Por causa de um aumento de mais de 100% no preço, o leilão para a construção de nova linha de transmissão para a usina de Belo Monte terá de passar por revisão de regras, a pedido do TCU. As informações são da Folha de S. Paulo.
A obra servirá para reforçar a interligação da produção e consumo de energia entre o Norte e o Sudeste do país. O leilão estava previsto para julho. Caso atrase, aumenta o risco de a usina começar a produzir antes que a obra esteja pronta.
Quando isso ocorre, a hidrelétrica deixa de enviar energia para o sistema e o custo acaba sendo transferido para o consumidor.
Segundo relatório do TCU deste ano, a construção das linhas de transmissão e subestações tem em média 28 meses de atraso, considerando os dados após o início da assinatura do contrato.
Belo Monte deverá iniciar a produção de energia no próximo ano e ficará em construção até 2019.
A previsão é que, a partir de 2018, a usina tenha mais de metade das suas turbinas principais já em funcionamento, o que, em tese, demandaria o uso da segunda linha prevista.






