sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Celpa orienta sobre segurança com a rede elétrica no Carnaval

O período de Carnaval requer prudência do folião em diversos setores. No que diz respeito à energia elétrica os cuidados merecem grande atenção para que imprevistos sejam evitados. De acordo com a Celpa uma das maiores causas de acidente ainda está relacionado ao contato das pessoas que ficam em cima dos trios elétricos com a fiação localizada nas vias públicas.
Conforme explica o executivo da área de segurança da Celpa, é muito importante que sejam tomadas algumas precauções durante a organização dos blocos que saem acompanhados de trios elétricos ou carros-som. “Nós orientamos que essas estruturas móveis sejam conduzidas o mais longe possível da fiação elétrica. A distância mínima deve ser de dois metros dos fios, para evitar que as pessoas situadas em cima do veículo sofram acidentes, que muitas vezes podem ser fatais”, alerta Alex.
Outra recomendação de cuidado está relacionada aos materiais como serpentinas de papel ou metálicas, assim como jatos de espumas ou de água. Esse tipo de objeto jamais deve ser lançado em direção às redes de energia para evitar risco de choque elétrico. Em caso de colisão entre carros e postes, provocados por motoristas alcoolizados, não se deve tocar ou se aproximar dos cabos caídos no solo e das partes metálicas dos veículos para evitar risco de choque elétrico.
As decorações e alegorias, comuns nesse período carnavalesco, também merecem atenção. As mesmas não devem ser fixadas em postes ou em redes elétricas. Nunca a população deve tocar ou levantar os cabos de baixa/média tensão, mesmo se estiver usando luvas isolantes. A rede elétrica só pode ser manuseada por profissionais da Celpa, que são habilitados e possuem preparo técnico pata tal função.
Para registrar qualquer tipo de ocorrência ou acidente envolvendo a rede elétrica de energia, deve-se entrar em contato imediatamente com a Celpa por meio do 0800 091 0196 ou informar pelo aplicativo da Celpa na opção “Situação Insegura”, casos de risco como incêndios, faiscamento, cabos partidos, entre outros. 
Fonte: Agência Brasil

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