Cármen
Lúcia é a única ministra que ainda não votou
Já
são nove votos para liberar o pagamento, mas apenas parte dele. O de antes da
suspensão desses pagamentos e antes do julgamento sobre o assunto. Esse é o
voto conjunto dos relatores Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes
e Flávio Dino. Todo mundo até agora concorda em liberar parte desse pagamento
como licença prêmio, férias não tiradas, e plantões judiciais feitos antes de
fevereiro, quando foi o julgamento. Mas os relatores entendem que esse
pagamento deve respeitar o limite de 35% do teto constitucional. O teto hoje é
de 46 mil e 300 reais e esses 35% são 16 mil reais. O ministro Luiz Fux abriu
divergência e foi acompanhado por André Mendonça, Dias Toffoli e Nunes Marques,
no sentido de não limitar esse pagamento. O entendimento é o de que se trata de
direito adquirido.
São,
portanto, nove votos, todos pelo pagamento, mas quatro para liberar sem esse
limite e cinco pelo limite de 35% do teto. Julgamento que termina às onze e 59
da noite de hoje e só falta, repetindo, o voto da ministra Cármen Lúcia.
Por:
Priscilla Mazenotti/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

Nenhum comentário:
Postar um comentário