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(Foto: Paula Lourinho/Arquivo)
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Alex Freitas explica que a situação é nova, até mesmo para infectologistas experientes, e que ainda é cedo para alarmar a população. “Estamos ainda aprendendo a lidar com o zika vírus, que veio para o Brasil com a Copa do Mundo de 2014. Infelizmente, parece que veio para ficar”, declarou. Uma morte relacionada ao zika vírus foi confirmada no Pará. Trata-se de uma adolescente de 16 anos, do município de Benevides, na Região Metropolitana de Belém (RMB), que morreu no fim de outubro.
PROTOCOLO
Também traz critérios para a exclusão de casos suspeitos e apresenta um sistema de notificação e investigação laboratorial. Há ainda orientações sobre como deve ser feita a investigação epidemiológica de casos suspeitos e sobre o monitoramento e análise dos dados. O protocolo também traz informações sobre o reforço do combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor do zika.
O diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Cláudio Maierovitch, lembrou que, desde anteontem, a medida padrão adotada para a triagem de bebês com microcefalia passou a ser 32 centímetros, e não mais 33 centímetros, conforme preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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