Senador,
que é acusado de caluniar Lula, apresentou defesa por escrito
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| © VICTOR PIEMONTE/STF |
O
ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu prazo
de 15 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre a
recusa do senador Flávio Bolsonaro em comparecer ao depoimento marcado para
esta terça-feira (28) na Polícia Federal (PF). Flávio, que é candidato à
presidência da República pelo PL, apresentou defesa escrita e não apareceu para
depor no inquérito em que é acusado do crime de calúnia contra o presidente
Lula. Por estar na condição de acusado, o senador não é obrigado a depor.
O
ministro Alexandre de Moraes havia atendido ao pedido da PGR para a reabertura
do inquérito da PF para a realização do depoimento de Flávio Bolsonaro. Na
investigação anterior, a Polícia Federal já havia concluído que o senador o fez
postagens caluniosas contra o presidente Lula nas redes sociais.
Em
janeiro, o senador do PL postou que Lula seria delatado pelo ex-presidente da
Venezuela, Nicolás Maduro, que foi sequestrado pelos Estados Unidos, e que o
presidente brasileiro estaria envolvido em crimes internacionais.
Defesa
Em
sua manifestação por escrito nesta terça-feira, Flávio Bolsonaro afirma que a
postagem não atribuía ao presidente Lula os tipos penais e que a interpretação
de que a publicação está relacionada ao presidente da República é um erro.
Ainda segundo a manifestação, os tipos penais estão relacionados a Maduro.
Por:
Gésio Passos/Rádio Nacional com informações da Agência Brasil
Fonte:
Radioagência Nacional

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