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(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) |
Na semana passada, um grupo
de deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu
apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto
enviado em fevereiro pelo Executivo.
"A proposta que o
presidente identifica como a melhor proposta é aquela que ele levou ao
Congresso Nacional. Não obstante, se coloca à disposição para conversar",
afirmou Rego Barros, em entrevista após cerimônia na Firjan (Federação das
Indústrias do Rio de Janeiro).
Na cerimônia, Bolsonaro
recebeu a Medalha do Mérito Industrial, concedida pela Firjan. O presidente da
entidade, Eduardo Eugênio Gouvea Vieira, parabenizou o presidente da República
pela edição da MP da Liberdade Econômica, que traz medidas para desburocratizar
a atuação de empresas.
"Tudo aquilo com o que
sonhávamos se tornou realidade há poucos dias. Seu governo nos brindou com a MP
881, a chamada MP da Liberdade Econômica. É música para os ouvidos dos
empreendedores", disse Gouvêa Vieira.
Ele apresentou estudo que
estima que a reforma da Previdência destravaria R$ 1,4 trilhão em investimentos
no país. Desse total, R$ 665 bilhões seriam com recursos públicos e o restante,
em recursos privados.
"Eu gostaria de fazer um apelo aos parlamentares, os mandatados
pelo povo brasileiro. Àqueles da base do governo, nós pediríamos, votem logo,
sejam ágeis. Àqueles que não gostam do governo, gostem do povo e aprovem [a
reforma]", afirmou.
Em seu discurso, Bolsonaro
afirmou que, sem a reforma, o Brasil terá dificuldades para pagar salários dos
servidores da ativa entre 2023 e 2024 e defendeu que o texto atual combate
privilégios. Aos empresários, disse que um dos objetivos do governo é "não
atrapalhar" o ambiente de negócios.
"O grande trabalho que
podemos fazer, em um primeiro momento, é não atrapalharmos. O que já está de
bom tamanho, tendo em vista o cipoal de regulamentações que vocês já têm que
enfrentar."
(Folhapress)
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