Brasil Novo Notícias

domingo, 2 de setembro de 2012

EXCLUSIVO! Cuidado! pessoas que se dizem do DETRAN de Altamira podem estar lesando pessoas em Brasil Novo e Medicilândia.



Desde o início desta semana "venho recebendo inúmeras reclamações da atuação de uma possível equipe do DETRAN em Brasil Novo,Km 70,75,80 e município de Medicilândia" a 90 km de Altamira.

Segundo informações de ouvintes do jornal Sinal Verde da 93 FM,(programa o qual eu Sidalécio Souza apresento),uma equipe do DETRAN de Altamira estaria fazendo uma espécie de "arrastão" tanto em Brasil Novo quanto em outros municípios da regional xingu.

Populares afirmam que os agentes do "DETRAN" estariam cobrando ainda absurdas propinas para liberar veículos que por sinal apresentasse qualquer problema,seja na documentação,seja no não uso ou ausência de equipamentos de segurança,entre outras irregularidades encontradas.

GOLPE!

A equipe do blog siddy souza conversou hoje pela manhã com o mais novo chefe de operação e fiscalizações do DETRAN de Altamira,Luiz Filho. Antes assessor de comunicação do órgão,Luíz Filho diz que não estar sendo realizada nenhuma operação na região,nem em Altamira,ressaltou ainda que não foi realizada nenhuma operação ou fiscalização recentemente.

ALERTA!

Pedimos a população regional que fique atenta ás caracteristicas do carro utilizado na FALSA operação,nas pessoas que se dizem agentes do DETRAN,filme,tire fotos,registre a possível extorção,pois em breve você podera precisar para denunciá-los á justiça.

Quando tiver acontecendo entre em contato com a equipe de reportagem do SBT Altamira,que a equipe de jornalismo acionara o chefe de operações do DETRAN e até a polícia se necessário for.


Por: Sidalécio Souza (Comunicador da Rede de Rádio e TV Vale do Xingu)


OBS: O Blog Brasil Novo Notícias se coloca à disposição da população para possíveis denúcias é só ligar para (93) 9137 1954 ou ainda para (93) 9122 4089

Trabalhadores dispensados ficam desalojados em Altamira.

Depois de serem dispensados, ex-funcionários de uma empresa de construções fizeram manifestação em Altamira cobrando direitos trabalhistas. Os ex-funcionários chegaram a pressionar o representante da empresa, segundo o SINTRAPAV que dá apoio aos operários, a empresa já enfrenta processos na justiça por conta da dispensa de 38 funcionários.

Os desempregados dizem que a empresa quebrou contrato e deixou todos desalojados.
Em um canteiro de obras da empresa, na Rua Coronel José Porfírio houve bate boca entre os demitidos e outros que estavam no trabalho, os serviços foram parcialmente paralisados, a polícia militar foi chamada e intermediou as discussões. Os demitidos denunciavam as precárias condições do local, acondicionamento de bolsas, banheiros e equipamentos de proteção individuais, além dos direitos trabalhistas.

Os demitidos foram convidados a deixar o canteiro de obras, o Sintrapav acompanhou a situação e com a ajuda da polícia militar encontraram uma solução para o impasse.

A empresa responsável pela demissão explicou que o desligamento de funcionários é normal, e que o pagamento dos trabalhos mostrados na reportagem está programada para o próximo dia 6 de setembro.

Por: Felype Adms.

Depois de serem dispensados, ex-funcionários de uma empresa de construções fizeram manifestação em Altamira cobrando direitos trabalhistas. Os ex-funcionários chegaram a pressionar o representante da empresa, segundo o SINTRAPAV que dá apoio aos operários, a empresa já enfrenta processos na justiça por conta da dispensa de 38 funcionários.

Os desempregados dizem que a empresa quebrou contrato e deixou todos desalojados.
Em um canteiro de obras da empresa, na Rua Coronel José Porfírio houve bate boca entre os demitidos e outros que estavam no trabalho, os serviços foram parcialmente paralisados, a polícia militar foi chamada e intermediou as discussões. Os demitidos denunciavam as precárias condições do local, acondicionamento de bolsas, banheiros e equipamentos de proteção individuais, além dos direitos trabalhistas.

Os demitidos foram convidados a deixar o canteiro de obras, o Sintrapav acompanhou a situação e com a ajuda da polícia militar encontraram uma solução para o impasse.

A empresa responsável pela demissão explicou que o desligamento de funcionários é normal, e que o pagamento dos trabalhos mostrados na reportagem está programada para o próximo dia 6 de setembro.

Por: Felype Adms.

Caso ALEPA 2: Dinheiro público bancou camisas, “meião” e bolas


Capa O Liberal

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), Domingos Juvenil (PMDB), terá que devolver aos cofres públicos a cifra de R$ 82.745.771,46, valor total de recursos aplicados irregularmente ou sem comprovação na Assembleia em 2010, último ano em que o ex-deputado esteve na Presidência da Casa. Esta é a conclusão do relatório elaborado pela 3ª Controladoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que avaliou a prestação de contas da Assembleia, ano 2010, e opinou pela irregularidade das contas de Domingos Juvenil. Com 181 páginas, o estudo técnico é fruto de auditoria programada realizada na Casa de Leis que, desde o ano passado, vem sendo alvo de investigação por conta de fraudes envolvendo licitações fraudulentas, adulterações na folha de pagamento, entre muitos outros desvios.
O LIBERAL teve acesso ao relatório elaborado pelo TCE, que detalha as diversas formas pelas quais o dinheiro público escoou da Assembleia naquele ano. A auditoria revela um rosário de irregularidades envolvendo suprimento de fundos, pagamentos de diárias a servidores, contratos firmados com empresas privadas, compra de passagens aéreas e abastecimento de gasolina, obras contratadas e não realizadas, entre outros. Grande parte das irregularidades já foi apurada pelo MPE durante os procedimentos que investigam fraudes na Alepa, que, inclusive, já deram origem a diversos processos que tramitam no Judiciário. No entanto, o relatório traz alguns fatos novos à tona, como por exemplo, as fraudes nos suprimentos de fundos da Assembleia Legislativa.
Os números expostos no documento revelam o total descontrole que havia nas contas da AL durante a gestão de Juvenil. Em 2010, foi identificado um gasto irregular com obras da ordem de R$ 20,7 milhões. Das 181 obras que teriam sido supostamente realizadas naquele período, não foram encontrados vestígios de 130. Além disso, a Assembleia gastou R$ 3,4 milhões com cestas básicas, R$ 23 milhões com tíquete-alimentação e R$ 6,5 milhões com combustível, sendo que não foram apresentadas comprovações destes gastos. Contabilizando todos os gastos indevidos, chega-se à cifra de R$ 82, 7 milhões. O valor a ser devolvido para os cofres públicos pode ser ainda maior, pois há, no Tribunal de Contas, um processo de tomada de contas feito para averiguar despesas com pessoal na Alepa, cujos resultados apontam para um dano na ordem de R$ 12 milhões.
Uma das irregularidades que chama a atenção no relatório do TCE diz respeito aos 'suprimentos de fundos', concedidos a servidores para despesas excepcionais ou de pequeno vulto, mas que atendam às necessidades da administração pública. A auditoria do Tribunal de Contas constatou que a maioria dos suprimentos concedidos em 2010 foram indevidos, sem relação com a administração pública ou sem especificar qual a destinação e finalidade da compra.
Durante a auditoria, o TCE solicitou à Alepa os processos de concessão e respectivas prestações de contas de recursos aplicados em suprimento de fundos. O montante total concedido em 2010 foi de R$279.450,00 e, desse total, R$ 227.345 apresentaram irregularidades em suas comprovações. Os outros R$ 50.832 não tiveram comprovados os recolhimentos dos saldos não aplicados. Além disso, dois processos foram solicitados, mas nada foi apresentado para análise. O total de despesas não comprovadas a título de suprimento de fundos é de R$ 305.179,28, valor que o TCE recomenda que seja devolvido aos cofres públicos. 'No universo dos processos analisados, 100% contêm irregularidades ou vícios de legalidades tornando obrigatório o pedido de devolução do valor (...) eis que considerado pela equipe como despesa indevida e sem respaldo legal e, portanto, evidencia grave lesão ao erário.
Segundo o relatório, a esmagadora maioria dos documentos comprobatórios das despesas não estão atestados, logo, não foi confirmado se os bens foram efetivamente recebidos ou os serviços realizados. Além disso, as concessões de suprimentos não eram publicados em portarias, como manda a lei. Algumas despesas, inclusive, nem possuem nota fiscal, apenas recibos com identificações genéricas, como "refeições", "outras despesas". Para piorar, o TCE identificou ainda fraudes na prestação de contas dos suprimentos, como adulteração de documentos, recibos e notas fiscais.
Assembleia tem 72 obras "fantasmas", aponta o TCE
As fraudes em licitações de obras e serviços, que marcaram, principalmente, a gestão de Juvenil à frente da Alepa também foram constatadas pela equipe técnica do Tribunal de Contas. O esquema de "obras fantasmas" já foi investigado pelos promotores do caso Alepa, Nelson Medrado e Arnaldo Azevedo, que descobriram como o dinheiro público vazava dos cofres por meio de licitações para obras que nunca foram realizadas. Na auditoria, o TCE analisou 118 dos 181 procedimentos licitatórios realizados em 2010 na Alepa. Ao todo, 60 processos licitatórios deixaram de ser apresentados ao TCE. Somando todas as irregularidades nas licitações de obras e serviços, o TCE sugere a devolução de R$ 20.714.613,90 ao erário.
A análise técnica do TCE sobre as licitações se deu em duas vertentes, detalhadas no relatório. Primeiramente, os processos licitatórios foram avaliados no que diz respeito ao cumprimento das exigências legais. De pronto, o relatório aponta que os processos licitatórios são irregulares, pois não foram cumpridos requisitos básicos previstos na legislação, como despacho do presidente autorizando os procedimentos, a exigência de apresentação do projeto básico pelas empresas convidadas, por exemplo. Ou seja, as licitações de obras no modelo carta- convite atropelavam todo e qualquer rigor formal.
A auditoria do TCE também demonstrou que, nos instrumentos convocatórios para as licitações, a Alepa não exigia documentos essenciais, como o registro da empresa no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), atestado de capacidade técnica, entre outros. Além disso, o relatório aponta que, ao analisar as propostas comerciais feitas pelas empresas, é possível perceber que foram elaboradas no mesmo padrão ortográfico, com a mesma redação, demonstrando evidências de fraude.
Além da análise dos termos em que se deram os procedimentos licitatórios, o TCE também realizou diligências, feitas por equipes de engenharia do Tribunal, para localização das obras realizadas na Alepa em 2010. Conforme apurou o MP, grande parte das obras licitadas nunca foi executada. Nas diligências, a inexistências de várias dessas obras foi atestada, já que não foram encontrados sequer vestígios de 72 obras licitadas em 2010, no valor total de R$ 10.106.663,82.
Engenheiros da Alepa também acompanharam as diligências e não conseguiram localizar as obras. Somando-se aos 60 procedimentos licitatórios que não foram localizados, são, ao todo, 132 licitações sem qualquer vestígio. As "obras" foram atestadas, na época, pelos engenheiros Sandro Rogério Matos, Tadeu Maciel e Marco Antônio Braga. Os três também já estão sendo processados pelo MPE por envolvimento nas fraudes.
Algumas obras, por outro lado, foram identificadas pelos técnicos do TCE, mas foram executadas parcialmente. No relatório, são listadas 32 obras que não contemplaram totalmente o objeto da licitação. Uma delas, por exemplo, foi fruto da carta-convite 91/2010, que previa obras no prédio principal da AL e no anexo. No entanto, vários serviços contemplados na licitação não foram executados, como o revestimento do piso do prédio principal em porcelanato, por exemplo.
Segundo apurou o Ministério Público, as fraudes em processos licitatórios no modelo carta-convite eram perpetradas de duas formas. Uma delas era o uso indevido de firmas como "laranjas", sem que tivessem conhecimento disso. As firmas usadas tinham seus documentos copiados e incluídos em processos licitatórios fraudulentos. Outra forma de se fraudar os processos licitatórios era arregimentando pessoas para que constituíssem empresas falsas para vencer os processos licitatórios.
Fonte: O Liberal

sábado, 1 de setembro de 2012

Homicídio no Bairro Independente 1, na madrugada deste sábado.


Segundo quem mora nas proximidades, o crime aconteceu por volta das 5 horas, quando uma discussão que se início na esquina da Rua Nair Lemos próximo a uma antiga fábrica de palmitos, e entre as ruas Acesso 2 e Nossa Senhora de Nazaré um rapaz de aproximadamente 16 anos foi golpeado com uma arma Branca. A polícia militar foi acionada por populares através do 190 e chegou ao local pouco mais de 20 minutos após o crime. A área foi isolada para resguardar o local de crime, por volta das 6:40hs peritos IML chegaram até a Rua Nair Lemos e contaram 5 perfurações em um rapaz com iniciais A. U.

"Nos chegamos aqui e isolamos a área para que a transição de curiosos não atrapalhe o serviço do CPC, haviamos a pouco tempo feito rondas nas próximidades porém depois de uns 10 minutos aconteceu o crime, agora vamos apurar algumas informações para tentarmos junto com a polícia civil, chegar no altor do homicídio" Disse o CB Mendes Evangelista, da ROTAM, polícia militar.
Quem mora nas ruas próximas informou a nossa equipe de reportagem que A. U. já tinha envolvimento com drogas e furtos de Roubas, Celulares e Bicicleta, e ainda que o irmão mais velho teria sido autor de crimes de homicídio na cidade. A polícia civil que também compareceu ao local já abril uma linha de investigações baseada nessas informações dadas por populares e até parentes da vítima que acompanharam o trabalho do CPC - Centro de Perícias Criminais, Renato Chaves.
Por: Felype Adms.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

SECRETÁRIO DE FINANÇAS DE BRASIL NOVO SOFRE TENTATIVA DE HOMICÍDIO




O secretário de finanças de Brasil Novo. Sr. Giovane Paulo Lunelli, procurou a delegacia de Polícia Civil de Brasil Novo nensta terça-feira(28), por volta das 19h30min para registrar um boletim de ocorrência (BO) onde Giovane Lunelli denunciou uma tentativa de homicídio cometido contra ele.

Segundo depoimento de Giovane Lunelli, o caso aconteceu na estrada da vicinal 15 por volta das 18h00min.

Em seu depoimento dado à Polícia Civil, o secretário disse que vinha em direção ao centro urbano quando foi surpreendido. Ele conta que no momento do ocorrido, dirigia seu veículo, um FIAT Estrada de cor prata quando duas pessoas desconhecidas em uma motocicleta deu sinal pedido passagem e que ao encostar para que a motocicleta passasse, percebeu que o carona estava com uma arma de fogo e atirou em sua direção, atingindo o parabrisa e danificando o painel do carro.
Giovane explicou que ao perceber que o carona da moto estava armado, deitou no banco do carro, o que pode ter evitado que o tiro o atingisse.

A Polícia deverá abrir inquérito para investigar o caso.

Por: Valdemídio Silva
Foto//Altamira Hoje e Valdemídio Silva
Equipe Popular FM 
Fonte: wwwrpopularfm.com.br

terça-feira, 28 de agosto de 2012

PGR nega pedido para a retomada de Belo Monte


Advocacia Geral da União havia pedido retomada das obras de usina
Vista aérea do canteiro de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte em Altamira, Pará
Vista aérea do canteiro de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte em Altamira, Pará. Obra está paralisada. (Rodrigo Baleia/Folhapress)
 
A Procuradoria-Geral da República (PGR) deu hoje parecer contrário a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), feito ao Supremo Tribunal Federal (STF), para que as obras da usina hidrelétrica de Belo Monte sejam retomadas.

Em seu parecer, a PGR defende que as comunidades indígenas deveriam ter sido consultadas antes que o decreto legislativo que autorizou a instalação da usina, em 2005, fosse aprovado pelo Congresso. A PGR pede o não reconhecimento da reclamação da AGU, o indeferimento da liminar e a improcedência do pedido.

"A concessão de medida liminar postulada condenaria os povos indígenas alcançados por Belo Monte a um fato consumado. Ainda há tempo para que o Congresso Nacional promova a oitiva dessas comunidades e delibere adequadamente. Mas, à medida que o empreendimento avança, mais remota fica essa possibilidade", afirma o documento, assinado pelo procurador-geral, Roberto Gurgel, e pela vice-procuradora, Deborah Duprat.

A PGR sustenta ainda que a concessão de liminar para retomar as obras teria efeito "potencialmente dramático", pois "se estará enfraquecendo, a um só tempo, a luta cotidiana por uma sociedade de fato plural, e o espaço do Brasil no sistema interamericano de direitos humanos".

Leia mais: Paralisação de Belo Monte dá prejuízo de R$12 mi por diaBelo Monte é suspensa e 14 mil operários param

Com a manifestação da Procuradoria-Geral da República, já é possível que o presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto, analise o pedido de medida liminar da AGU.
Na sexta-feira (24), a AGU ingressou com reclamação ao STF para continuar as obras da usina, suspensas desde quinta-feira (23) em razão de uma decisão da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

A AGU alegou que a suspensão das obras poderia causar "dano irreparável ao patrimônio público". "A execução do acórdão reclamado está prestes a inviabilizar o empreendimento, do qual, presentemente, depende o planejamento da política energética do País", afirma o documento.

No dia 14 de agosto, a 5ª Turma do TRF-1 decidiu por unanimidade conceder provimento parcial a um pedido do Ministério Público Federal no Pará (MPF-PA) e determinou a imediata suspensão das obras de Belo Monte, sob pena de multa diária de R$ 500 mil, até que se cumpram as determinações da Constituição e da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o relator, desembargador Souza Prudente, o decreto legislativo de 2005, aprovado pelo Congresso e que autorizou a implementação das obras, não ouviu de forma prévia a opinião das comunidades indígenas da região.

(Com Agência Estado)

Controladoria Geral da União faz fiscalizações na prefeitura de Vitória do Xingu.


Chegaram a Vitória do Xingu, no oeste do Pará, na manhã desta segunda-feira (27), técnicos e agentes da Controladoria Geral da União, a equipe havia agendando a visita de rotina ao município após os fatos que desencadearam a operação deflagrada pela Polícia Federal, denominada de Pandilha em Agosto do ano Passado. Os funcionários da Controladoria Geral da União estavam acompanhados de Policiais Federais apenas por segurança, a revisão de repasses do governo federal é o principal foco do trabalho da CGU na cidade.

Marcelo Borges CGU

“A nossa vinda até Vitória do Xingu já estava programada e toda a gestão atual sabia disso, os documentos que solicitamos foram entregues prontamente a equipe da CGU e estamos trabalhando com transparência, o motivo da vinda é pelo histórico da cidade que teve um passado conturbado e agora precisamos acompanhar a aplicação dos recursos federais” Disse Marcelo Borges de Sousa chefe da equipe da Controladoria Geral da União.
Documentos, mídias e notas estão sendo verificadas assim como nos locais onde são aplicados os recursos, são eles creches, programas de erradicação do trabalho infantil, secretaria e postos de saúde, escolas e programas de inclusão social. O secretário de Administração Paulo Renato vê com bons olhos o trabalho dos auditores.

Sec. de Administração.
“Tudo o que pediram pra gente foi entregue, nós vemos com bons olhos o serviço da CGU em Vitória, a equipe de auditores teve uma sala disponível para realizarem os trabalhos e vamos sempre colaborar com o serviço deles” Disse Paulo Renato Carvalho de Melo Sec. de Adm. de Vitória do Xingu.
Todo o trabalho dos auditores deve terminar no próximo dia 6 de setembro, o resultado das apurações devem ser divulgadas em um relatório na Capital do Estado em um prazo de 30 dias.
Por: Felype Adms e Wanderson Sousa.

Presidente do STF manda retomar obras em Belo Monte


Liberada

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres Britto, concedeu na noite desta segunda-feira (27) decisão liminar (provisória) que autoriza a retomada das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A paralisação havia sido determinada no dia 14 de agosto pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.



Leia na íntegra a decisão

Mais cedo nesta segunda, o Ministério Público Federal havia apresentado parecer no qual afirma ser contrário ao pedido do governo federal para a retomada das obras.
Na decisão de 14 de agosto, o desembargador do TRF-1 Souza Prudente entendeu que os povos indígenas da região teriam que ser consultados sobre a construção da usina. Na semana passada, a Advocacia-Geral da União(AGU) apresentou recurso ao STF no qual afirmou que a paralisação da obra causa danos à economia brasileira e à política energética do país.
Ayres Britto concedeu a liminar pedida pela AGU 'sem prejuízo de uma mais detida análise quando do julgamento do mérito (inteiro teor do pedido)'. Não há prazo para o plenário analisar o pedido, uma vez que o Supremo está em esforço concentrado para julgamento do processo do mensalão e não vai julgar outros casos até o término da ação. Também há possibilidade de o MPF do Pará, autor da ação inicial, ingressar com um agravo para suspender a decisão que autorizou a retomada da obra.
Parecer do MPF - O parecer contrário à Belo Monte, assinado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e pela vice-procuradora-geral Deborah Duprat, afirmava que o Congresso ainda poderia realizar a consulta aos povos indígenas.
'A concessão de medida liminar postulada condenaria os povos indígenas alcançados pela UHE Belo Monte a um fato consumado. Ainda há tempo para que o Congresso Nacional promova a oitiva dessas comunidades e delibere adequadamente', afirmou o parecer.
Segundo os procuradores, a consulta prévia aos povos indígenas 'é também um princípio geral de direito internacional'. 'O Brasil está vinculado a essa ordem internacional de proteção aos direitos humanos por força de decisão de sua própria Constituição, que determina que o Estado se regerá em suas relações internacionais com base no princípio da prevalência desses direitos.'
O parecer cita estudos que apontam prejuízos a povos da região e afirma que a obra 'afeta tão significativamente os povos indígenas localizados em especial na Volta Grande do Xingu'.
'A consulta aos povos indígenas, quanto às medidas administrativas e legislativas que possam afetá-los, é consequência lógica e necessária de sua autodeterminação, ou seja, da possibilidade de traçarem para si, livres da interferência de terceiros, os seus projetos de vida', dizem os procuradores.
Argumentos do governo federal - No recurso contra a decisão do desembargador, o advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, pediu a suspensa, por decisão liminar (provisória), a eficácia da decisão do TRF-1, "para que se evite dano irreparável ao patrimônio público".
"Para que se evite a ocorrência de dano vultoso e irreparável ao patrimônio público, à ordem administrativa, à ordem econômica, e à política energética brasileira, a União desde logo requer [...] seja liminarmente suspensa a eficácia do acórdão proferido", diz o texto.
Segundo a AGU, a decisão do TRF "desrespeita" decisão anterior do Supremo que entendeu que a concessão de autorização para início da obra não feriu a Constituição.
Entenda o caso - A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída no rio Xingu, em Altamira, no sudoeste do Pará, com um custo previsto de R$ 25 bilhões.
O projeto tem grande oposição de ambientalistas, que consideram que os impactos para o meio ambiente e para as comunidades tradicionais da região, como indígenas e ribeirinhos, serão irreversíveis.
A obra também enfrenta críticas do Ministério Público Federal do Pará, que alega que as compensações ofertadas para os afetados pela obra não estão sendo feitas de forma devida, o que poderia gerar um problema social na região do Xingu.

Fonte: G1

Agricultor endiabrado degola filho de 04 anos bebe sangue e é linchado no meio da Rua.


Pelo menos quatro pessoas serão indiciadas pela barbárie ocorrida na localidade de Castelo dos Sonhos, distrito do município de Altamira, no oeste paraense. De acordo com o delegado da Polícia Civil local, Artur Braga, cerca de 200 populares lincharam e queimaram o agricultor Paulo Sérgio Pereira da Silva, 32 anos, depois dele ter degolado o enteado de apenas quatro anos, na noite do último sábado (25).

O homem teria discutido com a esposa, Josefa Carolina Leite da Silva, e saído de casa. Quando retornou, apresentando sintomas de embriaguez, tentou agredi-la e destruiu móveis e eletrodomésticos. Bastante alterado, Paulo Sérgio cortou a cabeça de um cachorro e de uma galinha e em seguida bebeu o sangue dos dois animais. “Ele chegou a dizer que o sangue estava muito gostoso”, contou o delegado, com base no relato da esposa de Paulo.

Assustada, Josefa pegou o filho mais velho, de oito anos, e correu em busca de socorro. Quando retornou com os vizinhos, o agricultor já havia degolado o enteado de quatro anos, que estava dormindo.

O homem foi mantido dentro da casa pelos vizinhos até a chegada da polícia, mas ao chegar na delegacia, populares revoltados invadiram a unidade e o arrancaram da cela, iniciando uma sucessão de socos, chutes e pancadas com pedaços de ferro. O linchamento culminou com uma fogueira, na qual Paulo Sérgio foi queimado. O corpo ficou irreconhecível.

A polícia acredita que Paulo Sérgio já estava morto quando foi queimado. “A cabeça dele já estava completamente esmagada e com massa encefálica espalhada, no momento em que foi jogado na fogueira”, disse o delegado. Somente uma necropsia poderia confirmar se a vitima estava morta ou viva ao ser queimada, no entanto, foi feito apenas o procedimento de exame cadavérico para atestar o óbito.

Segundo Artur Braga, o distrito de Castelo dos Sonhos não dispõe de estrutura para fazer a transferência para o Instituto Médico Legal (IML) mais próximo, que fica em Santarém, por isso o corpo já foi liberado para o funeral. O corpo da criança de quatro anos, assassinada pelo agricultor, está sendo velado por familiares nesta segunda-feira (27) e deve ser levado para o estado do Mato Grosso, onde será enterrado.

A REVOLTA

O irmão de Josefa Carolina é apontado pela polícia como um dos principais suspeitos de incitar a população a invadir a delegacia e matar Paulo Sérgio em praça pública. O delegado da cidade declarou que ainda estão sendo feitos levantamentos para identificar outros envolvidos na organização da revolta. “Uma pessoa usou um carro-som para chamar a população para matar o homem”, contou Braga.

Na delegacia de Castelo dos Sonhos, os prejuízos ainda não foram calculados. Inclusive, apenas dois policiais civis e quatro policiais militares compõe o efetivo do distrito. Os moradores depredaram o muro da unidade, quebraram telhas, janelas e o portão. "Na hora, olhamos sem poder fazer nada para impedir a fúria da população", afirmou o delegado. As pessoas indiciadas devem responder tanto pela destruição do patrimônio público quanto pela morte do agricultor.

Fonte: RBATV

 

No Mutirão Valdecir Alexandre foi preso acusado de estuprar uma menina de 13 anos.


A noite de sábado foi de transtorno para uma família no Bairro Mutirão, em Altamira Oeste do Pará, quando descobriu que uma menina de 13 anos havia sido estuprada, a polícia militar que atendia um caso de poluição sonora conseguiu prender o acusado.

O rapaz estava visivelmente embriagado, ele foi preso na Rua 6 do Bairro Mutirão, a vítima acompanhada da mãe compareceu a delegacia para proceder com as acusações. Ainda assustada com a situação ela da detalhes do caso.
“Os vizinhos me chamaram e disseram que era pra me acalmar que eles iam me dar uma notícia, daí só falaram que minha filha tinha acabado de ser estuprada” Relata a Mãe da vítima.
Valdecir Alexandre tem 25 anos, ele estava com amigos em uma casa na mesma rua onde foi preso, ele diz que não teve envolvimento com a menina.

Acusado

“Eu estava bebendo de boa lá com meus amigos, e a polícia me pegou e me trouxe pra cá, em nem conheço essa menina ai” Afirma Valdecir Alexandre de Souza, acusado pelo estupro.
O conselho tutelar foi acionada, Lucenilda Lima passou a acompanhar o caso, de acordo com os relatos da garota, Valdecir teria lhe forçado a manter o ato sexual em uma área afastada da casa da família. A Mãe da menina disse que vai proceder com as acusações.
“Nos vamos até  final pra ver esse homem na cadeia ele não tem direito de fazer o que fez com a minha menina” Disse a mãe da vítima.
“Nos evitamos até mesmo uma situação pior, vai que os parentes da vítima encontram esse rapaz, ele foi preso em flagrante apenas das ruas serem escuras, a menina contou em detalhes o que aconteceu e reconheceu o acusado” Informou o Sargento Milton Câmara da Polícia Militar.
Acusado fica agora à disposição do poder judiciário.
Por: Felype Adms.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

AGU recorre ao STF contra paralisação das obras de Belo monte


Belo MonteA Advocacia-Geral da União (AGU) já apresentou uma reclamação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que seja suspensa a decisão da Justiça Federal que determinou a paralisação das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. A matéria tem que ser tratada no STF por se tratar de questão constitucional.
Na semana passada, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) votou pela suspensão imediata das obras de Belo Monte por descumprimento à determinação da Constituição Federal, que obriga a realização de audiências públicas com as comunidades afetadas antes da autorização das obras.
A empresa Norte Energia, responsável pela construção da usina, suspendeu na quinta-feira (23) a execução das obras e de todas as atividades vinculadas diretamente ao empreendimento.
No pedido, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, argumenta que a decisão do TRF deve ser suspensa "para que se evite a ocorrência de dano vultoso e irreparável ao patrimônio público, à ordem administrativa, à ordem econômica, e à política energética brasileira". Ele também argumenta que a decisão da Justiça desrespeita a autoridade de um acórdão anterior proferido pelo plenário do Supremo Tribunal Federal.
De acordo com o desembargador Souza Prudente, relator do processo que determinou a paralisação das obras, a liberação só vai acontecer depois que o Congresso Nacional realizar e aprovar a consulta às comunidades afetadas. Os parlamentares também terão que editar um novo decreto legislativo autorizando as obras em Belo Monte.

(Agência Brasil)

SEMANA: HOMEM TENTA MATAR O CUNHADO.



Leandro Silva tentou matar o cunhado com uma faca, a briga aconteceu em uma Vila no Bairro Jardim Oriente, ele já vinha tento atritos com o cunhado, e dizia que o marido da irmã era “folgado” demais.

“Eu entrava em casa e ele ficava me marcando, num faz nada e ainda vive as custas da minha irmã, ai eu fui reclamar por causa da porta do quarto e ele veio pra cima de mim, eu estava com uma faca ai eu “coisei ele”... (repórter) COMO ASSIM?... Eu cortei ele de faca” Disse Leandro.

Depois de cometer o crime Leandro Fugiu e a vítima que preferiu não ter o nome divulgado, foi internado no Hospital Regional Público da Transamazônica. E na última quinta-feira Leandro foi visto por um familiar da vítima que iniciou com outros parentes uma perseguição ao acusado, Leandro foi contido pela população no Bairro Explanada do Xingu por volta das 11h da última quinta-feira.

A polícia foi acionada e evitou que Leandro fosse linchado pela população, ele ainda foi levado para o Hospital São Rafael para curativos e depois encaminhado para a carceragem da polícia civil na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes onde aguarda decisão Judicial. A família da vítima vai entrar com ação por agressão, tentativa de homicídio, lesão corporal grave e ameaças.

Por: Felype Adms.

SEMANA: DROGAS FORAM INCINERADAS EM ALTAMIRA.



Depois de várias apreensões de drogas feitas pelas policiais civil e militar em Altamira, nesta sexta-feira (24) pela manhã a justiça fez o descarte do material que estavam atrelados à processos judiciais.

“Já não havia mais necessidade de manter esse em poder da justiça, uma vez que as drogas não tinham mais efeito jurídico” Disse o promotor de Justiça Luciano Costa.

A droga foi incinerada em um forno de uma cerâmica da cidade localizada na Rodovia Transamazônica, pelo menos 603 “petecas” de crack além de pedras brutas e maconhado foram jogadas no fogo. Todo o material é fruto das apreensões feitas entre 26 de Março e 23 de Agosto deste ano.

“As diligencias vão continuar e o trabalho das forças de segurança se concentram em chegar aos fornecedores da droga, muitos traficantes já foram presos com as operações e a gente conta com a ajuda da população que deve continuar denunciando pelo 190 de PM” Disse Cristiano Marcelo do Nascimento Superintendente de Polícia Civil do Xingu.

Por: Felype Adms.

Pedido de retomadas de obras de Belo Monte divide opiniões no Pará


Pedido de suspensão da liminar que interrompeu as obras na Usina Hidrelétrica de Belo Monte, na região de Altamira, no Pará, divide opiniões no estado. A Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) acredita que obras devam ser retomadas o quanto antes, já o Ministério Público Federal (MPF), autor da ação que paralisou as obras, acredita que paralisação será mantida.


Para a Fiepa, a interrupção das obras afeta a economia do Pará e pode gerar danos em várias esferas. "O investidor fica com medo de investir. Tem 12 mil homens que ficaram parados. Há prejuízos sociais, econômicos e de toda a ordem", define José Maria Mendonça, vice-presidente do órgão.
Já o promotor federal, Ubiratã Gazetta, acredita que a paralisação deve ser mantida porque os índios e as comunidades tradicionais da região não foram devidamente consultados sobre as obras. "Devemos cumprir a legislação. Ouvir as comunidades significa não apenas respeitar o que está na Constituição, como também respeitar essas minorias, os direitos humanos dos índios que precisam ser ouvidos. À eles precisam ser explicados todos os impactos e eles precisam se manifestar sobre o que as obras significam para seu meio de vida, na sua forma de lidar com o meio ambiente", defende.
Os três canteiros de obras de Belo Monte estão paralisados deste está quinta-feira (23). O consórcio construtor da Usina de Belo Monte enviou de volta a sede municipal de Altamira todos os trabalhadores que estavam nos canteiros. 
Em nota, o consórcio afirma que que está adotando todas as medidas cabíveis para reverter a decisão do Tribunal Regional Federal, e que espera retomar as atividades o mais breve possível.
G1 PA.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Seduc faz concurso público para contratar 502 novos professores

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) abre dia 31 deste mês as inscrições para o concurso público que pretende preencher 502 vagas para cargos efetivos de professor. Os candidatos devem se inscrever no site da organizadora do concurso, a Universidade do Estado do Pará (Uepa), http://paginas.uepa.br/concursos, até o dia 30 de setembro.

O certame destina-se ao preenchimento de vagas no cargo efetivo de professor classe I, nível A, na modalidade educação especial, com 156 vagas para a disciplina ensino religioso. A seleção terá provas de títulos, em todas as fases, nas cidades de Abaetetuba, Belém, Bragança, Breves, Capanema, Capitão Poço, Cametá, Castanhal, Conceição do Araguaia, Itaituba, Mãe do Rio, Maracanã, Óbidos, Santarém e Santa Izabel do Pará.

A diretora de Educação para a Diversidade, Inclusão e Cidadania da Seduc, Aldeíse Queiroz, ressalta que é a primeira vez que o Estado promove concurso para o preenchimento de vagas na educação especial e ensino religioso. “Essa era uma solicitação antiga dos profissionais que atuam nessas áreas. O concurso contribui para a melhoria da qualidade do ensino”, destaca.

A remuneração do cargo de professor será constituída de vencimento base, mensal e atual, que varia de R$ 729 (20 horas) a R$ 1.458,11 (40 horas), acrescido de 80% de gratificação de escolaridade e 10% de gratificação de magistério. O conteúdo programático está disponível no anexo I do edital, publicado na edição desta quinta-feira (23) do Diário Oficial do Estado e disponível no site da Uepa.

A partir de 15 de outubro, os candidatos inscritos no concurso devem acessar o site da Uepa para emitir o cartão de confirmação de inscrição, no qual constará local, dia e horário da prova de múltipla escolha. O documento deve ser apresentado no dia do exame, juntamente com o documento de identidade original.




Notícia Postada em 24/08/2012 por: Seduc