terça-feira, 9 de janeiro de 2018

MEDICILÂNDIA: ALUNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ VOLTAM ÀS AULAS COM O IV TEMPO UNIVERSIDADE



Os discentes do Curso de Licenciatura em Educação do Campo/Ciências da Natureza, da Universidade Federal do Pará, Campus Universitário de Altamira, Faculdade de Etnodiversidade, Polo de Medicilândia-Pa, estão de volta às aulas, a qual se iniciou no dia 04 de Janeiro (quinta-feira) e está previsto ir até o dia 24 de Fevereiro do corrente ano (duração de 45 dias).
As aulas do curso estão sendo ministradas na escola EMEF Abraham Lincoln. Nessa primeira semana os alunos cursaram a disciplina “Seminário Tempo Universidade IV”, ministrada pela Prof.ª Ana Lúcia Maia da Silva.
No decorrer da disciplina os alunos socializaram os dados obtidos através das pesquisas de campo realizada nas escolas das comunidades durante o “Terceiro Tempo Comunidade”.
Tal pesquisa teve por finalidade investigar acerca das situações de ensino e aprendizagem na área especifica de Ciências da Natureza. O foco foram os sujeitos diretamente envolvidos no ensino: o professor e os/as alunos/as na relação didática cotidiana onde ambos vivenciam o trabalho pedagógico com o saber na área específica, por meio das disciplinas de Biologia, Química e Física.
As pesquisas foram realizadas pelos discentes do Curso de Educação do Campo, no período de setembro a novembro de 2017. As pesquisas realizadas abordaram os seguintes temas: Perfil profissional dos professores da área de Ciências; Trajetória profissional; Cotidiano docente e significado social da profissão docente, entre outros.
Para a elaboração do relatório foram realizadas entrevistas com professores da área, alunos e pais. A pesquisa foi executada através de observação direta, entrevistas semiestruturadas baseada em questionários abertos e fechados como instrumentos norteadores.
O mesmo teve como objetivo geral, descortinar se e como a educação realizada por meio de situações didáticas na área de Ciências da Natureza dialoga com o conceito de Educação do Campo e suas diretrizes legais, com as identidades dos sujeitos que constituem os vários modos de vida tradicionais da Transamazônica e Xingu.
Durante esse período de curso os alunos que vem de outras comunidades e não tem onde se hospedar na cidade, receberam apoio da Secretaria de Educação com o aluguel de uma casa para garantir a permanecia dos mesmos.
Apesar das dificuldades para se manter no curso, os alunos encontram-se bastante entusiasmados com os módulos que cursarão até o mês de fevereiro, pois consideram que o conhecimento é construído dia após dia e que esse conhecimento adquirido no decorrer do curso será muito útil para a sua formação. 

Por: Alcinei Araújo e Renan Bezerra

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