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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Disque-denúncia dá recompensa por pistas sobre assassino de menina




O Disque Denúncia de Marabá, sudeste do Pará, oferece recompensa de R$ 1 mil para quem tiver informações que leve a prisão do assassino de Maria Eduarda Felix Lourenço, 11 anos.
Após dias de buscas, o corpo de Maria Eduarda foi encontrado esquartejado e parcialmente carbonizado na segunda-feira (23), no município de São Domingos do Araguaia. O Instituto Médico Legal – IML foi acionado e o corpo foi removido para o Município de Marabá para laudo pericial.
As informações devem ser repassadas pelo Disque Denúncia de Marabá. “Pedimos a ajuda da população que denuncie. A Central funciona de segunda a sábado, de 8h às 20h. A sua informação pode ser a peça fundamental para o esclarecimento das investigações”, disse a Coordenadora, Hellen Araújo.

Disque-denúncia oferece recompensa por pistas
de assassinos de Maria Eduarda
(Foto: Reprodução/ Disque-denúncia)

O Crime 

Maria Eduarda morava em São Domingos do Araguaia. Ela desapareceu no último sábado (21), por volta de 7h, após sair de casa para comprar pão e leite em uma panificadora.
Nesta terça-feira (24), a polícia ouviu mais de dez depoimentos, entre familiares, pessoas que ajudaram nas buscas e pessoas mencionadas nos depoimentos. A mãe e o padrasto de Maria Eduarda também prestaram depoimento. Equipes de São Domingos do Araguaia e de Marabá trabalham no caso.
Protesto
Por conta da demora para encontrar o corpo de Maria Eduarda, os moradores do município chegaram a protestar em frente à delegacia da cidade e interditaram, na segunda (23), um trecho da rodovia BR-153, que liga a cidade a São Geraldo do Araguaia, na divisa do estado do Pará com o Tocantins. Uma fila de congestionamento chegou a se formar nos dois lados da pista.

 G1 Pará


Funcionários da Transbrasiliana ocupam garagem da empresa



Motoristas da Transbrasiliana ocupam a garagem da empresa, em Altamira, no sudoeste do Pará. Cerca de 60 funcionários estão morando de forma improvisada no local. O protesto é por causa de atrasos salariais que estariam acorrendo há dois meses.
A ocupação começou há uma semana. Eles dormem em colchões espalhados pelo chão e improvisaram uma cozinha para fazer as refeições. No prédio não há água encanada nem energia elétrica.
Alguns funcionários que moravam em casas alugadas dizem que já foram despejados porque não tem como pagar o aluguel.
Eles decidiram paralisar as atividades de transporte de operários para os canteiros de obra da usina de Belo Monte até que a empresa faça o pagamento. Até o momento, não há uma resposta oficial da empresa. O sindicato da categoria disse que os  funcionários devem recorrer à Justiça.

G1 Pará

PC e PM: Operação em Altamira cumpriu 3 mandados de busca e apreensão



"Agora estamos tentando relacionar se os suspeitos e os materiais apreendidos possuem relação com os crimes" Explicou Vinícius Dias

Batizada de Athos II (aqueles que nada temem), durante a manhã desta terça-feira (24) a polícia civil com apoio do GTO da Polícia Militar, conseguiram retirar das ruas, duas espingardas, 4 celulares, munição, drogas, dinheiro e um revolver, o material estava em residências previamente mapeadas pela polícia civil. 
Para o diretor da Seccional Urbana de Altamira, esse trabalho visa dar prosseguimento nas investigações a respeito de crimes ocorridos na última quarta 18 e quinta-feira 19, quando 7 pessoas foram mortas, entre elas um policial. 
Agora estamos tentando relacionar se os suspeitos e os materiais apreendidos possuem relação com os crimes Explicou Vinícius Dias. 
A polícia tenta chegar aos autores de disparos que vitimou 7 e baleou outras 5 pessoas, já foram realizadas diligências no intuito identificar possíveis suspeitos de envolvimento nos crimes. Até o momento ninguém foi preso. 

Fonte: Vale do Xingu

Ibama prevê que Belo Monte comece a gerar energia em março de 2016



O diretor de Licenciamento Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Thomaz Miazaki de Toledo, disse ontem (24) que a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, deve começar a gerar energia em março de 2016 na casa de força principal. Segundo Toledo, o enchimento do primeiro reservatório ocorrerá nos próximos 50 dias.
O instituto concedeu nesta terça-feira licença de operação à empresa Norte Energia e autorizou o enchimento do reservatório da usina, que está em construção há quatro anos e cinco meses no Rio Xingu.
A presidenta do Ibama, Marilene Ramos, disse que mais de 90% das condicionantes ambientais foram cumpridas no projeto. “Postergar a licença de operação seria penalizar o Brasil porque essa usina possibilitará, quando estiver funcionando plenamente, o desligamento de 19 usinas termelétricas que emitem 19 milhões de toneladas de carbono equivalente ao ano.”
Marilene destacou que adiar a concessão da licença seria atentar contra a “modicidade tarifária”, pois a geração de energia térmica é mais cara.
Segundo a presidenta do Ibama, esta é apenas mais uma etapa do licenciamento ambiental. “Qualquer descumprimento das condicionantes ensejará medidas contra a Norte Energia. Isso vale para o reassentamento da população, a pesca, o componente indígena”, disse Marilene. Ela acrescentou que o Ibama tem uma equipe fixa em Altamira para fazer o acompanhamento das exigências estabelecidas e que essa turma deve ficar no local, a princípio, por três meses.

Incêndio destrói fazenda em Altamira, sudoeste do Pará



Latifúndio de 120 hectares foi atingido por chamas nesta terça, 24. Na área estavam cerca de 160 cabeças de gado.

Uma fazenda, que fica há quatro quilômetos de Altamira, sudoeste do Pará, foi destruída por um incêndio, nesta terça-feira (24). As chamas se alastraram rapidamente e atingiram a área de pasto e de mata nativa. Na área de 120 hectares, estavam cerca de 160 cabeças de gado que tiveram de ser retirados às pressas. Ainda não há informações sobre o que causou o incêndio.
Segundo o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), esse é um período de escassez de chuvas na região e de altas temperaturas. Além disso, a força do vento contribui bastante para a para o avanço das chamas.

Fonte: G1 PA

MPF cobra transparência de órgãos ambientais do Pará

A Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas/PA) e o Instituto de Terras do Pará (Iterpa) devem tornar as informações ambientais mais acessíveis ao público, segundo avaliação feita pelo Ministério Público Federal (MPF) e divulgada na semana passada na Procuradoria-Geral da República, em Brasília. 
Segundo o projeto "MPF pela Transparência Ambiental na Amazônia", que fez um diagnóstico do cumprimento da Lei de Acesso à Informação (Lei 12527/2011) pelos órgãos estaduais e federais que atuam em questões socioambientais na Amazônia, existe atualmente um completo descumprimento da legislação. Como forma de garantir a efetividade do acesso à informação pública e estabelecer rotinas de fiscalização e cobrança do cumprimento da legislação, o Ministério Público Federal recomendou a quatro órgãos federais e 13 estaduais que adequem as suas páginas na internet ao que está disposto na legislação. 
No caso dos órgãos paraenses analisados, o relatório apontou a ausência de publicidade para dados relevantes e a falta de canal direto para atendimento das demandas enviadas pelos cidadãos. "Concernente à transparência ativa, promova no prazo de 120 dias a correta implantação de transparência das informações que gerencia, por meio de seu sítio eletrônico na internet, assegurando que nele sejam inseridos, e atualizados em tempo real, os dados previstos na legislação que trata de suas atribuições e funções, inclusive com o atendimento a disponibilização de ferramenta de pesquisa de conteúdo que permita o acesso à informação de forma objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão", recomenda o documento aos três órgãos estaduais do Pará.

Em Parauapebas: Parlamentares se reúnem com advogado para tratar da CPI da Vale



Durante a reunião, os vereadores buscaram orientação sobre os procedimentos a serem realizados para analisar e investigar a atuação da mineradora, tendo em vista que Pazzinato tem experiência em ações referentes aos royalties da mineração.


Imbuídos no papel de montar estratégias que colaborem com os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Vale, os vereadores Ivanaldo Braz (SD), Ivaniti Barrão (PSDC), Joelma Leite (PT), José Pavão (SDD), Marcelo Parcerinho (PMDB), Maridé Gomes (PSC) e Zacarias Marques (PP) se reuniram na manhã desta terça-feira (24) com o renomado advogado Carlos Alberto Pazzinato.
A CPI da Vale, como está sendo chamada, tem o objetivo de investigar as diferenças das práticas de preços declarados e registrados nas demonstrações financeiras da mineradora Vale, no exercício deste ano, principalmente no que diz respeito aos valores repassados da Contribuição Financeira sobre Exploração Mineral (Cfem).
A investigação foi solicitada pela maioria dos parlamentares de Parauapebas por meio do Requerimento nº 70/2015, apresentado durante sessão ordinária realizada no dia 27 de outubro. A CPI quer apurar se houve alteração nos valores de repasse da Cfem declarados pela mineradora.
A Comissão Especial de Investigação tem como membros os vereadores José Pavão, Euzébio Rodrigues (PT), Zacarias Marques, Marcelo Parcerinho e Joelma Leite.
O prazo para averiguação dos fatos apontados será de 180 dias, a contar da data de instalação, podendo ser prorrogado por mais 60 dias.

OPERAÇÃO BOGOTÁ PRENDE QUATRO COLOMBIANOS EM PARAUAPEBAS


Cumprindo mandado de busca e apreensão em uma residência localizada na Rua Calapalo, Bairro Parque dos Carajás, em Parauapebas, a polícia prendeu em flagrante delito, por volta das 16 horas da última sexta-feira (20), os colombianos Dionicio Alfonso Vanegas, Yelson Alejandro Osorio Aristizabol, Milton Eduardo Lugo Perez e Victor Alfonso Duque Henao.


De acordo com a polícia, os quatros indivíduos são integrantes de uma associação criminosa especialista em fazer empréstimos com taxa de juros ilegalmente elevada e sem autorização para tanto.

O superintende Regional de Polícia Civil em Parauapebas, delegado Thiago Carneiro, afirmou que as prisões foram efetuadas pelo delegado Paulo Junqueira e investigadores Bonfim, Abraão, Baiano, Ricardo e Valmir.

A operação foi denominada “Bogotá”, pois todos integrantes são colombianos. Homens da Polícia Federal também estavam investigando a associação criminosa que, segundo a Polícia Civil, estava atuando no município de Parauapebas e região de Carajás. 

(Fonte: Pebinha de Açúcar)