No ano de
2015, peritos do Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves detectaram
duas novas substâncias psicoativas circulando pelo Pará: Nbome e Metilona. “A
primeira é um alucinógeno bem parecido com o LSD, que provoca alteração nos
sentidos. A Metilona é um comprimido colorido que também deixa a pessoa
transtornada”, explica a gerente do laboratório de toxicologia do CPC, Luciana
de Melo. Esses entorpecentes estão no montante de um milhão de toneladas de
drogas apreendidas pela polícia paraense no ano passado.
Responsável por periciar todas as drogas apreendidas pelas polícias Civil e Militar, o Laboratório do CPC Renato Chaves recebe com frequência amostras de entorpecentes para fins de flagrantes, com a emissão de laudos definitivos. A coordenadora do laboratório forense, Izameire Correa, informa que, entre as contraprovas analisadas, a cocaína e a maconha ainda lideram a lista das mais apreendidas.
Com uma equipe multidisciplinar de 20 peritos criminais, com formação em farmácia, bioquímica, biologia e biomedicina, o espaço funciona todos os dias, incluindo escalas de plantão de 24 horas. É composto pelas gerências de Exames Físicos, Químicos e Biológicos, de Toxicologia e de Instrumental, onde são feitas as perícias de drogas, pesquisas de fluídos biológicos, toxicologias e exames de DNA. O parque tem um dos laboratórios forenses mais modernos da região Norte (considerado o quinto melhor do país), com tecnologia e equipamentos de última geração que conferem mais agilidade, segurança e confiança aos laudos produzidos pela instituição.
Ao receber a amostra da substância para perícia, os profissionais emitem um primeiro laudo, provisório, e têm o prazo legal de dez dias para emitir o laudo final, mas as drogas são periciadas em menos de 24 horas e devolvidas às autoridades responsáveis. Nesse momento já é possível informar se o material é ou não entorpecente. Em seguida, o segundo laudo é elaborado, desta vez com o uso de um equipamento de cromatografia gasosa com espectrometria de massa capaz de identificar o grupo funcional da droga. “Com ele identificamos se a substância é um canabinóide como a maconha ou um alcalóide como a cocaína, anestésicos, medicamentos e ecstasy, por exemplo”, explica Izameire.
Responsável por periciar todas as drogas apreendidas pelas polícias Civil e Militar, o Laboratório do CPC Renato Chaves recebe com frequência amostras de entorpecentes para fins de flagrantes, com a emissão de laudos definitivos. A coordenadora do laboratório forense, Izameire Correa, informa que, entre as contraprovas analisadas, a cocaína e a maconha ainda lideram a lista das mais apreendidas.
Com uma equipe multidisciplinar de 20 peritos criminais, com formação em farmácia, bioquímica, biologia e biomedicina, o espaço funciona todos os dias, incluindo escalas de plantão de 24 horas. É composto pelas gerências de Exames Físicos, Químicos e Biológicos, de Toxicologia e de Instrumental, onde são feitas as perícias de drogas, pesquisas de fluídos biológicos, toxicologias e exames de DNA. O parque tem um dos laboratórios forenses mais modernos da região Norte (considerado o quinto melhor do país), com tecnologia e equipamentos de última geração que conferem mais agilidade, segurança e confiança aos laudos produzidos pela instituição.
Ao receber a amostra da substância para perícia, os profissionais emitem um primeiro laudo, provisório, e têm o prazo legal de dez dias para emitir o laudo final, mas as drogas são periciadas em menos de 24 horas e devolvidas às autoridades responsáveis. Nesse momento já é possível informar se o material é ou não entorpecente. Em seguida, o segundo laudo é elaborado, desta vez com o uso de um equipamento de cromatografia gasosa com espectrometria de massa capaz de identificar o grupo funcional da droga. “Com ele identificamos se a substância é um canabinóide como a maconha ou um alcalóide como a cocaína, anestésicos, medicamentos e ecstasy, por exemplo”, explica Izameire.













