos da empresa para informações são o telefone de número 0800 7286 767 e o site na internet. Detalhes sobre devolução do remédio estão no site do Ministério da Justiça.

(Edição Beto Coura)

População de Jacareacanga cobra da Celpa mais respeito


Cerca de 500 pessoas ocuparam na tarde de hoje por duas horas a usina termoelétrica da Celpa em Jacareacanga, em protesto pela falta de energia firme e por causa do racionamento que já se estende por mais de 30 dias. 
A qualidade da prestação de serviços da Celpa à população de Jacareacanga chegou ao limite do absurdo. Cansados de tantos prejuízos, da falta de respeito e do diálogo da distribuidora de energia, um grupo de empresários, vereadores e a população se uniram e fizeram uma grande manifestação nas ruas da cidade;Por onde a carreata passava recebia a manifestação de apoio das pessoas. Moto taxistas,  ciclistas, estudantes, crianças, idosos, aos poucos iam acompanhando a manifestação que começou timidamente na pracinha São Pedro. 

A ocupação das dependências da usina termoelétrica da Celpa foi de forma pacífica. A comissão organizadora da manifestação pediu aos funcionários da empresa que desligassem por uma hora os geradores.  
Na
ocupação uma senhora disse que é um absurdo o que a Celpa está fazendo com a população de Jacareacanga. “Nós estamos pagando uma das taxas de energia mais caras do Estado do Pará, e, no entanto, somos penalizados com o pior fornecimento de energia de todos os tempos”, disse a senhora.

Chega de tratar o povo de Jacareacanga com tamanha falta de respeito, chega de ignorar os nossos apelos, queremos energia de qualidade, queremos ser ouvidos, não estamos pedindo, estamos exigindo que os nossos direitos como consumidores sejam respeitados”, disse um comerciante local.
Durante a negociação por telefone com a diretoria da Celpa em Belém, o empresário Avelar Luz, disse que não queria promessas, mas compromissos. “Estamos reivindicando nossos direitos, estamos pagando por uma prestação de serviços que é caro, e queremos retorno”, disse. 
O empresário Ceyton falou da pauta de reivindicação. “Queremos energia firme, queremos a substituição da gerência local, que com sua atitude vem jogando a população de encontro com a Celpa”, disse, acrescentando que dentro de 8 dias a diretoria da Celpa se comprometeu resolver os problemas de Jacareacanga. “Se dentro deste prazo nada mudar, iremos ocupar outra vez esta unidade e não nos responsabilizamos com o que possa acontecer”, avisou. Por volta das seis da tarde a população deixou a usina termoelétrica e os três geradores foram religados.

Texto e Fotos Nonato Silva

Operação policial desarticula quadrilha armada no município de Marabá.


Operação policial desarticula quadrilha armada no município de Marabá
A Polícia Civil, por meio da Superintendência Regional do Sudeste do Pará, desarticulou uma quadrilha responsável por diversos assaltos no interior do Pará. O bando formado por Kleber da Silva do Nascimento, de apelido “Babuíno”; Anderson da Silva Santos; Antônio Henrique Alves da Luz, de apelido “Boto”, e Nonardélio Cutrim da Costa, foi capturado, na ponte sobre o rio Tocantins, em Marabá, sudeste paraense, durante operação policial comandada pela delegada Bruna Paolucci, titular da Superintendência. Na ocasião, a quadrilha foi abordada em uma barreira de fiscalização na estrada.

Veículo apreendido
Veículo apreendido
Os presos estavam em um uma caminhonete modelo Fiat Strada, placa JVE-6264, dentro da qual foram encontrados dois revólveres de calibre .38 com munição, um deles com ocorrência de furto, e uma pistola calibre ponto40, de uso restrito às Polícias, que estava acompanhada de dois carregadores com munição. Na caçamba da caminhonete, uma motocicleta tipo Yamaha FAZER 250, placa NST-2711, também foi apreendida. Segundo a delegada, no momento da abordagem policial, dois dos quatro presos identificaram-se falsamente como agentes públicos e apresentaram carteiras de habilitação falsas.
Kleber identificou-se com o nome falso de “Michel” e Antônio Henrique disse chamar-se “Marcos”. “Todos negaram participação em crimes de roubo na região, mas alguns delesjá possuem extensas fichas criminais por crimes contra o patrimônio, inclusive em outros Estados da Federação”, explicou a delegada. Um dos presos, de apelido “Babuíno”, tem ficha criminal em outras comarcas do interior do Pará, por roubo, porte ilegal de arma de fogo, formação de quadrilha, tentativa de homicídio, entre outros crimes que ainda estão sendo apurados.
A prisão dos acusados foi possível graças à operação conjunta de policiais civis da Superintendência do Sudeste do Pará, da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá (DECA) e Polícia Militar. Em duas semanas, a Polícia Civil desarticulou duas quadrilhas armadas em Marabá. “Isso demonstra o recrudescimento do trabalho no combate ao crime na região”, afirma. Após a prisão, o bando foi encaminhado à 21ª Seccional de Polícia Civil em Nova Marabá. Eles foram autuados em flagrante por formação de bando ou quadrilha armada, porte ilegal de arma de fogo de calibre restrito, falsidade ideológica, uso de documento falso e receptação pelo delegado Jorge Gilson Carneiro, plantonista da unidade policial.

Polícia Civil estabelece as regras para a quadra junina deste ano


A Polícia Civil já preparou a portaria com as regras para os festejos durante a quadra junina deste ano. As informações foram publicadas na edição desta quarta-feira, 22, do Diário Oficial do Estado.   Pela portaria 132, de 2013, os eventos relativos ao período deverão ser realizados de 1º de junho a 1º de julho, em todo Estado. Outra determinação é que os promotores de festas deverão requerer licença do evento junto à Divisão de Polícia Administrativa (DPA) no prazo de até três dias úteis antes do dia da festa. A medida visa o registro e a vistoria obrigatória para concessão de licença do local do evento, que será vistoriado nas instalações elétricas, hidráulicas e hidrosanitárias; terá verificadas as condições de intensidade, disposição e propagação do som, além das condições de segurança, como existência de saídas de emergência. O responsável pelo local do evento – casa noturna, boate ou similar - deverá requerer, antes da vistoria, o documento de Licenciamento Especial de Fonte Sonora emitido pela Secretaria Municipal de Meio-Ambiente. Nesses locais e no entorno deles, a venda de bebida alcoólicas em vasilhames de vidro está proibida.
Já os eventos de caráter folclórico, cultural e familiares não poderão ter fins lucrativos, por meio de venda de ingressos, bebidas ou de alimentos. Nesses eventos, somente será permitido o uso de equipamentos de som doméstico, como rádio e aparelho de som. Estão proibidas as chamadas aparelhagens sonoras de qualquer tamanho. Em cada município, os estabelecimentos comerciais deverão seguir os horários de funcionamento definidos na lei municipal. Eventos que forem realizados em instituição de ensino terão licença da DPA após a autorização da direção da unidade escolar e apresentação de licença de fonte sonora expedida pelo órgão municipal de meio-ambiente. Nesse caso, ficam proibidos tanto a venda quanto o fornecimento de bebidas alcoólicas. O equipamento de som deverá ser de uso doméstico.
O uso de fontes de propagação de som, como caixas acústicas, projetores ou carro de som, será proibido na área externa ao evento. Da mesma forma, serão proibidos eventos realizados a menos de 200 metros de locais como hospitais e postos de combustíveis. Já os eventos culturais, folclóricos e familiares só poderão ser realizados em locais públicos, como praças, vilas e alamedas, mediante a prévia autorização da DPA e dos órgãos públicos municipais de trânsito, cultura e meio-ambiente. Para tanto, deverá haver consentimento prévio dos moradores para que o evento seja realizado. Também são proibidos o uso de balões infláveis, a queima de bombas de alto poder explosivo e a montagem de fogueiras naturais a menos de 200 metros de locais como postos de combustíveis, depósitos ou lojas de materiais inflamáveis, hospitais, escolas, estacionamentos de veículos ou da rede de energia elétrica e telefônica.
A autorização para realizar do evento será suspensa em caso de descumprimento das normas da portaria ou desobediência à legislação penal. A fiscalização do cumprimento da portaria ficará a cargo da DPA, das Seccionais, das Divisões Especializadas, das Superintendências Regionais e Delegacias localizadas na área em que ocorrer o evento. Em caso de transgressão, a Polícia deverá interromper o evento e registrar procedimento policial contra o responsável pela festa, depois encaminhar cópia do boletim de ocorrência para a DPA que poderá suspende a concessão de nova licença para o evento. Qualquer desobediência às regras poderá ser denunciada pela população pelos telefones 190, do Centro Integrado de Operações, ou 181, do Disque-Denúncia.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

BRASIL NOVO: SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE RECEBE TRANSPORTES DA NORTE ENERGIA

Prefeita Marina Sperotto recebe chaves dos veículos das mão da
Sr.ª Clarice Capetti, Diretora de Relações Interinstitucionais da Norte Energia

Nesta quarta-feira (22), Marina Sperotto, Prefeita do município de Brasil Novo oeste do Pará, recebeu da Norte Energia duas Motos Bros, uma caminhonete L-200 Triton e um Uno Mille. Os veículos doados Pela Norte Energia ao município foram destinados à Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

José Fernando Coordenador de Projetos da Norte Energia, Zezé Biancardi
Sec. de Assistência Social de Brasil Novo e 
Clarice Capetti,
Diretora de Relações Interinstitucionais da Norte Energia
Antes da entrega, a prefeita Marina Sperotto esteve reunida com a Sr.ª Clarice Capetti, Diretora de Relações Interinstitucionais e com o Sr. José Fernando Coordenador de Projetos da Norte Energia para obter informações sobre projetos já aprovados pela empresa para Brasil Novo e encaminhar propostas para novos projetos. “Ainda estão disponíveis para os municípios, cerca de 45 milhões de reais, cabe ao município apresentar as demandas e fazer as articulações para requerer estes recursos” – Disse José Fernando Coordenador de Projetos da Norte Energia que informou ainda, que já foi aprovado o projeto para a construção da biblioteca municipal.
Com a aquisição dos transportes, a Secretaria de Meio Ambiente terá mais facilidade para a locomoção dos técnicos que estão visitando as propriedades rurais do município, com o intuito de realizar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) destes estabelecimentos rurais. “Nós temos uma missão muito importante a cumprir, que é realizar todos os cadastros ambientais em propriedades rurais do nosso município para que saiamos do embargo ambiental e possamos tranquilizar nossos produtores rurais e eles possam produzir com a certeza que poderão comercializar sua produção. A chegada destes veículos não poderia ter acontecido em melhor momento, porque agora nossos técnicos terão melhores condições de se locomover e realizar suas atividades” – Disse via telefone a Secretária Municipal de Meio Ambiente, Zelma campos que se encontra em Belém a serviço da SMMA-BN.

Clarice Capetti, Diretora de Relações Interinstitucionais da Norte Energia
e a 
Prefeita Marina Sperotto assinam documentos de entrega dos veículos
Para a do município de Brasil Novo, Marina Sperotto, a aquisição dos veículos pode significar a antecipação da saída do município da lista do embargo ambiental. “Esses transportes irão facilitar as visitas dos nossos técnicos em meio ambiente nas visitas à propriedades rurais e o mais rápido possível poderemos retirar o município da lista de embargo ambiental em que está inserido” – Analisou a prefeita.


Por: Valdemídio Silva
Fotos e Informações: ASCOM/PMBN


Carta de Altamira Sobre Violência Sexual Infanto-Juvenil


Na semana passada, durante o Simpósio "Violência Sexual Infanto-Juvenil no Contexto das Grandes Obras: desafios e perspectivas", foi elaborada uma carta denominada "Carta de Altamira" em que os participantes deste evento indicam uma série de medidas que precisam ser reconhecidas pelos governos e empresas envolvidos com as grandes obras de infraestruturação e apropriação de recursos naturais existentes no Brasil e, mais particular, no cenário da Amazônia, de forma a possibilitar a garantia de direitos de crianças e de adolescentes.
A carta segue a baixo. Peço-lhes que divulguem em suas redes sociais, listas de contatos e meios de comunicação, pois é um importante marco que se soma à Carta de Porto Velho e ao Pacto do CONANDA elaborado em Altamira, ano passado. Todos eles no intuito de propor mecanismos de garantia de direitos de crianças e de adolescentes no contexto atual das políticas de desenvolvimento para a Amazônia.
Att.,
Assis da Costa Oliveira
Diretor da Faculdade de Etnodesenvolvimento
Universidade Federal do Pará
Campus Universitário de Altamira
Rua Coronel José Porfírio, 2515, São Sebastião, Altamira – PA, 68.372-040
Endereços eletrônicos: assisdco@gmail.comassisdco@ufpa.br
Telefones: (55) 93 9162-6737;(55) 91 8176 3414
Advogado

Carta de Altamira

1- Os participantes do Simpósio “Violência Sexual Infanto-Juvenil no Contexto das Grandes Obras: desafios e perspectivas”, signatários deste documento indicam que o cenário de implantação de grandes obras de infraestrutrura e de apropriação de recursos naturais coloca a Amazônia como espaço estratégico na definição do modelo de desenvolvimento em vigor no Brasil, em que a situação das crianças e dos adolescentes precisa ser tratada com a seriedade exigida pelos princípios constitucionais da prioridade absoluta e da proteção ao meio ambiente.
O modelo atual de desenvolvimento leva em consideração um conjunto de planejamentos estratégicos governamentais que prevê a implantação de obras de infraestrutrura e de apropriação de recursos naturais na área correspondente a Amazônia legal, como partes do Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC), em suas versões um e dois.
Os espaços de implantação destas grandes obras apresentam similaridades de impactos aos territórios, às populações e às crianças e aos adolescentes que se configuram como graves violações de direito humanos, tais como: déficit de consulta às populações locais, em especial às crianças, aos adolescentes e aos povos indígenas e às comunidades tradicionais; não preparação prévia dos territórios para receber as demandas de migração populacional e as alterações socioambientais; precarização das condições de vida de crianças, adolescentes, mulheres, famílias povos indígenas e comunidades tradicionais; crescimento dos casos violência sexual e estruturação de rede de exploração sexual comercial articulada entre as grandes obras que utilizam o tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, o tráfico de drogas e o trabalho análogo à condição escrava; desconsideração da
2- realidade infanto-adolescente e das políticas públicas necessárias a este público nos Estudos de Impacto Ambientais (EIA) e nas políticas compensatórias. Por isso, torna-se importante a articulação das instituições públicas, entidades sociais e sociedade destes territórios impactados pelas grandes obras de infraestrutura e apropriação de recursos naturais para o fortalecimento da rede de proteção e dos direitos das crianças e dos adolescentes, concebendo, desde já, o anúncio da criação da Rede de Proteção e Promoção dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes em Contextos de Grandes Obras (REPAC) que exige do governo federal do Estado Democrático de Direito do Brasil, assim como os demais entes do poder público e as empresas relacionadas à construção das grandes obras, o cumprimento das propostas que indicamos abaixo:
1. O reconhecimento e a efetivação do direito humano da criança e doadolescente ao desenvolvimento pautado na garantia de direitos, na sustentabilidade ambiental, na participação democrática das populações locais e na distribuição das riquezas, que se coloca em oposição ao modelo hegemônico de desenvolvimento adotado pelo Estado brasileiro e empresas.
2. Fortalecimento dos grupos infanto-adolescentes para participação emtodos os estágios e espaços de negociação das grandes obras de infraestruturas e de apropriação dos recursos naturais, em especial nos Conselhos, Fóruns e Comitês formados para administração de ações e recursos relacionados com estas grandes obras, adotando e respeitando o princípio do melhor interesse da criança.
3. Incidência do princípio constitucional da prioridade absoluta nos EIA’s por meio da exigência de elaboração de estudos específicos e continuados da realidade e projeção de impactos à infância e adolescência, com definição de investimentos que garantam a
3- sustentabilidade das condições sociais de vida das crianças e dos adolescentes antes, durante e depois da construção das grandes obras de infraestrutura e apropriação dos recursos naturais, além da elaboração de Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente (RIMA) em linguagem adequada e acessível à compreensão de crianças e adolescentes.
4. Modificação do modelo de audiências públicas destinado às populações locais tornando-o de caráter deliberativo e que utilize metodologia adequada para a participação social e o diálogo entre os sujeitos interessados, além da obrigatória promoção de audiências públicas nos espaços de protagonismo infanto-adolescente, como a escola, os centros de recreação, entre outros locais.
5. Incidência dos planos e dos diagnósticos dos Conselhos Municipais de Controle Social, em especial do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), na definição do conteúdo das condicionantes socioambientais e demais políticas compensatórias.
6. Registro, no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, das empresas envolvidas com o desenvolvimento de políticas compensatórias que afetem crianças e adolescentes para fiscalização das ações empreendidas, com obrigação de encaminhar relatório de avaliação das atividades e de prestação de conta dos recursos investidos no município.
7. Quebra do monopólio fiscalizador das grandes obras de infraestrutura e de apropriação dos recursos naturais pelos órgãos competentes da esfera ambiental (IBAMA e secretarias de meio ambiente) mediante o alargamento da fiscalização para todos os Conselhos Setoriais, com repasse permanente de relatórios de cumprimento das condicionantes pelas empresas responsáveis para monitoramento.
8. Política de fixação e valorização dos profissionais que atuam nas instituições que atuam diretamente com crianças e adolescentes nos locais onde são implantados grandes obras de infraestrutura e de apropriação de recursos naturais, devido o aumento do custo de vida social que acarreta a dificuldade de permanência destes profissionais.
9. Responsabilização econômica das empresas e governos envolvidos por meio da destinação de, no mínimo, 30% (trinta por cento) do recurso econômico total das grandes obras para ser utilizado na execução das condicionantes e demais políticas compensatórias, definindo setor específico de condicionantes voltadas para a melhoria das condições de vida das crianças e dos adolescentes, assim como ocorre com os povos indígenas.
10. Formação continuada dos atores da Rede de Atendimento, Segurança Pública, Conselho Tutelar e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente sobre ações que podem ser realizadas no enfrentamento à violência sexual de crianças, adolescentes e mulheres no cenário das grandes obras, em especial do tráfico de pessoas para fins de exploração sexual e do tráfico de drogas.
11. Implantação e/ou melhoria de sistema de banco de dados integrado da rede de proteção para agilização dos procedimentos de atendimento, impedimento da re-vitimização das crianças e adolescentes atendidas e monitoramento da situação e das políticas públicas destinadas ás crianças e aos adolescentes.
12. Adoção pelos meios de comunicação social de campanhas de sensibilização social para enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes que sejam adequadas para os contextos específicos encontrados nos cenários de implantação das grandes obras de infraestrutura e de apropriação dos recursos naturais, com especial atenção à sensibilização de crianças, adolescentes, trabalhadores, famílias migrantes, povos indígenas e comunidades tradicionais, e assegurando o protagonismo infanto-adolescente.
13. Implantação de mais Conselhos Tutelares, e estruturação dos existentes, e fortalecimento do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente nos locais de implantação de grandes obras de infraestrutura e de apropriação dos recursos naturais.
14. Formulação de leis e/ou decretos de fiscalização para entrada e saída de mulheres, adolescentes e grupos LGBT pelo mercado ilegal do tráfico de pessoas para fins de exploração sexual nos territórios das grandes obras de infraestrutura e de apropriação dos recursos naturais, com ativa fiscalização feita pela Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Força Nacional.
15. Criação de uma Comissão Nacional composta por representantes das populações afetadas, dos trabalhadores das obras e instâncias governamentais responsáveis, com a prerrogativa de avaliar os efeitos socioambientais e revisar os processos de licenciamento e implementação das políticas compensatórias.
16. Atendimento as crianças e adolescentes com seus direitos violados de forma interdisciplinar e qualificada.
17. Fortalecimento do trabalho de inteligência do setor de Segurança Pública para identificação, monitoramento e repressão aos agentes envolvidos com a exploração sexual comercial de crianças e adolescentes em suas múltiplas modalidades, e o tráfico de drogas.
18. Identificação e punibilidade dos agressores sexuais e dos agentes responsáveis pelo tráfico de drogas.
19. Fortalecimento da mobilização e da sensibilização da população local para enfrentamento da violência sexual de crianças e adolescentes, confrontando a visão que justifica esta violência como questão cultural.
20. Criação ou fortalecimento, em todos os locais impactados por grandes obras de infraestrutura e apropriação de recursos naturais, de Juizados, Promotorias e Defensorias especializadas nos direitos das crianças e dos adolescentes, e que contenham equipe multidisciplinar.
21. Definição de critério para repasse de porcentagem das verbas de compensação e de royalties para os Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente.
22. Obrigação de criação de Centros de Prevenção e Recuperação de Dependentes Químicos que atendam a demanda decorrente do cenário de implantação das grandes obras.
Altamira, 17 de maio de 2013.

Assinam esta Carta as seguintes pessoas:
Antônia Pereira Martins – Centro de Referência em Direitos Humanos
Assis da Costa Oliveira – Universidade Federal do Pará
Célia Regina da Silva – Universidade Federal do Oeste do Pará
Charles Félix da Silva – Polícia Militar do Estado do Pará
Clarice Cohn – Universidade Federal de São Carlos
Dalila Eugênia Maranhão Dias Figueiredo – Associação Brasileira de Defesa da
Mulher, da Criança e da Juventude/ASBRAD
Eneida de Almeida Melo – Fundação Tocaia
Francisco Cordeiro Divino – Conselho Tutelar de Brasil Novo
Frandson Alves da Costa – Grêmio Estudantil “Unidos pela Educação”
Gabriela Romeu – Jornalista
Genésio Pinto de Oliveira – CMDCA Altamira/PA
Hiata A. S. Silva – CMDCA Porto Velho/RO
Leila Silva – Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Pará
Lucineide Santana Marques Sousa – CMDCA Parauapebas/PA
Luís Fernando Novoa Garzon – Universidade Federal de Rondônia
Marie Henriqueta Cavalcante – Comissão de Justiça e Paz/CNBB
Mônica Brito Soares – SINTEPP Altamira/PA
Raimunda Gomes da Silva – Movimento Xingu Vivo Para Sempre
Rosa Pessoa – Conselho Tutelar de Altamira/PA
Vilma Aparecida de Pinho – Universidade Federal do Pará
Crystianne Barros de Amariz
Daniela Soares da Silva
Francinete Dantes Malcher
Genian Darlen Gomes Santos
Giego Rigone
Helena Ninje Bergamim Hespanhol
Iury Charles P. Bezerra
Janete Clair Ribeiro Martins
Leila Pereira Hubner
Luena Katielly
Maini Militão
Márcia Pereira Aguiar
Marília dos Santos Gomes
Rildy Unana Acácio Queiroz
Rosamaria Loures
Rosana Rodrigues da Silva
Suelen da Silva Alves
Vanuce Cristina Rodrigies Freire

Toneladas de soja são apreendidas em duas fazendas


Quase 400 toneladas de soja foram apreendidas em Dom Eliseu e Ulianópolis no sudeste do Pará. A ação faz parte da operação Bom Conselho, que acontece desde a última terça-feira (14) na região.
Os grãos foram apreendidos em duas fazendas que funcionavam em áreas embargadas. O produto apreendido será trazido para Belém e doado ao Programa Mesa Brasil, que mantém projetos de combate à fome.
'Estamos retornando a Dom Eliseu e Ulianópolis para impedir que o crescimento da área agrícola no sudeste paraense implique também em mais aumento nos desmatamentos não autorizados', explica o superintendente do Ibama no Pará, Hugo Américo, se referindo às operações realizadas pelo Ibama em 2012, quando o instituto aplicou R$ 43,9 milhões em multas e embargou 5,7 mil hectares de desmatamentos ilegais realizados para a expansão de plantações de grãos nos dois municípios.
A primeira fazenda onde foram apreendidos os grãos, localizada a 38 km do centro de Dom Eliseu, foi embargada por desmates ilegais em 2010 e 2012. A propriedade, que tem um histórico de R$ 5,3 milhões em multas no Ibama, já havia concluído a colheita nas áreas embargadas quando os agentes chegaram à região. As 372,6 toneladas de soja, porém, foram localizadas em um silo comercial, onde ocorreu a apreensão. O fazendeiro expediu notas fraudadas como se a soja tivesse sido cultivada em outra propriedade.
Já na segunda fazenda, a cerca de 15 km do centro de Ulianópolis, a lavoura se estende por 16 mil hectares de arroz, milho e soja. Cerca de 3,5 mil hectares de áreas desmatadas irregularmente foram embargadas entre os anos de 2007 e 2013.
As equipes do Ibama ainda realizam o levantamento da quantidade de grãos que será apreendida nas lavouras. A estimativa é que alcance cerca de seis mil toneladas. Em abril deste ano, durante a operação Commodity, o Ibama apreendeu 128 toneladas de arroz cultivado em áreas embargadas, duas colheitadeiras e dois tratores nesta propriedade.
O arroz apreendido foi doado à prefeitura de Paragominas, que o utiliza na merenda de crianças das escolas públicas da cidade.
Redação Portal ORM, com informações do Ibama

Homem é preso acusado de estuprar duas adolescentes de 13 anos


Um homem foi preso no início da tarde desta terça-feira (21) acusado de estuprar duas adolescentes de 13 anos, em Ananindeua, região metropolitana de Belém.
Segundo informações do delegado Clovis Oliveira, da seccional do município, o suspeito Paulo Ricardo da Silva Costa há dois meses praticava abusos contra as menores. 'Ele abordava as meninas na porta do colégio e as levava para a casa de sua namorada, que saía para trabalhar e não sabia do que vinha acontecendo', contou o delegado. Os estupros aconteciam na residência localizada na Rua B, sem número, em Ananindeua.
Por não ter sido lavrado o flagrante será pedida a prisão temporária do acusado por cinco dias, com possibilidade de prorrogação, para que as investigações sejam realizadas.
Paulo Ricardo será ouvido na Seccional Urbana de Ananindeua e encaminhado ao Sistema Penitenciário do Estado.
Fonte: Redação Portal ORM

Polícia Civil apreende adolescentes por roubo de motocicleta em Rurópolis


A Polícia Civil apreendeu dois adolescentes, de 14 e 17 anos, flagrados após o roubo de uma motocicleta. O crime ocorreu na noite do último domingo, 19, na Avenida Brasil, em frente à praça Cívica, centro de Rurópolis, oeste paraense. O comerciante Reginaldo Reis foi abordado pelos dois jovens que, armados com um facão, lhe tomaram as chaves do veículo e depois fugiram. Eles foram perseguidos e acabaram abandonando a motocicleta, mas logo depois foram apreendidos por uma guarnição da Polícia Militar.
O delegado Ariosnaldo da Silva Vital Filho determinou que os adolescentes ficassem sob custódia do Conselho Tutelar até a localização dos responsáveis e conclusão do Auto de Investigação instaurado para apuração do crime de roubo, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. A vítima contou ao delegado que a ação dos adolescentes foi rápida. "Eu me preparava para fechar o estabelecimento comercial e havia deixado a motocicleta em cima da calçada, quando os dois apareceram. Um deles estava com um facão. Eles apanharam as chaves da motocicleta que estava sobre uma mesa e fugiram no veículo em alta velocidade", detalhou o comerciante.
Com a ajuda de populares, a vítima ainda chegou a perseguir os dois menores, que depois de abandonar o veículo entraram pelos fundos do terreno de uma igreja evangélica, onde foram detidos pela PM. Ambos residem em Rurópolis. As investigações prosseguem para averiguar se os adolescentes também estão envolvidos em furtos de outras motocicletas registrados na cidade. O veículo roubado já foi entregue ao dono.

Fonte: WD Notícias

terça-feira, 21 de maio de 2013

Homem que não conseguiu cirurgia para mudar de sexo e corta os próprios testículos


Para conseguir mudar de sexo, um homem de 35 anos cortou os próprios testículos em Ribeirão Preto (SP), a 313 km da capital paulista. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para a Santa Casa da cidade, onde passou por cirurgia e está internado.

De acordo com o boletim de ocorrência, que foi registrado como autolesão, o homem se mutilou porque não havia conseguido uma cirurgia para mudar de sexo. Uma vizinha, que não quis se identificar, disse que o homem se traveste de mulher e é muito vaidoso. "Ele tentava fazer a cirurgia há muito tempo".

Mudança do sexo Masculino para o Feminino.

Com convicção:
no Brasil, é preciso ter mais de 21 anos e encarar 24 meses de acompanhamento médico até que a cirurgia seja autorizada - sem contar a fila do SUS. Entenda como são feitas as transformações nesta versão censura livre.

A intervenção:
Com anestesia geral, o paciente recebe uma incisão que contorna todo o saco escrotal e o pênis – cuidando para não atingir o aparelho urinário, que será adaptado para que o paciente possa urinar sentado. No final, o corte vai se transformar numa vagina com profundidade de 12 a 15 cm.

Vazio:
Os testículos são retirados, para evitar a produção de hormônios masculinos. O tecido cavernoso do pênis também sai, restando somente a glande, presa por um fiapo de tecido nervoso, antes responsável pela ereção.

Cavidade:
A pele do pênis cobre a cavidade vaginal, dando sensibilidade à região, e a glande vira uma espécie de clitóris. Assim, a nova mulher pode até chegar ao orgasmo. Prepúcio e escroto formam os lábios vaginais. Para que o buraco não se feche, é preciso usar com frequência um alargador – ou praticar muito sexo com penetração. “Vinte minutos diários é o mais aconselhável”. Diz Preecha Tiewntranon, tailandês considerado o papa da troca de sexo.


Imagens Fortes:

Fonte: Terra

NETO PORTUGAL REPRESENTA OS VEREADORES DOS 11 MUNICÍPIOS DA TRANSAMAZÔNICA E XINGU NO I ENCONTRO DE MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DOS VEREADORES DE TODO O BRASIL EM BRASÍLIA

Vereador Neto Portugal

O vereador Neto Portugal (PT) esteve em viagem para Brasília (D.F) onde participou no mês de maio, do I Encontro de Mobilização em Defesa dos Vereadores de todo o Brasil, realizado pela ABRACAM (Associação Brasileira das Câmaras Municipais) no Auditório Nereu Ramos na Câmara dos Deputados, representando os 11 municípios da Transamazônica/Xingu.   

O encontro foi realizado nos dias 07 e 08 de maio. O vereador participou de várias audiências de onde saíram diversos encaminhamentos importantes como as discussões sobre o Programa Luz Para Todos, Asfaltamento Da Transamazônica, Programa Terra Legal, entre outros programas do governo federal. Na Audiência com o coordenador do Programa Luz Para Todos, Aurélio Pavão, ficou confirmado que obras aqui na região e no município, deverão ser reiniciadas ainda no mês de Junho.  A previsão é que até dezembro, 80% das instalações elétrica nas residências sejam concluídas.

Em reunião na Casa Civil, o Vereador obteve a informação de que está já liberada uma patrol para Brasil Novo. Já está inclusive publicado no diário oficial da União de 05 de fevereiro de 2013

Durante o encontro foram discutidas as seguintes pautas: Projeto de Reforma Política; Lei De Acesso A Informação; Lei De Resíduos sólidos, além da modernização das Leis Orgânicas dos municípios.

O vereador Neto Portugal o cumpriu também agenda em uma série de Audiências articuladas pelo gabinete do deputado Zé Geraldo como no caso da Audiência no DENIT onde foram exigidas informações sobre o asfaltamento de trecho Altamira/Medicilândia  e que segundo o presidente do DENIT a meta é concluir toda a obra, inclusive com o aumento de 03 centímetros na capa asfáltica já existente no trecho Brasil Novo/Altamira, até o final de 2013.

Por: Valdemídio Silva
Fotos: Rosiane Neres