O Pará registrou 3.130 casos de dengue, 80 de zika e onze de febre
chikungunya entre os dias 1º de janeiro e 25 de maio deste ano, segundo o
oitavo Informe Epidemiológico de 2016 emitido pela Secretaria de Estado de
Saúde Pública (Sespa) sobre as ocorrências confirmadas das três doenças que são
transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
Em comparação ao sétimo informe,
houve aumento de 60% no número de casos de zika, já que foram 49 casos de zika
entre os dias 1º de janeiro e 11 de maio deste ano.
Belém tem mais casos de dengue
Dos municípios paraenses com maior ocorrência da dengue, Belém continua a liderar o ranking, com 406 casos confirmados, seguida por Alenquer (289), Oriximiná (256), Pacajá (199), Parauapebas (165), Novo Repartimento (162) e Marabá (117). Em todo o Estado, não houve registro de mortes por dengue em 2016. A Sespa orienta que as Secretarias Municipais de Saúde informem num período de 24 horas a ocorrência de casos graves e mortes suspeitas.
Dos municípios paraenses com maior ocorrência da dengue, Belém continua a liderar o ranking, com 406 casos confirmados, seguida por Alenquer (289), Oriximiná (256), Pacajá (199), Parauapebas (165), Novo Repartimento (162) e Marabá (117). Em todo o Estado, não houve registro de mortes por dengue em 2016. A Sespa orienta que as Secretarias Municipais de Saúde informem num período de 24 horas a ocorrência de casos graves e mortes suspeitas.
Ocorrências
O vírus da febre chikungunya já foi confirmado onze vezes no Pará este ano, por meio de critério laboratorial adotado pelo IEC: dois casos importados ocorridos em Belém e cinco autóctones – quando a doença é contraída na própria cidade e não vem de pessoas que viajaram para regiões afetadas – no Estado, em Cametá e Marituba. Em 2015, 14 casos importados da doença foram confirmados no Pará.
O vírus da febre chikungunya já foi confirmado onze vezes no Pará este ano, por meio de critério laboratorial adotado pelo IEC: dois casos importados ocorridos em Belém e cinco autóctones – quando a doença é contraída na própria cidade e não vem de pessoas que viajaram para regiões afetadas – no Estado, em Cametá e Marituba. Em 2015, 14 casos importados da doença foram confirmados no Pará.
Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo
vetor, o Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores
musculares, mas as doenças têm gravidades diferentes, sendo a primeira a mais
perigosa. A dengue, que pode ser provocada por quatro sorotipos diferentes do
vírus, é caracterizada por febre repentina, dores musculares, falta de ar e
moleza. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode
levar à morte.
A chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas
articulações. Os sintomas duram entre dez e 15 dias, mas as dores articulares
podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito
raras. Já a febre por zika leva a sintomas que se limitam a, no máximo, sete
dias e não deixa sequelas. Este ano, não há registro de casos de morte
provocados pela doença no Pará.
A preocupação com a zika segue os mesmos procedimentos em relação à
dengue e chikungunya. Só em 2015, foram registrados 42 casos da doença no
Estado. Neste ano, até o momento, 80 ocorrências foram confirmadas pelo IEC,
mediante critério laboratorial. O tratamento para a zika é apenas paliativo, de
suporte e de correção de sequelas. Logo, é preciso diminuir a incidência do
mosquito transmissor. Em 2016 não houve morte por zika no Pará.
Fonte: A Voz do Xingu
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