Diretor do Sindicato dos Trabalhadores Públicos em Previdência, Saúde, Trabalho e Assistência Social no Estado do Pará (Sindsprev), Antônio Maués disse que a categoria reivindica aumento de 22,8% para os servidores. Atualmente, o profissional de nível fundamental recebe o salário base de R$ 1.500,00; o de nível médio está em R$ 1.900,00; e o profissional de nível superior recebe R$ 3.300,00. Maués disse ainda que categoria quer a incorporação das gratificações, que correspondem a aproximadamente 70% do salário recebido pelos servidores. 'Quando uma pessoa se aposenta, ela perde de R$ 1.500,00 a R$ 3.000,00 do salário porque não estão incorporadas as gratificações', explicou. Segundo o dirigente sindical, as condições de trabalho estão inapropriadas. 'A garagem está servindo de depósito e de almoxarifado, o que acaba tornando o ambiente insalubre para o trabalho. Além disso, o nosso antigo prédio de trabalho continua abandonado. Foi uma conquista ter saído de lá, mas aqui a situação também é complicada', esclareceu. O movimento de paralisação reivindica ainda a realização de concursos públicos para preenchimento de vagas e substituição de servidores que estão entrando em aposentadoria. Atualmente, segundo a direção do sindicato, 170 servidores trabalham no núcleo estadual do Ministério da Saúde. 'Também vamos atentar para o caso dos servidores da extinta Funasa (Fundação Nacional da Saúde) que tiveram contato com produtos químicos, estão se aposentando e precisam de um auxílio', explicou. O Distrito Federal e os estados do Ceará e do Espírito Santo já aderiram ao comando de greve nacional. No final da manhã de ontem, o sindicato entregou o comunicado de greve à diretoria regional do núcleo do Ministério da Saúde com o anúncio da paralisação. O Liberal |
sábado, 23 de junho de 2012
Servidores federais da saúde vão entrar em greve
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