A Secretaria Municipal de Educação de Medicilândia (SEMED), recebeu na sexta-feira, 12/9, em Altamira, oito motos Broz 150 da marca Honda no valor de R$ 89.552,00. A aquisição faz parte do projeto: Educação no Campo: Melhores Condições, Melhor Educação, aprovado pelo Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) do Xingu em 2013, e tem como objetivo fortalecer a educação no campo, através de acompanhamento, orientações pedagógicas aos professores e alunos da educação do campo, visando à qualificação do processo ensino-aprendizagem nas escolas do ensino fundamental na zona rural.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Prefeitura de Medicilândia recebe motos para melhorar a Educação na Zona Rural
A Secretaria Municipal de Educação de Medicilândia (SEMED), recebeu na sexta-feira, 12/9, em Altamira, oito motos Broz 150 da marca Honda no valor de R$ 89.552,00. A aquisição faz parte do projeto: Educação no Campo: Melhores Condições, Melhor Educação, aprovado pelo Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) do Xingu em 2013, e tem como objetivo fortalecer a educação no campo, através de acompanhamento, orientações pedagógicas aos professores e alunos da educação do campo, visando à qualificação do processo ensino-aprendizagem nas escolas do ensino fundamental na zona rural.
Semana Nacional de Trânsito vai priorizar o pedestre
A partir do próximo dia 18 (quinta-feira) acontecerá em todo o Brasil a Semana Nacional de Trânsito 2014. Neste ano, o tema da Semana, aprovado pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), é “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Cidade para as pessoas: Proteção e Prioridade ao Pedestre”.
Prevista na Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), a Semana Nacional de Trânsito é realizada entre os dias 18 e 25 de setembro, com a finalidade de conscientizar a sociedade para a criação de um ambiente favorável à valorização da vida, enfatizando valores, posturas e atitudes que garantam o o direito de ir e vir dos cidadãos.
Entidades acompanham caso de estudante negra ameaçada de morte
A Ordem dos Advogados do Brasil seção Pará (OAB-PA) acompanha o caso da estudante Sonia Regina Abreu, ameaçada de morte e estupro por meio de mensagens deixadas no Facebook e por e-mail. De acordo com Luanna Tomaz, da comissão de direitos humanos da OAB, o caso já foi denunciado ao Ministério Público. A Polícia Civil, por meio da Superintendência de Altamira e da Delegacia de Repressão à Crimes Tecnológicos, também acompanha as ameaças.
Luanna Tomaz diz que o caso é grave e que existe a possibilidade de existir um grupo que estaria promovendo as ameaças em Altamira, onde Sonia mora e cursa engenharia florestal na Universidade Federal do Pará (UFPA). “Não queremos que vire só mais um caso de injúria racial. No e-mail está escrito que vai ser feito um extermínio de negros no município. Ele diz que são vários, que estão em todos os lugares. Para nós é racismo”, diz Luanna.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
PONTE QUEBRA E CAMINHÃO MADEIREIRO CAI EM IGARAPÉ NA VICINAL 13
O fato aconteceu na tarde de sexta-feira (12), há aproximadamente 30 km
da sede do município.
O caminhão saia do travessão com destino à zona Urbana do Município
carregado de com pelo menos 9 toras de madeira, o que pesa em média 20 mil Kg.
Um caminhão carregado de banhistas se dirigia para a praia no momento em que
aconteceu a queda da ponte – “ Pensei que tivesse machucado alguém quando vi o
motorista acenando com a mão, paramos e corremos para tentar ajudar, mas graças
a Deus Nada de mais grave aconteceu. O motorista conseguiu sair pelo teto sem
sofrer nenhum arranhão”. – disse João Balaio que presenciou o momento em que
ocorreu o acidente.
Apenas motocicletas passavam e muitos banhistas tiveram que mudar a rota
para chegar às praias na vicinal 13.
A empresa responsável pela carga de madeira, se comprometeu em arrumar a
ponte e, já na tarde de sábado, o transito estava liberado no local.
Mais Fotos:
Patrícia Poeta deixa o Jornal Nacional. Renata Vasconcellos assume o posto
Patrícia
Poeta deixará o Jornal Nacional no dia 3 de novembro, assim que as
eleições se consumarem.
A
informação foi anunciada pela Globo por meio de comunicado distribuído à
imprensa na manhã desta segunda-feira. Segundo o texto, ela se dedicará a um
novo projeto na área de entretenimento, destino que também levou a
ex-apresentadora do noticiário, Fátima Bernardes, a tomar novos rumos.
Renata
Vasconcellos, que há menos de um ano deixou o Bom
Dia Brasil para se mudar para o Fantástico,
assume o JN, ao lado de William Bonner.
Poliana
Abritta ocupará a vaga de titular do Fantástico, com
Tadeu Schmit.
A
Globo informa que o prazo de Poeta à frente do JN por três anos foi determinado assim
que ela assumiu o posto, o que jamais foi divulgado naquela ocasião ou de lá
para cá.
Assim,
a decisão que agora se anuncia é uma surpresa para todos.
ADENDO
publicado via edição do post às 11h24:
A
decisão foi anunciada na manhã de hoje também para os funcionários da casa,
incluindo o time do Jornalismo.
Carteira de trabalho poderá ser emitida por meio eletrônico
Se tudo der certo, logo os jovens altamirenses, deixarão de passar pelo martírio para conseguir expedir a Carteira de Trabalho. É que a Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7705/14, do Senado Federal, que permite a emissão da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) por meio eletrônico, se houver requerimento escrito do trabalhador.
O projeto acrescenta artigo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT- Decreto-Lei 5.452/43). Pelo texto, o titular da carteira de trabalho expedida em meio físico poderá optar pela sua emissão em meio eletrônico, na forma do regulamento, que disciplinará a transferência das informações contidas no documento físico para o meio eletrônico. Caso seja transformada em lei, a medida entrará em vigor 180 dias após a sua publicação.
Racismo, ameaça de estupro e morte
Por: Vitoriano Bill
Do meu humilde ponto de vista, essa afirmação é uma maneira de negar uma forma de opressão/violência fortemente presente em nossa sociedade.
Essa semana, em Altamira, nos deparamos com um caso de RACISMO, de ódio à população negra. Uma jovem estudante universitária recebeu mensagens via facebook e e-mail de ameaças de estupro e morte, pelo fato dela ser NEGRA.
As mensagens são assustadoras! E estendidas à todo(a)s o (a)s negro(a)s da cidade.
Essa ameaça causa muito medo, mas temos que ter claro que isso é a síntese de uma violência cotidiana da qual aprendemos a viver com ela. Não sei porque, mas naturalizamos algumas formas de agressão sem tomarmos nenhuma providência.
Funai recebe oficialmente a Casa do Índio
Desde quarta-feira (11/09), a Casa do Índio de Altamira está sob responsabilidade da Funai. O Termo de Entrega do prédio construído pela Norte Energia foi assinado ontem, em Brasília (DF), pela presidente do órgão indigenista, Maria Augusta Assirati. No documento, a Funai considera “quitada, para todos os fins, a obrigação da NESA” (Norte Energia) que fazia parte do Termo de Compromisso firmado em setembro de 2010 referente ao processo de licenciamento da Usina Hidrelétrica Belo Monte.
Segundo a Norte Energia, a Casa do Índio estava à disposição da Funai desde o dia 22 de julho de 2014, quando houve a vistoria final e o despacho de aprovação assinado por Estella Libardi de Souza, representante do órgão indigenista em Altamira. O Termo de Vistoria assinado naquela data atesta que o imóvel já estava em perfeitas condições de uso. Dez dias antes (12 de julho), durante vistoria prévia realizada por representantes da Empresa e da Funai, incluindo a presidente Maria Augusta Assirati, haviam sido solicitados, e foram realizados, pequenos reparos, como troca de lâmpada, conserto de tomada, substituição de telhas e ajuste no fechamento de portas.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Empresa Norte Energia se pronuncia sobre protestos indígenas na UFPA
A Norte Energia reitera que desde o dia 22 de julho de 2014 a Casa do Índio de Altamira está à disposição da Fundação Nacional do Índio
Deste a manhã desta quarta-feira 10, índios de 6 etnias mantém ocupação no prédio da Universidade Federal do Pará Campus 1, em Altamira, entre as pautas de reivindicações está o pedido de readequação e entrega da casa do índio na Orla da cidade, com espaço mais amplo e de acordo com as solicitações dos indígenas previamente consultados a cerca da estrutura construída. Sobre o assunto a empresa Norte Energia encaminhou hoje resposta acerca deste ponto da pauta, segue abaixo a nota na íntegra.
Nota da Norte Energia sobre obra do Projeto Básico Ambiental de Componente Indígena (PBA-CI) da Usina Hidrelétrica Belo Monte:
“A Norte Energia reitera que desde o dia 22 de julho de 2014 a Casa do Índio de Altamira está à disposição da Fundação Nacional do Índio (Funai), em perfeitas condições de uso, tanto em relação às obras civis quanto às hidráulicas e elétricas. Com a presença da imprensa, foi realizada em 14 de julho uma vistoria, na qual foi constatada a necessidade de pequenos reparos, como troca de lâmpada queimada, conserto de algumas tomadas, substituição de algumas telhas e ajuste no fechamento de algumas portas. Todos os reparos foram realizados e considerados satisfatórios, como consta do Termo de Vistoria assinado em 22 de julho, entre outros, pela responsável pela Funai em Altamira, Estella Libardi de Souza.
O novo espaço, com área total de 2.235 metros quadrados, na Orla de Altamira, teve projeto estrutural definido com a ativa participação da Funai e das lideranças indígenas. São 33 quartos que atendem às aldeias da Área de Influência da UHE Belo Monte. Além dos dormitórios, a Casa tem área de vivência, jardim, reservatório para 12 mil litros de água potável, quiosque para reunião, banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais, lavanderia, e espaços para cozinha convencional e tradicional, refeitório, e depósito. A obra custou cerca de R$ 2,2 milhões e foi realizada pela Norte Energia S.A., como ação prevista no Projeto Básico Ambiental de Componente Indígena (PBA-CI) da Usina Hidrelétrica Belo Monte.”
Norte Energia S.A.
“A Norte Energia reitera que desde o dia 22 de julho de 2014 a Casa do Índio de Altamira está à disposição da Fundação Nacional do Índio (Funai), em perfeitas condições de uso, tanto em relação às obras civis quanto às hidráulicas e elétricas. Com a presença da imprensa, foi realizada em 14 de julho uma vistoria, na qual foi constatada a necessidade de pequenos reparos, como troca de lâmpada queimada, conserto de algumas tomadas, substituição de algumas telhas e ajuste no fechamento de algumas portas. Todos os reparos foram realizados e considerados satisfatórios, como consta do Termo de Vistoria assinado em 22 de julho, entre outros, pela responsável pela Funai em Altamira, Estella Libardi de Souza.
O novo espaço, com área total de 2.235 metros quadrados, na Orla de Altamira, teve projeto estrutural definido com a ativa participação da Funai e das lideranças indígenas. São 33 quartos que atendem às aldeias da Área de Influência da UHE Belo Monte. Além dos dormitórios, a Casa tem área de vivência, jardim, reservatório para 12 mil litros de água potável, quiosque para reunião, banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais, lavanderia, e espaços para cozinha convencional e tradicional, refeitório, e depósito. A obra custou cerca de R$ 2,2 milhões e foi realizada pela Norte Energia S.A., como ação prevista no Projeto Básico Ambiental de Componente Indígena (PBA-CI) da Usina Hidrelétrica Belo Monte.”
Norte Energia S.A.
Belo Monte oferta mais 186 vagas
O Consórcio Construtor Belo Monte, CCBM, publicou ontem, através do Diário Oficial do Estado do Pará, a disponibilidade de vagas para atuação na construção da Usina de Belo Monte.
A empresa está ofertando 186 vagas, preferencialmente aos trabalhadores da região do entorno da Usina.
Confira o perfil das vagas
Ajudante de Produção (6 vagas);
Ajudante de Serviços Gerais (2 vagas);
Ajudante de Topografia (2 vagas); Auxiliar de Topografia (17 vagas);
Carpinteiro (3 vagas); Eletricista de Corrente Contínua (22 vagas);
Faxineiro (9 vagas);
Lubrificador (1 vaga); Marteleteiro (1 vaga);
Mecânico Hidráulico (1 vaga); Mecânico de Refrigeração (2 vagas);
Operador de Caminhão Auto Bomba de Concreto (1 vaga);
Operador de Caminhão Betoneira (2 vagas);
Operador de Caminhão Fora de Estrada (3 vagas);
Operador de CO Processamento de Resíduos (5 vagas);
Operador de Escavadeira (16 vagas);
Operador de Máquina de Dobrar (1 vaga);
Operador de Motoniveladora (33 vagas);
Operador de Perfuratriz Pneumática (1 vaga);
Operador de Trator Agrícola (1 vaga);
Operador de Trator de Lâmina (4 vagas);
Sinaleiro (46 vagas);
Soldador (3 vagas);
Topógrafo (4 vagas).
Os interessados devem procurar o SINE de sua cidade. Maiores informações pelo telefone:093.3502-8900. Email: oportunidades@consorciobelomonte.com.br ou na Rodovia Presidente Médici, s/n, Alberto Soares, próximo ao 51° BIS, em Altamira (PA).
Puxado pela construção civil, Altamira registra maior ocupação formal
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O aquecimento do mercado de trabalho nos últimos sete meses deste ano colocou Altamira, no Pará, no mapa das 10 cidades com mais oportunidades de emprego com carteira assinada do país. Dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregos (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), compilados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) revelam que a cidade está na frente, inclusive, de conhecidos polos de atração de mão de obra, como Contagem (MG), São Bernardo do Campo (SP), Rio de Janeiro( MG) e Manaus (AM). A presença da Usina de Belo Monte ajuda a explicar essa pujança interiorana. "Os dados do Caged são compatíveis com a Pesquisa Mensal do Emprego do IBGE, que vêm mostrando que há uma perda de fôlego do emprego nas grandes cidades e fora delas há um crescimento um pouco mais vigoroso", aponta Rodrigo Leandro de Moura, economista da FGV. Por trás das 9,2 mil vagas abertas em Altamira, de janeiro a julho, está a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que vem arregimentando, especialmente, profissionais da construção civil. O projeto colocou a cidade na quinta posição em abertura de postos formais de trabalho. Na lista das 10 cidades mais dinâmicas também aparecem Santa Cruz do Sul (RS) e Bebedouro (SP). Ambas têm no agronegócio as bases de seu desenvolvimento. A primeira com o fumo, e a segunda com a indústria de sucos de laranja e da cana-de-açúcar.
Fonte: O Xingu
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Entrega da Casa do Índio depende da Funai, diz Norte Energia
Em nota enviada à imprensa, a Norte Energia, empresa responsável pela construção da UHE Belo Monte, informou que a Casa do Índio de Altamira está pronta há dois meses, e o seu recebimento formal pela Funai depende de procedimentos administrativos da Própria Fundação.
A obra é uma ação prevista no Projeto Básico Ambiental de Componente Indígena (PBA- CI) da Usina Hidrelétrica Belo Monte. O novo espaço, com área total de 2.235 metros quadrados na Orla de Altamira, teve projeto estrutural definido com a ativa participação da Funai e das lideranças indígenas.
De acordo com a empresa, são 33 quartos que atendem as aldeias da área de influência da UHE Belo Monte. Além dos dormitórios, a Casa tem área de vivência, jardim, reservatório para 12 mil litros de água potável, quiosque para reunião, banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais, lavanderia, e espaços para cozinha convencional e tradicional, refeitório, e depósito. A obra custou cerca de R$ 2,2 milhões.
Fonte: O Xingu
Ivete Sangalo terá que depor sobre processo de plágio
Um processo de plágio que vem se arrastando desde
2010 no Tribunal de Justiça da Bahia ganhará novo capítulo no próximo mês. Está
marcada para o dia 7 de outubro uma audiência na qual Ivete
Sangalo terá que dar explicações sobre um suposto caso de
plágio envolvendo a música “Sorte grande”. A cantora é uma das rés do processo
movido pela baiana Rosenilda Tolentino Ogando da Silva, que pede R$ 1 milhão,
alegando ser autora do hit, tema do Brasil na Copa daquele ano.
Oficialmente, “Sorte grande” é apontada como de
autoria de um compositor chamado Lourenço, mas, curiosamente, ele não está
apontado como réu. Além da própria Ivete, a Universal, a produtora Caco de
Telha e a Caco Music — as duas últimas, empresas da cantora — aparecem citadas
no processo, reaberto em 2012.
“Demorou para que a Justiça aceitasse o processo,
já que sempre o julgava improcedente”, afirma Rosiany Ogando da Silva, irmã da
suposta autora da música. Procurada, Rosenilda disse que só a advogada dela
poderia falar sobre o processo, mas ela não respondeu a coluna até o fechamento
da edição. Os advogados de Ivete também não foram localizados para comentar o
suposto caso de plágio.
Fonte: EXTRA
'Estamos pior do que mendigo', diz índio da região do Xingu
Índios protestaram ocupando sede da Funai em Altamira. Eles ocupam também o campus da UFPA no município.
Do G1 PA
O líder índigena Leo Xipaia denunciou na última quarta-feira (10), durante ocupação da sede da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Altamira, no sudeste do estado, as condições atuais de vida das tribos. "Estamos pior do que mendigo, dormindo aqui na calçada da Funai. O pessoal aqui da universidade já reclamou e tentou nos botar para fora", disse.
O protesto reúne líderes de 24 aldeias da região do Xingu, pertencentes às etnias Xipaia, Parakanã, Xikrin, Araweté e Assurini, por exemplo, paralisaram as atividades dos servidores da Funai na quarta. Eles pedem afastamento da coordenadora regional, Estela Libardi.
Os índios reclamam dos atrasos na entrega da nova Casa do Índio, que está sendo construída pela empresa Norte Energia, responsável pela implantação da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Eles denunciam a falta de um espaço adequado para acomodar os índios que vem das aldeias para a cidade.
UFPA
Por semana, cerca de 50 índios de diversas etnias de forma improvisada na sede da Fundação e nas instalações da Universidade Federal do Pará (UFPA), no município. A maioria é de crianças, mulheres e idosos. Os indígenas dormem em redes atadas nos corredores da instituição. Passam o dia sentados no chão. Estendem as roupas em varais improvisados.
Segundo a coordenadora do campus, a situação se agravou nos últimos três anos, quando os índios passaram a ir para a zona urbana com mais frequência.
"O campus de Altamira não tem condições de tocar suas atividades de ensino, pesquisa e extensão com ocupação constante dos indígenas. É sujeira no local, os banheiros sem condições de uso, os bebedouros também já estão sem condições de uso, fora o odor de fezes e urina. É constrangedor", disse Ivonete Coutinho, coordenadora do campus.
As lideranças indígenas entregaram um documento com as reivindicações ao procurador da Funai em Altamira. A pauta também foi encaminhada aos responsáveis pela Funai em Brasília, ao Ministério da Justiça e à Casa de Governo.
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