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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Esposas em protesto liberam saída de PMs de quartel em Altamira

decidiu liberar na manhã desta sexta-feira (10) os militares que estavam 
dentro do 16º Batalhão da Polícia Militar em Altamira, no sudoeste 
do Pará, mas o acesso ao quartel segue bloqueado pelo segundo dia. 
O Comando da Polícia Militar em Altamira disse que o 
policiamento de rua na cidade não é prejudicado pela 
manifestação e que as viaturas fazem ronda nas 
ruas do município.Foto: Mário de Paulo TV Liberal
Um grupo de manifestantes formado pelas esposas de praças da Polícia Militar decidiu liberar na manhã desta sexta-feira (10) os militares que estavam dentro do 16º Batalhão da Polícia Militar em Altamira, no sudoeste do Pará, mas o acesso ao quartel segue bloqueado pelo segundo dia. O Comando da Polícia Militar em Altamira disse que o policiamento de rua na cidade não é prejudicado pela manifestação e que as viaturas fazem ronda nas ruas do município.
Manifestantes montaram barracas em frente ao 16º Batalhão da Polícia
Militar em Altamira,no sudoeste do Pará, desde a noite da
última quinta (9). (Foto: Mário de Paula / TV Liberal)
Elas estão acampadas em frente ao local desde a noite da última quinta-feira (09) em protesto, e reivindicam melhorias salariais para os maridos, pagamento dos auxílios-alimentação e fardamento, além de redução da carga horária de trabalho. As mulheres também dizem que o plano de saúde que atende a corporação não estaria em funcionamento no município.
Três viaturas da PM estão retidas no pátio do Batalhão. Os policiais que chegaram para o turno da manhã aguardavam do lado de fora e depois resolveram pular o muro para entrar no quartel.
As manifestantes afirmam que vão manter o acampamento até que haja uma negociação com o Governo do Estado e reclamam que ainda não obtiveram resposta.
Fonte: G1/PA

    17 municípios do interior recebem defensores públicos

    A Defensoria Pública garante aos cidadãos sem condições econômicas o acesso à justiça. Porém, com apenas dois defensores atuando em Altamira, um no núcleo criminal e outro no cível, frequentemente são realizados mutirões para agilizar os processos pendentes. 
    Uma média de 200 atendimentos são realizados por mês, a maioria por pensão alimentícia, divórcio e questões de guarda, entre outras causas. Em 2016, três novos defensores públicos da união chegaram a Altamira. Este ano, vários municípios paraenses receberão novos defensores públicos.
    Eles irão atuar em 17 municípios, incluindo Itaituba, Breves, Xinguara, Tailândia, Breu Branco, Eldorado dos Carajás, Parauapebas, Marabá entre outros, incluindo Altamira. Os recursos para a nomeação dos novos defensores ocorreu em dezembro do ano passado. As cidades foram escolhidas de acordo com critérios socioeconômicos.
    O número ainda não supre a totalidade da demanda, mas já representa um alívio. Por enquanto, só falta a definição dos locais de atuação de cada defensor nomeado. Eles serão transferidos de acordo com a escolha da cidade.
    Reportagem: Natalia Silva
    Fonte: Vale do Xinu

    Humanos quer suspensão de mina de ouro em Belo Monte

    Foto: Wilson Soares
    O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) pediu a suspensão do projeto de mineração “Volta Grande”, empreendimento que prevê a extração de toneladas de ouro ao lado da barragem da hidrelétrica de Belo Monte, no município de Senador José Porfírio, no Pará. A recomendação foi enviada nesta quinta-feira, 9, à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará (SEMAS), que liberou a construção do projeto de mineração na semana passada. 
    O Conselho atua como órgão de controle de políticas públicas e participação social da Secretaria Especial de Direitos Humanos, que na semana passada foi substituída pelo Ministério dos Direitos Humanos. A recomendação do CNDH ocorre após a Fundação Nacional do Índio (Funai) informar que vai entrar com uma ação judicial contra o empreendimento, por conta de irregularidades cometidas no processo de licenciamento ambiental do projeto liderado pela empresa canadense Belo Sun. A empresa e a Semas negam essas irregularidades. 
    Projeto deve gerar arrecadação anual de R$ 5 milhões em
    royalties e de R$ 55 milhões em impostos após o
    início da operação (Foto: Dida Sampaio/Estadão)
    O documento assinado pelo presidente do CNDH, Darci Frigo, baseia-se nos mesmos apontamentos detalhados pela Funai, ao afirmar que o processo não respeitou pareceres técnicos quanto ao impacto indígena atrelado ao projeto, além de as informações apresentadas terem sido rejeitadas pela própria Funai, por não atendem pedidos básicos de informações. 
    “No intuito de dar continuidade ao monitoramento da recomendação, solicito informações, no prazo de dez dias, sobre as ações adotadas para implementação da recomendação ou sobre impossibilidade de fazê-lo”, declara Frigo, no ofício enviado diretamente ao secretário da Semas, Luiz Fernandes Rocha.
    Na semana passada, a Semas liberou a licença de instalação do projeto bilionário da canadense Belo Sun, autorizando a construção de toda a estrutura necessária para dar início à extração do ouro, apesar de a Funai ter informado que havia diversas pendências e irregularidades no processo. Ao ‘Estado’, a Funai declarou que, com a expedição da licença de instalação, deve ir aos tribunais. “A Funai entende que nem mesmo a licença prévia poderia ter sido concedida sem a aprovação dos estudos do componente indígena, como exposto anteriormente, já que a viabilidade do empreendimento não pode ser atestada sem estes estudos.” 
    Com o uso de toneladas de explosivos nas margens do Xingu e a apenas 12 quilômetros da barragem da usina de Belo Monte, a empresa pretende retirar cerca de 4,6 mil quilos de ouro por ano do subsolo do Xingu. O Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União (DPU), além de organizações socioambientais, têm atuado para tentar rever o licenciamento do projeto. 
    “Os estudos de impacto da mineração sobre as terras indígenas não foram feitos com base em dados atuais, não levam em consideração a situação da Volta Grande do Xingu após o início de operação da Usina de Belo Monte”, diz Francisco de Assis Nóbrega, defensor público e secretário-geral da articulação institucional da DPU. 
    O governo paraense só tem olhos para os números da Belo Sun. A empresa controlada pelo grupo Forbes & Manhattan, um banco de capital privado do Canadá que investe em projetos de mineração, informou que o investimento total no projeto será de R$ 1,22 bilhão e que “a produção média do empreendimento será de aproximadamente 150 mil onças de ouro por ano, em no mínimo 12 anos de vida útil, com possibilidade de estender esse prazo devido ao potencial mineral da região”. 
    Mais do que falar em impacto ao meio ambiente ou a comunidades indígenas, a Semas tratou de falar de economia. Nos cálculos da secretaria ambiental, “o projeto apresenta a previsão de 2.100 empregos diretos em fase de implantação e 526 na fase de operação”. A Secretaria destacou ainda que, em relação à arrecadação, “serão mais de R$ 60 milhões somente em royalties de mineração em 12 anos, ou seja, R$ 5 milhões ao ano”, sendo que, desse total, 65% serão destinados ao município. “Em impostos, o empreendimento vai gerar cerca de R$ 130 milhões, em nível federal, estadual e municipal, durante o período de instalação. Uma vez operando, serão R$ 55 milhões ao ano, também para impostos nas três esferas.”

    Fonte: O Estadão

    Além de atoleiros, Rio transborda e dificulta tráfego na Transamazônica próximo a Uruará

    A Transamazônica continua causando sérios problemas aos transeuntes após quase 5 décadas de sua abertura. As centenas de quilômetros de estrada de chão da BR-230, que normalmente já não oferecem bom estado de trafegabilidade, estão em condições caóticas com o intenso período chuvoso do inverno amazônico nesse ano de 2017. Já é cena comum as filas quilométricas de caminhões no pé de ladeiras esperando o tempo melhorar. Carros de passeio e uma carreta já tombaram na rodovia nos últimos dias, no trecho entre as cidades de Medicilândia, passando por Uruará até a cidade de Placas. 
    Não bastassem os vários atoleiros, muita lama e estrada escorregadia, nesta sexta-feira, 10, o Rio Magu transbordou e invadiu a estrada, no km 140, a 40 km da cidade de Uruará, sentido cidade de Medicilândia. Os motoristas são forçados a atravessar a área alagada com água batendo a porta dos veículos, o local é um perímetro da BR de terreno mais baixo e fica a apenas 200 metros distante da ponte sobre o Rio Magu. Neste sábado, 11, os carros de passeio já enfrentam grande dificuldade e sérios riscos de acidente, para passar pelo local e a persistir subindo o nível da água, em breve até mesmo os caminhões não terão como atravessar e seguir viagem pela rodovia. São cerca de 100 metros da rodovia que estão alagados.
    Motoristas devem ficar atentos para não serem surpreendidos.
    O DNIT ainda não se manifestou sobre o alagamento da rodovia.

    sábado, 11 de fevereiro de 2017

    Após acordo, mulheres seguem no bloqueio de batalhões no ES

    As mulheres dos policiais militares seguem acampadas em frente ao Quartel Central da corporação em Vitória, impedindo a saída dos PMs. Assim, o policiamento segue não acontecendo mesmo após o anúncio de acordo entre Governo do Estado e quatro associações da Polícia Militar, realizado no início da noite de sexta-feira, 10.
    O acordo previa que os PMs voltariam ao trabalho às 7h da manhã deste sábado, mas o grupo de mulheres permanece diante do portão do batalhão impedindo a saída. Uma fila de carros particulares com PMs fardados se formou na rampa de saída, pelo lado de dentro do batalhão, mas nenhum conseguiu sair.
    Na sexta-feira à noite, presidentes da Associação de Cabos e Soldados (Acs), da Associação dos Subtenentes e Sargentos da PM e Bombeiro Militar (Asses), do Clube dos Oficiais e Associação dos Bombeiros Militares (ABM) assinaram documento que previa o fim do movimento a partir das 7 horas de hoje. O major Rogério Fernandes Lima, do Clube dos Oficiais, alegou que as associações estavam com dificuldade de diálogo com as mulheres do movimento.
    Após o anúncio, as mulheres dos PMs negaram o acordo. "Esse encontro foi entre as associações de policiais. Mas a paralisação é das mulheres. Nós não participamos dessa negociação. Cont
    inuaremos aqui", afirmou uma das lideranças do movimento, que se identifica apenas como Gilmara.

    Fonte: Vale do Xingu 

    Governo e PM fazem acordo para encerrar motim no ES

    Policiais militares decidiram fazer uma paralisação no Espírito Santo.
    Familiares impedem a saída dos PMs na frente dos quartéis.
    A Polícia Civil em assembleia (foto) também decidiu parar
    por melhores condições de trabalho
    VITÓRIA - O governo do Estado e associações da Polícia Militar capixaba anunciaram nesta sexta-feira, 10, o fim do motim nos quartéis do Espírito Santo, após o governo endurecer a negociação e indiciar 703 PMs por crime de revolta. O movimento, caracterizado por mulheres que bloqueiam a saída das unidades com manifestações, foi copiado nesta sexta em 27 dos 89 batalhões e comandos do Rio e no Pará. Em Minas, também já se desenha movimento semelhante. E o Palácio do Planalto, que se manifestou pela primeira vez nesta sexta, identificou outras manifestações na Paraíba e no Rio Grande do Norte.
    A decisão capixaba de endurecer com os agentes ocorreu após o fracasso nas negociações com as famílias dos policiais. A pena prevista por motim poderia chegar a 20 anos de prisão. O movimento, que já durava sete dias, deverá ser encerrado neste sábado, 11, às 7 horas, quando os acessos aos batalhões serão desobstruídos. Pelo acordo, os PMs e bombeiros que voltarem ao serviço não sofrerão punições administrativas disciplinares.
    O governo se comprometeu ainda a apresentar cronograma para promover policiais que têm direito à progressão na carreira por tempo de serviço e a formar comissão para analisar a carga horária da corporação e apresentar propostas em 60 dias. Não está previsto reajuste de salário, mas o Estado se compromete ao fim do quadrimestre a se reunir com funcionários públicos para mostrar os dados orçamentários do Estado. Nos sete dias de paralisação, 121 pessoas foram assassinadas no Estado, 666 veículos roubados e furtados e 300 lojas saqueadas. Os dados são parciais e ainda não foram confirmados pela Secretaria de Segurança.
    Crime. Mais cedo, o Estado anunciou 703 indiciamentos, apenas em um primeiro momento. “Está iniciado o processo de responsabilização, tanto no aspecto militar quanto criminal”, declarou André Garcia, secretário estadual de Segurança Pública do Espírito Santo, durante entrevista coletiva. Ele estava acompanhado dos comandantes da Polícia Militar, coronel Nylton Rodrigues, da Polícia Civil, Guilherme Daré, e de outras autoridades.
    Rodrigues disse que “com certeza” o número de PMs indiciados iria “aumentar muito”, atingindo sobretudo agentes em início de carreira. O coronel explicou ainda que todo crime que envolve policial militar e é punido com mais de 2 anos de prisão resulta automaticamente na expulsão da corporação. “Criamos uma força tarefa na corregedoria para dar celeridade, com isenção e sem perseguição, nos procedimentos”, declarou André Garcia. “Quem for indiciado daqui para a frente, ou for iniciado um processo administrativo, terá seu ponto cortado desde sábado. Do sábado pra frente, a folha da Polícia Militar está bloqueada.” Os PMs também teriam as férias suspensas. 
    O secretário falou ainda em reconstruir a PM. “É preciso que a gente reconstrua a Polícia Militar. Vai ser pedra sobre pedra. Vamos reconstruir uma polícia que não volte suas costas para a sociedade”, afirmou André Garcia.
    Ele ainda levantou a possibilidade de responsabilizar as mulheres dos policiais, que são líderes do movimento. “Estamos identificando com imagens. Elas serão encaminhadas para o Ministério Público Federal, que solicitou a identificação das responsáveis por esse movimento. Elas serão responsabilizadas pelos custos das Forças federais mobilizadas, as Forças Armadas e a Força Nacional de Segurança.”
    Na véspera, representantes do governo do Espírito Santo se reuniram por dez horas com as mulheres de policiais militares. O encontro terminou por volta da meia-noite, sem solução para a greve. O pedido dos policiais era de reposição salarial de pelo menos 43%. O governo estadual se manteve irredutível. A alegação é de que o aumento pretendido pela categoria representaria um custo adicional de R$ 500 milhões nos gastos com pessoal, o que levaria a um rombo nos cofres do Estado.
    Outros Estados. O Palácio do Planalto estava acompanhando de perto a situação tanto no Espírito Santo quanto no Rio, e temia pelos caminhos que poderiam ser seguidos. Havia preocupação ainda com a possibilidade de estes movimentos desencadearem um “efeito cascata” já que há movimentações semelhantes começando de uma maneira mais forte nas Polícias Militares do Pará, da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
    Nesta sexta, houve atos na frente de quartéis em três cidades paraenses. Em Minas, famílias ainda se organizavam para marcar um protesto semelhante ao do Espírito Santo.

    Redenção (PA): Filho mata a própria mãe com tiro de espingarda

    Mais um crime banal é registrado em Redenção, onde o filho matou a própria mãe com um tiro de espingarda. O fato ocorreu no final da tarde desta sexta-feira (10), no Jardim Ariane, em Redenção.

    De acordo com informações da polícia, José  Maria  Nascimento Araújo, efetuou um disparo de espingarda que atingiu a idosa Violeta Messias Araújo, de 61 anos de idade, mãe do autor do disparo. José Maria, teria errado o alvo que seria o sobrinho, Diogo Nascimento Araújo, com quem havia tido uma discussão, horas antes de cometer o crime.

    Familiares de Policiais Militares fecham batalhão

    Faixas e barracas foram armadas em frente ao 16º Batalhão de Polícia Militar de Altamira na noite desta quinta-feira (09). Trata-se de esposas e familiares de praças da Polícia Militar, que há dias reivindicam melhores condições de trabalho para os militares da região. O movimento iniciou por volta das 19h de ontem. Correntes e cadeados foram colocados nos portões para bloquear a saída dos militares. Uma forma de chamar a atenção do governo do estado. Entre as reivindicações está o reajuste salarial, que não estaria sendo realizado há dois anos. Outra exigência, o auxílio fardamento, que também estaria atrasado, foi atendida pelo governador, que divulgou que deve efetuar o pagamento a partir do dia 22. Porém, as manifestantes ainda lutam pelo reajuste salarial.
    Midiane Chaves, esposa de Policial Militar disse: “ O auxilio Fardamento foi uma tentativa de nos calar, nos viemos para frente do batalhão pra mostrar que não é migalhas que vão nos comprar”
    Entre as reivindicações está também o plano de saúde, além da troca do comando e a interiorização. Desde o início do mês as esposas dos PM’s vêm tentando manter um diálogo com a secretaria de Segurança Pública do Estado do Pará e com o comando do município.
    O Tenente Coronel Eduardo Pimentel, comandante do comando de policiamento regional de Altamira esteve presente durante a manifestação para conversar com as mulheres. Ele propôs uma reunião com as manifestantes para esta quinta-feira (10), com intuito de chegar a um acordo. Mesmo com o protesto, o presidente da corregedoria de Altamira, Coronel Wagner, garantiu que há policiais fazendo rondas nas ruas para garantir a segurança da população.
    Em nota a SEGUP comunicou: Informa que apenas no município de Altamira, existem cerca de dez mulheres de Policiais Militares acampadas em frente do comando da Polícia Militar.  No entanto, as ações de policiamento estão desenvolvidas regularmente.
    Reportagem: Paulo Oliveira

    FGTS deverão começar a ser apresentadas a caixa a partir da próxima terça- feira

    O ministro da Casa Civil disse que as solicitações de saque para as contas inativas do fundo de garantia de garantia do tempo de serviço o FGTS deverão começar a ser apresentadas a caixa econômica a partir da próxima terça- feira para os trabalhadores que tem direito a este recursos, O calendário de liberação da verba ainda não foi divulgado mas deverão ocorrer de acordo com a data de aniversario do trabalhador, poderão ser sacados os valores de todas as contas inativas do FGTS até 31 de dezembro de 2015 sem limites de retirada, as contas inativas são consideradas aquelas a quais o empregador já não realiza mais saques devido o contrato de trabalho ter sido suspenso o trabalhador pode consultar a existência de destes saldos por meio do site da caixa, através do banco e pelo aplicativo do FGTS.
    Reportagem: Natalia Silva

    Belo Sun recebe imprensa para debater projeto volta grande

    Representantes da empresa Belo Sun  receberam a imprensa local na noite desta quinta-feira (09) para apresentar o projeto volta grande e esclarecer pontos sobre o empreendimento. Uma das preocupações levantadas foram os impactos ambientais e sociais da obra do projeto somados aos da usina Hidrelétrica Belo Monte.
    A empresa canadense possui 53 funcionários  brasileiros. Destes 86% são da região do projeto. Com o início da obra, serão mais de dois mil contratados, incluindo mão de obra local, para o empreendimento que tem previsão de doze anos de vida útil. Os estudos sobre os recursos minerais começaram há quarenta anos para descobrir a viabilidade até alcançar os licenciamentos. O investimento total do projeto será de mais de um bilhão de reais. Na apresentação várias questões foram levantadas, entre elas os planos de realocação para as comunidades afetadas e benefícios para os municípios no entorno, como Altamira.
    As contratações devem começar a partir do terceiro trimestre. Para este ano a previsão é de quinhentos funcionários. O diretor da empresa falou ainda sobre a relação com a Funai e que está aberto para parcerias e diálogo.
    Reportagem: Natalia Silva

    sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

    MOTORISTA É BALEADO NA CABEÇA DURANTE ASSALTO A COLETIVO EM ALTAMIRA

    Um motorista do transporte coletivo foi baleado na cabeça na madrugada desta sexta-feira (10) no bairro Água Azul em Altamira. Segundo informações de testemunhas, dois rapazes tentaram assaltar trabalhadores da CCBM que estavam entrando no ônibus, ao perceber o assalto, o motorista tentou fugir do local acelerando o veículo quando um dos assaltantes atirou em direção a cabeça do motorista.
    A equipe do Samu foi acionada para realizar os primeiros socorros, mas ao chegar no local constatou que o homem já não estava com vida.
    Fonte: Portal do Xingu

    ESPOSA DE POLICIAIS MILITARES FAZEM PROTESTO EM ALTAMIRA

    Um grupo de mães, esposas e irmãs de policiais militares fecharam a entrada principal do 16º Batalhão Xingu de Polícia Militar, em Altamira, na noite desta quinta-feira (09).
    O ato é pacífico e até o final da noite, ninguém havia sido preso. As mulheres afirmam que esta foi a maneira que elas encontraram de reivindicar melhorias trabalhistas para a categoria de seus familiares.
    Com camisas e faixas com frases de protesto, elas seguiam a interdição do portão principal do batalhão até o momento da publicação desta matéria. Guarnições da polícia militar acompanhavam a manifestação e o trabalho da PM não foi prejudicado pelo protesto.
    Em Belém, familiares de bombeiros e policiais militares também programaram uma manisfestação pacífica para a manhã desta sexta-feira (10). A concentração será no Bosque Rodrigues Alves, na avenida Almirante Barroso, no bairro do Marco, a partir das 7h30.
    Fonte: G1/PA

    INSTITUTO TIM ABRE INSCRIÇÕES PARA BOLSAS DESTINADAS A MEDALHISTAS DA OLÍMPIADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS

    Alunos que vão ingressar no Ensino Superior têm até 20 de fevereiro para se candidatar às 50 bolsas mensais de R$ 1.200

    Os medalhistas da Olímpiada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) têm até o dia 20 de fevereiro para realizarem sua inscrição e concorrerem a 50 bolsas de estudo no valor de R$ 1,2 mil mensais oferecidas pelo Instituto TIM. O incentivo é direcionado aos estudantes que receberam medalhas de ouro, prata ou bronze em edições anteriores da OBMEP e vão ingressar no Ensino Superior em 2017. Para se candidatar, é preciso estar matriculado em uma universidade pública em um dos seguintes cursos: Astronomia, Biologia, Computação, Economia, Engenharia, Estatística, Física, Matemática, Medicina ou Química. 
    Os bolsistas serão selecionados por uma comissão formada por representantes do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e receberão a bolsa de estudo durante 12 meses, renováveis por até 48 meses. Os interessados que se enquadrem nos requisitos podem realizar a inscrição pelo site bolsatim.obmep.org.br. O resultado da seleção será divulgado na mesma página até o dia 07/03.
    Bolsa Instituto TIM – OBMEP tem como objetivo dar apoio financeiro aos talentos vindos de famílias de baixa renda, para que possam assim cursar a universidade. Desde 2015, o Instituto TIM já apoiou 100 jovens estudantes que não teriam condições de cursar o ensino superior sem esse suporte. 
    Sobre o Instituto TIM
    Fundado em 2013, o Instituto TIM (institutotim.org.br) tem como missão criar e potencializar recursos e estratégias para a democratização da ciência, tecnologia e inovação, promovendo o desenvolvimento humano, utilizando a tecnologia móvel como um dos principais habilitadores. Possui quatro pilares que definem sua atuação: Ensino, que tem como foco a educação em ciências e matemática; Aplicações, com o objetivo de desenvolver novas soluções tecnológicas livres; Inclusão, com a difusão do conhecimento de tecnologias de informação e de comunicação; e Trabalho, criando novas formas de atuação por meio do conhecimento tecnológico. Todas as soluções tecnológicas desenvolvidas pelo Instituto TIM são livres. Os projetos do Instituto TIM já envolveram mais de 700 mil pessoas em todo o país.

    Por: Vanessa Tavares
    Assessoria de Impressa: Tim Brasil

    quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

    FHC DESMONTA TESE DA LAVA JATO SOBRE ACERVO PRESIDENCIAL DE LULA

    Em depoimento em Curitiba, ex-presidente do PSDB explica como funciona a manutenção do acervo presidencial e recebe por três vezes pedidos de desculpas do juiz Sérgio Moro

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou uma lei que 
    regulamenta a manutenção do acervo presidencial, considerado 
    de "interesse público do Brasil"Foto: Instituto FHC
    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso depôs nesta quinta-feira (9) para o juiz de primeira instância Sérgio Moro na ação penal que a Lava Jato move contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto. Fernando Henrique, elencado como testemunha de defesa, depôs em especial sobre o acervo presidencial, que a Lava Jato chama de "objetos pessoais" de Lula e coloca em sob julgamento no processo que move contra o ex-presidente petista.
    FHC afirmou que a troca de presentes entre presidentes e líderes de nações são formais e acabam por gerar um acervo presidencial. De acordo com uma lei federal, cuja regulamentação foi estabelecida durante o governo do ex-presidente, o acervo pessoal é considerado de interesse público no Brasil. Assim, o fato é que, de acordo com FHC, o acervo de cada ex-presidente acaba por se tornar “um problema” para o ex-mandatário, já que este passa a possuir uma coleção de objetos que são de interesse público mas que geram demandas pessoais de depósito. "Um problema imenso. Como o acervo é de interesse público, você (qualquer ex-presidente) apela para doadores, porque você é obrigado a manter a coleção de objetos, mas não tem recurso para manter., explicou Fernando Henrique".
    FHC afirmou que faz uso da Lei Roaunet para manter o acervo que lhe cabe, e que tal material pode até, se o ex-presidente quiser, ser vendido, após ser oferecido, antes, ao Tesouro Nacional.Em que pese tal opção legal, Fernando Henrique disse: "Claro, eu não vendi nada". Lula também não vendeu.
    Em seu depoimento, o ex-presidente disse que seu acervo é "enorme", com milhares de documentos, muitos mantidos em locais refrigerados. Ele contou também que, em virtude de seu histórico acadêmico, é muito preocupado com a preservação desse material. O acervo de Lula, colecionado em mais de uma dezena de containers, hoje está arrestado pela Operação Lava Jato e manipulado por pessoas sem experiência  em preservação ou catalogação de documentos históricos.
    FHC esclareceu que o acervo não incide legalmente como patrimônio pessoal. Quando perguntado se isso é adicionado ao imposto de renda, ele esclareceu que  tal material não entra na sua declaração de bens, e que o valor desses objetos é histórico, não patrimonial. E que empresas, como a Odebrecht, contribuíram para seu Instituto, não havendo nada de ilegal nessas contribuições, ao contrário do que faz crer as acusações dos procuradores da Lava Jato, feitas exclusivamente contra o ex-presidente Lula. FHC confirmou que houve uma reunião com empresários quando ainda era presidente, e que dela participou Emílio Odebrecht, mas que não se pediu doações nessa reunião, apenas foi verificado se havia espaço para a criação de um instituto. Na ação a que responde o ex-presidente petista, os procuradores do Ministério Público Federal do Paraná acusam Lula de receber vantagens indevidas da construtora OAS, já que a empreiteira pagava 21 mil reais por mês para o armazenamento do acervo presidencial em estoques na empresa Granero.
    As declarações de Fernando Henrique Cardoso confirmam o que diz a defesa do ex-presidente: o acervo presidencial não são bens pessoais, não configurando vantagem indevida a sua manutenção, que é uma obrigação legal dos ex-presidentes.

    Reverência
    No início da sessão, o Juiz Sérgio Moro deu um "bom dia especial ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso".  Moro também agradeceu FHC duas vezes pelo depoimento e se desculpou com o ex-presidente tucano em três oportunidades, pelo tipo de pergunta que FHC tinha que responder e pela duração do depoimento. Fernando Henrique Cardoso foi tratado como "excelência" e se desculpou por "falar demais". Moro disse que o depoimento foi "muito interessante".
    Ainda em juízo, FHC explicou como montou sua base de apoio, o chamado "presidencialismo de coalizão", formando com aliados uma base parlamentar maior do que aquela com a qual o ex-presidente foi eleito. Ele disse não ter conhecimento nem de cartelização, nem de casos de desvios citados por Nestor Cerveró. "Um presidente não tem como saber de tudo", afirmou FHC. "Um ex-presidente ouve muita maledicência de um contra o outro que não pode levar ao pé da letra'".

    Fonte: LULACOM


    FHC FAZ DEPOIMENTO FAVORÁVEL A LULA PERANTE MORO

    Ex-presidente tucano explicou como gerencia acervo presidencial que recebeu durante sua gestão

    Em depoimento prestado nesta quinta-feira (9) ao juiz federal Sergio Moro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso expôs argumentos favoráveis ao presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto. As informações são do site pessoal do presidente.
    Arrolado como testemunha de defesa, FHC depôs em especial sobre o acervo presidencial, que a Lava Jato chama de "objetos pessoais" de Lula e coloca em sob julgamento no processo que move contra o ex-presidente petista.
    O tucano afirmou que a troca de presentes entre presidentes e líderes de nações são formais e acabam criando um acervo presidencial. No entanto, segundo uma lei federal, cuja regulamentação foi estabelecida durante o governo de FHC, o acervo pessoal é considerado de interesse público no Brasil.
    Com isso, a coleção acaba por se tornar “um problema” para o ex-mandatário, já que ele passa a possuir um conjunto de objetos que são de interesse público, mas que geram demandas pessoais de depósito.
    FHC afirmou que usa Lei Roaunet para manter seu acervo que, e que os objetos podem até ser vendidos, não sem antes serem oferecidos ao Tesouro Nacional.
    "[É] um problema imenso. Como o acervo é de interesse público, você (qualquer ex-presidente) apela para doadores, porque você é obrigado a manter a coleção de objetos, mas não tem recurso para manter", explicou Fernando Henrique.
    Ainda de acordo com o site do petista, as declarações de FHC confirmam o que diz a defesa do ex-presidente: o acervo presidencial não é formado por bens pessoais, não configurando vantagem indevida a sua manutenção, que é uma obrigação legal dos ex-presidentes.