Brasil Novo Notícias

sábado, 18 de maio de 2013

Xarope faz Ato Cívico: “Não comam mais farinha pelo amor de DEUS”!


Agência de notícias Xarope News
Farinha ficou mais caro de que OURO DO TAPAJÓS E COCAÍNA DA COLOMBIA
Nessa época atual, em que é moda presidiários, bandidos, prostitutas e gays fazerem greve, Xarope também embarca nessa Onda. E conclama a população, apartir de agora, para um ato importante cívico popular; “não comam mais farinha”. Mas informa que nem tudo é proibido nesse xaropal estado de Greve. Fumar, fazer sexo e beber está liberado.
A intenção da campanha, segundo Xarope, o poeta maldito e mago das letras mortas, é chamar a atenção das autoridades para o fato inusitado; Não dá mais para aguentar pagar 8 paus por um quilo de farinha. O que mais deixa Xarope pê da vida é saber que a galera que mora nas Colônias não quer mais saber de plantar mandioca na terra; só de meter a cupioba na patroa. Depois é receber o Bolsa-escola dos buchudinhos. Assim, é uma teta.
Por essas e outras, é que o Xarope resolveu conclamar a população para este importante Ato Cívico; o povo deve se unir e não comer mais farinha; “se presidiário, mata, rouba e estupra, tem direito a fazer greve, por que não reivindicar o Estado de Direito de Greve neste relevante assunto?”, contesta o jornalista.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

MDS, MDA e Conab anunciam criação de rede de apoio à comercialização da produção de assentamentos



O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vão criar uma rede de apoio à comercialização da produção dos assentados da reforma agrária. A decisão foi tomada nesta terça-feira (14), durante reunião entre o secretário de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Arnoldo de Campos, a diretora do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA/MDS), Denise Kroeff, o presidente do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra/MDA), Carlos Guedes, e o diretor da Conab, Silvio Porto.

A nova rede tem como objetivo ampliar o acesso desse público ao PAA, que vem se consolidado como instrumento de inclusão produtiva e geração de renda e de estímulo à organização entre as famílias agricultoras. Em 2011, segundo dados do MDS, 17 mil famílias de assentados da reforma agrária venderam para o PAA. Em 2012, o número mais que dobrou, aumentando para 37 mil famílias. Com a rede, o governo federal quer ampliar ainda mais essa participação.
Com o PAA, o governo compra os produtos diretamente dos agricultores familiares para manter os estoques públicos de alimentos para serem usados em situações de emergência e para fornecer a entidades socioassistenciais, como creches, comunidades terapêuticas, albergues para a população de rua e asilos.
Nos últimos dois anos, o total investido pelo PAA foi R$ 1,75 bilhão na compra direta de alimentos da agricultura familiar. Em 2013, quando completa dez anos, o PAA vai investir R$ 1,4 bilhão em compras institucionais, atendendo mais de 190 mil agricultores familiares. De acordo com dados do programa, dessas famílias, 47% fazem parte do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
Na segunda-feira (13), no programa Café com a Presidenta, a presidenta Dilma Rousseff anunciou que o limite do valor para cada agricultor vender para o PAA vai aumentar a partir do próximo Plano Safra da Agricultura Familiar. 

Fonte, Ascom do MDS

Bandidos fazem um “limpa” em residência do centro da cidade de Uruará


Mais uma residência foi furtada na cidade de Uruará. O furto aconteceu na madrugada desta quarta-feira, 15, no centro da cidade, mas só foi percebido por volta das 14 horas. A dona da casa está na cidade de Itaituba onde fazia um tratamento médico e quando chegou à tarde desta quarta-feira encontrou o prejuízo. Os bandidos fizeram “um limpa” na residência, furtando roupas, mantimentos como arroz e óleo de cozinha, botijão de gás e um receptor de parabólica. A proprietária da casa registrou a ocorrência do furto na manhã desta quinta-feira na delegacia de polícia.

Por: Joabe Reis
Fonte: O Regional



Trabalhador braçal é morto a facadas na zona rural de Uruará



(Foto do RG da vítima tirada em 1998)
O trabalhador rural, Daniel José Cândido, de 37 anos, foi morto com 4 perfurações de arma branca na madrugada desta quinta-feira, 16 de maio, a seis quilômetros da cidade de Uruará. O crime aconteceu numa chácara do km 186 da BR 230 (Transamazônica) por volta de 1hora e 30 minutos. 
A faca usada no crime ficou encravada na vítima. Os investigadores de polícia civil, Eládio e Tadeu, foram até o local do crime e recolheram o corpo da vítima que foi levado para o hospital municipal para exames cadavéricos. O delegado Godofredo Borges houve nesta quinta-feira o depoimento de testemunhas e de familiares. 
De acordo com as informações passadas a nossa reportagem pela polícia civil o autor do homicídio já foi identificado, é o chacareiro, Francisco das Chagas Cruz, o Chico, que foi visto por testemunhas esfaqueando a vítima. Ele que seria um viciado em drogas teria chegado primeiro na chácara já de madrugada e pouco tempo depois a vítima teria chegado numa moto quando ele o esfaqueou duas vezes pelas costas, Daniel teria ainda corrido por cerca de 10 metros tendo fugir, mas Chico o perseguiu e desferiu mais doi golpes, em seguida fugiu do local. Ele teria chegado à residência onde mora, pegado uma rede sem falar com a família e seguido para um destino desconhecido.
Uma negociação envolvendo uma moto pode ter motivado o crime, segundo o que já apurou a polícia o autor do homicídio teria comprado uma moto da vítima, mas não teria pagado o valor total no tempo acordado, então a vítima teria tomado a moto de volta e não teria devolvido o dinheiro deixando o acusado descontente.
O inquérito policial já foi tombado e a polícia civil e a polícia militar já estão se mobilizando para capturar o acusado a fim de realizar a prisão ainda no flagrante.
Por: Joabe Reis
Fonte: O Regional

Governo publica decreto que regulamenta convênios com prefeituras paraenses


Prefeituras que estão com alguma pendência na prestação de contas com o Governo Federal, e que por isso estavam impedidas de realizar convênios com o Governo do Estado, agora podem obter recursos estaduais, principalmente para as áreas de saúde, educação e assistência social. É o que garante o decreto Nº 733, que passou a vigorar nesta terça-feira, 14, mediante publicação de decreto no Diário Oficial do Estado.
O decreto, que permite que prefeituras que estão inadimplentes com o Governo Federal tenham acesso a convênios com o Governo do Estado - sem que isso desrespeite as regras estabelecidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal - foi assinado pelo governador Simão Jatene durante a cerimônia de abertura do Encontro Estadual com Novos Prefeitos e Prefeitas do Pará, que foi promovido na semana passada, em Belém, pela Secretaria de Relações Institucionais do Governo Federal.
O decreto Nº 733 anula o decreto Nº 2.637, instituído em 2010 com as normas para convênios entre Estado e municípios e que eram norteadas pelas exigências previstas no Cadastro Único de Convênios (Cauc), do Governo Federal. Pela antiga normativa, as prefeituras municipais que estivessem inadimplentes com o Governo Federal ficavam impossibilitadas de estabelecer convênios com o Governo Estadual, realidade compartilhada em 2013 por 138 dos 144 municípios paraenses. De acordo com o governador Simão Jatene, o formato anterior para fechamento de convênios acabava penalizando a população.
"O novo decreto cria mecanismos que auxiliam os municípios dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal. Grande parte dos governos municipais tem problemas e não pode assinar convênios com o Estado. Ainda que eu queira, ainda que eles queiram, ainda que a sociedade precise, esses convênios não podem ser assinados porque existem problemas que vêm de administrações anteriores aos atuais gestores municipais, o que penaliza, em ultima instância, a população''.
A necessidade de criação de um novo decreto que norteasse as transferências voluntárias de recursos a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira entre o Estado e os municípios, foi percebida pelo governador Simão Jatene durante as reuniões realizadas com os gestores municipais, que acontecem desde novembro do ano passado. Para o governador, o decreto Nº 733 possibilita que os municípios se desenvolvam enquanto os atuais prefeitos organizam as contas.
"A criação deste decreto é um caminho para que os gestores municipais possam se ajustar à Lei de Responsabilidade Fiscal, ou seja, se regularizar com o auxílio do Estado, de forma que seja penalizado quem foi o responsável por essa inadimplência. Muitas vezes a pendência não tem nada a ver com o prefeito atual, é de uma administração anterior, e por causa disso, a prefeitura é impedida, por exemplo, de ter acesso a recursos que são fundamentais para a saúde, educação e segurança, que são áreas que a gente está elegendo como prioritárias", reiterou Simão Jatene.
Segundo o secretário Extraordinário de Articulação Municipal, Sérgio Bacury, o novo decreto simplifica as normas e estabelece claramente as competências do Estado e dos municípios. O secretário disse, ainda, que está à disposição dos prefeitos para auxiliar as prefeituras a ficarem aptas a celebrar os convênios com o Governo, pois os municípios não podem estar inadimplentes com o Estado, salvo em situação de convênios destinados para ações de educação, saúde e assistência social.
"Todas as regras estabelecidas no decreto Nº 733 estão condizentes com a Lei de Responsabilidade Fiscal do Estado. Faz mais sentido que seja dessa forma, que a gente trate os nossos municípios de acordo com a realidade do nosso Estado, e não baseados nas exigências da Federação. Nossa secretaria está de portas abertas para ajudar as prefeituras a fecharem esses convênios", afirmou Sérgio Bacury, secretário Extraordinário de Articulação Municipal.
Agência Pará

A Secretaria Estadual de Educação adiou mais uma vez a retomada dos convênios com as escolas Casas Familiares Rurais: e com isso 2 mil alunos continuam sem aula no interior do Pará (INCLUINDO BRASIL NOVO).


A Secretaria Estadual de Educação adiou mais uma vez a retomada dos convênios com as escolas de vinte e cinco Casas Familiares Rurais dos municípios de Uruará, Rurópolis, Altamira, Medicilândia, Brasil Novo, Anapu, Pacajá, Placas, Belterra, Santarém (2 CFRs), Juruti, Óbidos, Cachoeira do Arari, São Felix do Xingu, Santa Maria das Barreiras, Conceição do Araguaia, Tucuruí, Abaetetuba, Barcarena, Ourém e Moju (2 CFRs). 

Em Belém desde segunda-feira, os vinte e cinco representantes das Casas Familiares Rurais de 23 municípios de todas as regiões do Estado não tiveram alternativa senão pressionar a Secretaria de Estado de Educação para que a SEDUC sentasse à mesa de negociação para a retomada dos convênios, firmados em 2007 e suspensos em janeiro de 2011. Por conta do fim dessa parceria com a SEDUC, 12 escolas foram fechadas e as demais continuaram através de parcerias com a iniciativa privada ou graças à ajuda dos pais dos alunos. Mas o Conselho Estadual de Educação reconhece as Casas Familiares Rurais como entidades públicas e que necessitam receber políticas governamentais na área de Educação. O conselho exige que os convênios sejam feitos preferencialmente com o poder público. A parceria garantiria a contratação de 270 professores, aquisição de material didático, alimentação e visitas técnicas. 

Enquanto a SEDUC quer firmar os convênios separadamente com as escolas, a Associação das Casas Familiares Rurais entende que a parceria deve ser firmada com a entidade, que passaria a administrar a distribuição dos recursos. Agora a assessoria jurídica da secretaria encaminhará o caso para a Procuradoria Geral do Estado, que deve emitir parecer dentro de quinze dias. Agora o impasse terá a intervenção do Ministério Público Federal. O procurador Felício Pontes vai propor a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta entre as Casas Familiares Rurais e a SEDUC para que os convênios sejam retomados.



Efeito Belo Monte: Pescado do Xingu em vias de extermínio


XAROPE na beira do  Rio Xingu com o famoso TAMBAQUI
O pescado sempre foi a principal alimentação das famílias menos afortunadas da população brasileira, com destaque maior á região norte do país. A grande obra da hidroelétrica de Belo Monte, na região do rio Xingu, está dizimando o que ainda resta de pescado naquela parte do Brasil.
E se medidas saneadoras não forem tomadas urgentemente, a tendência é o extermínio de várias espécies de peixes e consequente falta de alimento á mesa das famílias mais pobres da população. Comentam que cerca só nos municípios de Altamira, Vitória do Xingu e Souzel residem cerca de 400 mil habitantes. Os indígenas são os que mais sofrerão com extermínio.
O blogueiro Xarope esteve in loco e aproveitou para ver de perto a desgraça que a hidroelétrica vai cometer.
A solução seria a criação de peixes através de tanques.

Por: Hiromar Cardoso
Fonte e Fotos: Blog do Xarope

RAIO MATA AGRICULTOR NO KM 165 - URUARÁ

O fato aconteceu na tarde da  última quarta-feira no município de Uruará ceifando a vida de um agricultor. Um Rapaz de 23 anos conhecido por Joãozinho, morador do Travessão 165 Sul, foi tragicamente acidentado por obra do destino, João estava trabalhando na roça, na colheita do arroz, no km 165 Sul, quando no final da tarde de ontem, por volta das 16 horas, quando chovia muito um RAIO veio á cair em uma arvore conhecida por MELANCIEIRA, a uma distância de mais de cem metro da vitima, vindo assim arremessar um pedaço da melancieira acertando João, relatou o irmão da vitima. 

A vitima teve ferimentos no rosto danificando sua face, segundo o Irmão da vitima foi tudo muito rápido. Joãozinho foi socorrido para o Hospital Municipal de Uruará, mas não resistiu aos ferimentos, e faleceu por volta da 21 horas. 

Fonte: Uruará em Foco.

'No Brasil também tem lei', diz fazendeiro sobre decisão do STF


O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, acusado de ser o mandante do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang, em 2005, disse em entrevista exclusiva à TV Liberal nesta quarta-feira (15) que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em anular o seu julgamento é justa. "Mostra que no Brasil também tem lei, né", disse.
O fazendeiro afirmou ainda acreditar ser correto aguardar o novo julgamento em liberdade, mesmo o STF ter decidido mantê-lo preso. Vitalmiro falou durante o desembarque no Aeroporto Internacional de Belém, antes de voltar para a cadeia. Ele estava em Altamira, no sudoeste do estado, onde soube da anulação, porque teve o benefício de indulto do Dia das Mães concedido.
Vitalmiro Bastos de Moura cumpre pena em um presídio em Belém e progrediu para o regime semi-aberto em outubro de 2011. O Sistema Penal informou que Vitalmiro tinha até às 20h desta quarta para voltar para o presídio. O prazo máximo para ele se apresentar é de 48 horas. Depois deste período ele pode ser considerado foragido.
O novo júri ainda não tem data marcada para acontecer, mas a previsão do Tribunal de Justiça do Pará é que Bida seja julgado no segundo semestre deste ano. Com a decisão do Supremo, no novo julgamento o fazendeiro sentará pela quarta vez no banco dos réus.
Decisão do STF
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na terça-feira (14), por três votos a dois, anular a condenação de Vitalmiro Bastos de Moura, acusado de matar a missionária norte-americana Dorothy Stang, em Anapu (PA), em fevereiro de 2005.
O Supremo entendeu que houve cerceamento à defesa do acusado, que foi condenado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Belém (PA), em 2010, a 30 anos de prisão. Foi a segunda vez que o julgamento dele foi anulado, a primeira pela Justiça do Pará.
O julgamento terá que ser refeito pelo Tribunal do Júri do Pará, em data a ser marcada.
Julgamentos
Vitalmiro Bastos de Moura foi julgado pela primeira vez em 2007 e condenado a 30 anos de prisão. Naquele ano, quem recebia pena superior a 20 anos tinha direito a um novo júri. Em maio de 2008, Bida voltou a sentar no banco dos réus e foi absolvido. O Ministério Público recorreu da sentença e o julgamento foi anulado.
Um novo júri foi marcado para março de 2010 e adiado para abril do mesmo ano porque a defesa do fazendeiro não compareu ao julgamento. No terceiro julgamento, Bida foi condenado novamente a 30 anos de prisão.
Entenda o caso
A norte-americana Dorothy Stang foi morta a tiros em 12 de fevereiro de 2005, no município de Anapu, no sudoeste paraense. Segundo a Promotoria, ela foi assassinada porque defendia a implantação de assentamentos para trabalhadores rurais em terras públicas que eram reivindicadas por fazendeiros e madeireiros da região.
A acusação sustentou a tese de que Regivaldo foi um dos mandantes do crime, ao lado de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, condenado, em abril de 2010, a 30 anos de prisão. Regivaldo era dono da fazenda onde Dorothy Stang foi assassinada, mas vendeu a propriedade a Bida antes do crime. O promotor afirmou que os dois mantinham uma parceria na época do crime.
Fonte: G1 Pará

Hoje é o Dia do Gari. Parabéns


Os garis e os trabalhadores de reciclagem vão ter aposentadoria especial. É o que assegura o projeto de lei complementar do senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul. Segundo o projeto, eles vão ter direito, também, ao adicional de insalubridade, que corresponde a 40 por cento do salário. Para o relator do projeto, senador Rodrigo Rollemberg, do PSB do Distrito Federal, os garis exercem atividades prejudiciais a saúde e por isso merecem ser melhor recompensados.

Fala senador Rodrigo Rollemberg – PSB do Distrito Federal
"Consideramos louváveis e meritórias as iniciativas, pois oferecem compensações a trabalhadores que exercem a atividade em contato com substâncias que podem ser danosas à própria saúde. São de suma importância para um contingente imenso de trabalhadores, que desempenham com a maior dignidade o trabalho de coleta de lixo e outras atividades afins. Nos tribunais, a jurisprudência tem sido preponderante no sentido de que as atividades de coleta de lixo, se exercidas por mais de 25 anos, ensejam a obtenção de aposentadoria especial, embora elas não constem da lista de atividades nocivas à saúde."

Para garantir a aposentadoria especial, os garis e os trabalhadores de reciclagem vão ter que comprovar no INSS, que trabalharam 25 anos exercendo essa atividade. O projeto de lei foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais e segue para votação no plenário do Senado Federal.

Fonte: (Rádio Câmara)

  

Prefeito Banha acusado de está traíndo a confiança de seus aliados



Reunião na Câmara de Vereadores ‘‘stress total”

Reunião na Câmara de Vereadores

Todo mundo sabe que o prefeito Banha, teve a sua eleição patrocinada quase que em sua totalidade pelos madeireiros, que vestiram a camisa e não mediram  esforços financeiros para  apoiar-lo esperançosos com dias melhores.

Fenômeno causa estragos em Santarém.



Tromba d’água
Tromba d’água

Por volta de 09h40, desta quarta-feira, 15, uma tromba d’água causou diversos prejuízos no porto da Companhia Docas do Pará (CDP) em Santarém. Telhas do galpão principal foram arremessadas a vários metros do local, dentro do rio Tapajós. Outros imóveis que fazem parte do complexo das Docas também sofreram danos.

Segundo testemunhas, durante uma chuva fraca, um vórtice se formou sobre o rio Tapajós e, em poucos minutos atingiu diretamente as instalações da CDP em Santarém. Diversos danos foram contabilizados pela direção da Companhia.
Um funcionário disse que na hora do desastre ecológico, houve uma grande explosão dentro do galpão principal da CDP e vários objetos que estavam no local foram arremessados a vários metros de distância.

Porto da CDP foi atingido pela tromba d`água
Porto da CDP foi atingido pela tromba d`água
A direção da CDP ainda avalia o resultado dos prejuízos causados pelo fenômeno natural. Um taxista que estava próximo ao portão da Companhia disse que nunca tinha visto nada parecido. “Vi as telhas voando para todo lado e também uma grande explosão, mas em pouco tempo passou o vendaval”, explicou.

Além do telhado, os dois portões de ferro que permitem a entrada na CDP foram arrancados. No galpão destruído estavam trabalhando cinco pessoas e, durante o vendaval, nenhum trabalhador ficou ferido.

Galpão da CDP ficou totalmente destruídoO fenômeno não é a primeira vez que aconteceu em Santarém. Na semana passada, o advogado Raimundo Aquino registrou uma tromba d`água que apareceu em frente a orla de Santarém, no local conhecido como Ponta Negra. No ano de 2001 uma grande tromba d’água foi vista sobre a praia do Maracanã. Também em 2002 outro fenômeno apareceu na praia de Pajuçara. Uma enorme tromba d’água veio do outro lado do rio Tapajós, em direção a praia do Pajuçara. Dezenas de pessoas acompanharam o fenômeno.

Galpão da CDP ficou totalmente destruído
Uma tromba d’água é causada pela formação de nuvens que surgem quando há alta temperatura, muita umidade e grande instabilidade climática. Como a região amazônica costuma ter todas essas características, segundo o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), ela é uma área “muito propícia” para formações como essa.
Os meteorologistas esclarecem que não podem saber com certeza a influência de mudanças climáticas na Amazônia na formação de tornados e trombas d’águas, já que é muito difícil saber quantos e onde eles ocorrem.

Fonte: RG 15/O Impacto, com fotos de Manoel Cardoso e notapajos.com

Alepa instala CPI para investigar Detran


Foi assinada, na manhã desta quarta-feira (15), a instalação da CPI do Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran-PA), pelo presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), deputado Márcio Miranda, que vai investigar denúncias de irregularidades no órgão.
A CPI do Detran foi pedida pelo deputado Parsifal Pontes (PMDB). As denúncias sobre o órgão são de que a instituição fornecia dinheiro para o time do Santa Cruz de Cuiarana, do município de Salinópolis, presidido pelo deputado Mario Couto. A pedido da deputada Cilene Couto (PSDB), a CPI do Detran se estenderá também à gestões anteriores do órgão.
A criação da CPI foi formalizada ao final da Assembleia Intineranta, no município de Marabá. Durante a reunião, foram aprovados oito projetos, entre eles o que cria a Região Metropolitana de Marabá.
Márcio Miranda também assinou, hoje, a instalação da CPI do futebol.
(DOL)